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sábado, 3 de janeiro de 2026

A incrível história do pão, o alimento obrigatório nas casas

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/a-incrivel-historia-do-pao-o-alimento-obrigatorio-nas-casas

A história do pão é uma evidência da capacidade humana de transformar ingredientes simples em alimentos incríveis. Nesse caso, mostra a brilhante ideia de modificar cereais como o trigo e a cevada em uma comida que está presente em quase todas as culturas do mundo.

O pão vai muito além do alimento. Ele é um símbolo da união das famílias e da conexão com os nossos antepassados. A seguir, contamos a sua fascinante história.

A origem do pão

(Fonte: GettyImages / Reprodução)
Conhecemos a técnica do pão há pelo menos 10 mil anos. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Quando pensamos no surgimento do pão, precisamos voltar cerca de 10 mil anos, na época que os seres humanos começaram a praticar a agricultura. Foi nesse período que os humanos passaram a usar os cereais como um elemento essencial da sua dieta. 

Acredita-se que o primeiro pão surgiu por acaso, quando nossos ancestrais misturaram farinha moída com água e tiveram a ideia de cozinhá-la no fogo. Isso deu origem a um pão achatado e duro conhecido como “pão ázimo”. 

Os grãos eram moídos em pedras e misturados em cima de superfícies quentes, que geravam uma farinha grossa. O produto nascido desse processo era nutritivo e fornecia a energia necessária para as árduas tarefas da época. 

O surgimento do fermento

(Fonte: GettyImages / Reprodução)
O fermento possibilitou a criação de um pão mais agradável ao paladar. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Sem dúvida, um dos grandes avanços na história do pão foi a descoberta do fermento. Foi isso que possibilitou que o pão achatado e duro desse espaço a um pão mais esponjoso e agradável ao paladar. 

Não se sabe exatamente quando o fermento foi descoberto, mas temos a certeza que foram os antigos egípcios os primeiros a aproveitá-lo. Provavelmente o fermento foi conhecido por acaso, depois que uma massa crua foi deixada ao ar livre. Isso fez com que microrganismos naturais fermentassem a mistura. Mais tarde, evoluiu-se para o conhecimento da fermentação e da levedura, processos que foram aprimorados pelos gregos e romanos.

Durante a Idade Média, já havia padeiros que utilizavam massas fermentadas como base para novas preparações, abrindo caminho para a panificação moderna. A revolução industrial do século XVIII também influenciou a produção de pão com o uso de novas tecnologias, como os moinhos mecanizados e os fornos industriais.

Assim, o pão, antes feito apenas em pequenas oficinas artesanais, começou a ser produzido em fábricas. Por resultado ele foi se tornando cada vez mais popular entre as pessoas e um alimento onipresente nas casas.

O futuro do pão

(Fonte: GettyImages / Reprodução)
Pães artesanais têm sido cada vez mais consumidos. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Hoje o pão se ressignificou e se multiplicou em vários tipos, voltados a diferentes consumidores e seus paladares. Além do pão industrializado, há toda uma tendência do retorno aos pães artesanais, sem aditivos, e produzido novamente por meio das técnicas mais ancestrais.

Há opções para todos os gostos, como os integrais, os pães sem glúten, o pão Sourdough (feito com massa fermentada através de lactobacilos e leveduras) e os funcionais, que podem incluir sementes, nozes e vegetais em seu preparo, tornando-se ainda mais nutritivos.

A verdade é que, mesmo milhares de anos depois, o pão continua sendo o elemento essencial nas mesas das pessoas, justamente por ser, ao mesmo tempo, tão simples e sofisticado. Que tal comer um agora?

Mais soldados de terracota são encontrados em sítio arqueológico na China

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/mais-soldados-de-terracota-sao-encontrados-em-sitio-arqueologico-na-china

Os Guerreiros de Terracota, o vasto exército de esculturas em tamanho real descoberto em 1974 em Xian, na China, acaba de receber um importante reforço. Segundo o jornal estatal China Daily, pelo menos três guerreiros e três cavalos feitos com a argila marrom-avermelhada, além de duas carruagens, foram desenterrados.

As peças foram descobertas no poço número 2, que abriga unidades de infantaria e cavalaria, próximo ao Mausoléu do Primeiro Imperador Qin, na província de Shaanxi, o túmulo subterrâneo que faz parte do complexo de 56 quilômetros quadrados declarado como Patrimônio Mundial da UNESCO em 1987.

Em 2024, foi comemorado o cinquentenário da descoberta (acidental) desse impressionante sítio arqueológico, descoberto em 29 de março de 1974, por agricultores locais, que se depararam com uma cabeça de terracota esculpida enquanto cavavam um poço.

Quantos são os guerreiros de terracota?

Entre os soldados, foi descoberto pela primeira vez um oficial de alta patente. (Fonte:Getty Images/Reprodução)
Entre os soldados, foi descoberto pela primeira vez um oficial de alta patente. (Fonte:Getty Images/Reprodução)

Entre as novas descobertas, os pesquisadores descobriram o que acreditam ser uma estátua em terracota de um oficial militar de alta patente, a primeira desse tipo já encontrada no sítio.

Falando ao Global Times, o chefe do projeto de escavação no poço nº 2, Zhu Sihong, afirmou que, "Com base em sua localização, acreditamos que essa figura era provavelmente o comandante militar de mais alto escalão desta unidade".

O diretor do Museu do Mausoléu do Imperador Qin Shi Huang, Li Gang, fez uma estimativa do número atual de guerreiros de terracota desenterrados. "Cerca de seis mil figuras de terracota e cavalos foram desenterrados do poço nº 1 e, com os poços nº 2 e nº 3 incluídos, espera-se que o úmero total se aproxime de oito mil", afirmou o executivo ao Global Times.


O fabuloso exército do Imperador Qin

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Cada soldado do exército de terracota foi esculpido individualmente. (Fonte: Getty Images/Reprodução).

O poço número 2, onde as peças foram encontradas, fica a poucos passos do mausoléu real de Qin Shi Huang. Embora não se saiba o motivo do enterro em massa das estátuas dos guerreiros, especula-se que seja uma tentativa simbólica de proteger o imperador em sua vida após a morte.

O que mais chama a atenção nessa notável coleção é que, apesar de os artesãos terem usado moldes para criar partes do corpo, como braços, pernas e cabeças, cada soldado foi esculpido individualmente. Ou seja, os artesãos detalharam manualmente os rostos, os cabelos, as roupas e as expressões faciais individualmente.

O período retratado nas peças de cerâmica representa a primeira unificação dos inúmeros estados em guerra na China no ano 221 a.C. Parece que Qin Shi Huang se orgulhava imensamente das suas conquistas e decidiu deixar uma obra para impressionar a posteridade sobre o seu poder e sucesso como imperador. E conseguiu.

Por que as orelhas dos elefantes são tão grandes?

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/ciencia/por-que-as-orelhas-dos-elefantes-sao-tao-grandes

Os elefantes são realmente animais muito intrigantes: eles têm o que parece ser um quinto membro que funciona como um nariz gigante, com o qual são capazes até de pegar coisas do chão. Mas talvez a sua c

Por que elas são assim? Será que são exageradas ou essas orelhas que parecem leques servem para alguma coisa em específico? A seguir, esclarecemos todas as dúvidas sobre esse órgão incrível.

As maiores orelhas do reino animal

A orelha do elefante ajuda a regular a sua temperatura. (Fonte: GettyImages / Reprodução)
A orelha do elefante ajuda a regular a sua temperatura. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Pertence a uma espécie de elefante a honra de portar as maiores orelhas de todo o mundo animal. O elefante africano, chamado de Loxodonta africana, é considerado o maior mamífero terrestre do mundo e tem as orelhas igualmente imensas. Elas são tão grandes que respondem por 20% da área de superfície total do seu corpo.

A razão de terem orelhas tão grandes é funcional: preservar a temperatura do corpo. Esses elefantes andam diariamente por cerca de 25 quilômetros, mas podem viajar até 190 quilômetros se quiserem. Isso significa que eles circulam por uma diversidade de habitats, que vão de savanas e pastagens a florestas, até os mais quentes, que são o deserto e as regiões áridas.

Por isso, o ideal é que mantenham sua temperatura corporal em 36 °C. E é aí que entram suas enormes orelhas. Estes animais evoluíram para que elas servissem para a manutenção da temperatura corporal quando as condições ambientais esquentam.

Os benefícios de uma grande orelha

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Proporcionalmente, as maiores orelhas entre os animais são as do jerboa de orelhas longas. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Orelhas deste tamanho possuem muitos vasos sanguíneos que ficam em uma área mais fina da pele, tornando mais fácil que elas descarreguem calor. Observe, por exemplo, as orelhas de um urso polar, que possuem a característica oposta: por serem muito pequenininhas, elas conseguem conservar o calor. 

Ter uma orelha grande e fina significa também que ela tem uma área de superfície maior, apresentando mais oportunidade de dissipar calor. Estima-se que elas consigam circular cerca de 12 litros de sangue por minuto, o que favorece o resfriamento. 

Proporcionalmente, o elefante africano só perde em tamanho da orelha para um pequeno roedor chamado jerboa de orelhas longas. Esse animalzinho do deserto tem orelhas que são um terço maiores que sua cabeça.

Nativo dos desertos do sul da Mongólia e noroeste da China, o jerboa de orelhas longas também usa suas orelhas gigantes para manter a temperatura corporal. Além disso, suas pernas também se adaptaram para poder viver neste habitat, e são longas como as dos cangurus.

Imigração japonesa no Brasil: saiba a história da maior comunidade japonesa fora do japão

 Do site: https://selecoes.ig.com.br/curiosidades/imigracao-japonesa-no-brasil-saiba-a-historia-da-maior-comunidade-japonesa-fora-do-japao/



Saiba como começou a imigração japonesa no Brasil, que se tornou o país com o maior número de japoneses fora do Japão.

O bairro da liberdade, em São Paulo, está entre os maiores símbolos da imigração japonesa. - Reprodução / Leila Simões
O bairro da liberdade, em São Paulo, está entre os maiores símbolos da imigração japonesa. - Reprodução / Leila Simões

A relação entre Brasil e Japão é marcada por laços históricos, culturais e afetivos, de modo que o Brasil abriga hoje a maior comunidade japonesa fora do Japão, um resultado direto da imigração que começou há mais de um século. Essa trajetória, celebrada dia 18 de junho, no Dia da Imigração Japonesa, foi repleta de desafios, conquistas e culminou em um intercâmbio cultural que moldou parte importante da identidade brasileira.

O começo da imigração japonesa para o Brasil

A história da imigração japonesa no Brasil teve início oficialmente em 18 de junho de 1908, quando o navio Kasato Maru atracou no porto de Santos, em São Paulo, trazendo os primeiros 781 imigrantes japoneses. A maioria deles era composta por camponeses, que embarcaram rumo ao Brasil devido a promessas de trabalho nas lavouras de café. O país, por sua vez, passava por um período de escassez de mão de obra, após a abolição da escravatura, e via na imigração uma solução para a retomada do crescimento agrícola.

Ao chegarem ao Brasil, os imigrantes japoneses encontraram uma realidade dura,  condições de trabalho precárias, dificuldades de comunicação e preconceito racial. Muitos acabaram trocando as fazendas pelas cidades em busca de melhores condições de vida e mesmo com os entraves, persistiram e se adaptaram ao novo país.

Expansão da imigração

Ao longo das décadas, a imigração japonesa cresceu consideravelmente. Estima-se que mais de 250 mil japoneses tenham vindo ao Brasil até meados dos anos 1970. Atualmente, a estimativa é de que há cerca de 2 milhões de nipo-brasileiros, descendentes desses primeiros imigrantes, vivendo no Brasil, em especial nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Pará.

O Dia da Imigração Japonesa

A contribuição dos japoneses para a cultura brasileira é reconhecida e celebrada todos os anos na data 18 de junho, o Dia da Imigração Japonesa. Em São Paulo, o bairro da Liberdade é um dos maiores símbolos dessa herança, sendo considerado um pedaço do Japão em pleno coração da maior metrópole do Brasil. Mais do que uma história de imigração, a trajetória da comunidade japonesa no Brasil é um exemplo de convivência multicultural bem-sucedida.


Lançamento de foguete coreano no Brasil é adiado; entenda

 Do site: https://selecoes.ig.com.br/curiosidades/lancamento-de-foguete-coreano-no-brasil-e-adiado-entenda/

Saiba o motivo pelo qual o lançamento do foguete coreano em solo brasileiro foi adiado e conheça a nova data de lançamento.

Foguete coreano em sítio de lançamento em solo brasileiro.
O adiamento do lançamento do foguete mostra a complexidade da operação. - Reprodução / Divulgação / FAB

O lançamento do foguete Hanbit-Nano, projeto da empresa sul-coreana Innospace,  programado para ocorrer no Centro de Lançamento de Alcântara no Maranhão, foi mais uma vez adiado por motivos técnicos que envolvem a substituição de um componente no sistema da espaçonave. 

Entenda o lançamento do foguete em solo brasileiro

O Hanbit-Nano é um veículo orbital de dois estágios desenvolvido pela Innospace com o objetivo de colocar em órbita cinco satélites e três experimentos científicos. A missão, batizada de Spaceward, faz parte de uma parceria entre a Innospace, a Agência Espacial Brasileira, AEB, e o Comando da Aeronáutica, com o suporte logístico do estabelecimento brasileiro de lançamentos.

A operação vem atraindo atenção porque marca um novo capítulo na presença de empresas privadas no mercado espacial brasileiro e global, abrindo portas para serviços comerciais de transporte de pequenos satélites em órbita baixa da Terra. A base de Alcântara é considerada estratégica por sua localização próxima à linha do Equador, o que confere vantagens técnicas e econômicas nos lançamentos.

O adiamento desta quarta-feira, 17/12, ocorreu porque as equipes detectaram a necessidade de substituir um componente na unidade de resfriamento do sistema de alimentação do foguete, etapa considerada importante para garantir a segurança e a confiabilidade da missão.

Uma nova data de lançamento já foi estipulada

O adiamento reforça a complexidade envolvida em qualquer operação espacial, especialmente em lançamentos inéditos. Apesar disso, uma nova data definida pela empresa para a decolagem: 19 de dezembro de 2025, sexta-feira, às 15h34 (horário de Brasília), dentro da janela de lançamentos que vai até o dia 22

Samsung Galaxy S26 Ultra promete redefinir o mercado com IA e câmeras de última geração

 Do site: https://www.mixvale.com.br/2026/01/02/samsung-galaxy-s26-ultra-promete-redefinir-o-mercado-com-ia-e-cameras-de-ultima-geracao/amp/


O mercado de tecnologia aguarda com grande expectativa as inovações que a Samsung planeja introduzir com o lançamento do Galaxy S26 Ultra em 2026. A estratégia da empresa visa consolidar sua liderança no segmento premium, estabelecendo novos padrões para a experiência móvel e desafiando diretamente os concorrentes com um aparelho focado em desempenho e inteligência artificial.

Analistas do setor preveem que o dispositivo não apenas elevará os níveis de produtividade, mas também transformará a interação diária por meio da tecnologia. As expectativas se concentram em melhorias substanciais no processamento, design e, principalmente, na autonomia da bateria, buscando atender às demandas dos consumidores mais exigentes.

Com o lançamento do Galaxy S26 Ultra, a Samsung posiciona a inovação como um pilar central, com avanços que impactam desde tarefas cotidianas até aplicações profissionais e de entretenimento, integrando o aparelho de forma ainda mais profunda ao ecossistema de produtos da marca.

A inteligência artificial como centro da experiência

A Samsung projeta o Galaxy S26 Ultra para ser um marco na integração de inteligência artificial. O objetivo é que a IA atue de forma preditiva, personalizando a interação do usuário e otimizando o desempenho em tempo real, aprendendo continuamente com o comportamento individual para antecipar necessidades.

Rumores indicam que o aparelho será equipado com um processador neural dedicado, permitindo o processamento de informações complexas diretamente no dispositivo. Essa arquitetura integrada não só garante maior privacidade dos dados do usuário, mas também acelera significativamente as operações, oferecendo uma resposta praticamente instantânea.

A personalização profunda será um dos grandes diferenciais. A IA aprenderá os hábitos do usuário para otimizar recursos como bateria e memória, sem depender constantemente da nuvem. Essa capacidade aumentará a eficiência e a segurança das informações, tornando o smartphone um assistente verdadeiramente inteligente.

Avanços fotográficos que transformam a captura de imagens

O sistema de câmeras do Samsung Galaxy S26 Ultra é um dos aspectos mais aguardados, e as previsões apontam para um salto tecnológico significativo. A Samsung deve investir em novos sensores com capacidade aprimorada de captura de luz e estabilização óptica e eletrônica avançada.

Isso permitirá a captura de fotos e vídeos com qualidade profissional, mesmo em condições de iluminação desafiadoras. A inteligência artificial desempenhará um papel crucial no pós-processamento de imagens, refinando detalhes, otimizando cores e texturas para resultados superiores.

Além disso, a IA oferecerá recursos de edição avançados com mínima intervenção do usuário, simplificando a criação de conteúdo de alta qualidade para todos. Essa abordagem democratiza a fotografia em um novo patamar, permitindo que qualquer pessoa capture imagens impressionantes.

Um eclipse solar de longa duração vai deixar a Terra escura; saiba quando

 Do site: https://selecoes.ig.com.br/curiosidades/um-eclipse-solar-de-longa-duracao-vai-deixar-a-terra-escura-saiba-quando/


Um eclipse solar total raro e de longa duração está marcado deverá deixar a Terra escura de forma excepcional. O fenômeno promete projetar a sombra da Lua sobre a Terra e deixar parte do planeta em escuridão por mais de cinco minutos em pleno dia, um espetáculo cósmico aguardado por cientistas e entusiastas da astronomia.

Quando o fenômeno vai ocorrer?

Marcado para ocorrer em em 2 de agosto de 2027, nesse eclipse solar total, o disco da Lua passará exatamente na frente do Sol, bloqueando sua luz direta e criando uma fase de totalidade, quando o dia parece virar noite, que pode chegar a 6 minutos e 23 segundos em alguns pontos do planeta, o que o torna um dos eclipses mais longos deste século.

O fenômeno já está sendo descrito como “o eclipse do século”, porque combina fatores raros da dinâmica orbital entre a Terra, a Lua e o Sol: no dia do evento a Terra estará no afélio, seu ponto mais distante do Sol, fazendo o astro parecer menor no céu, enquanto a Lua estará no perigeu, sua posição mais próxima à Terra, aparentando um disco maior. Essa confluência torna possível uma totalidade muito prolongada, bem acima da média de eclipses totais, que geralmente não ultrapassam três minutos de escuridão absoluta.

A ideia de escuridão total é algo extremo, porém, a expectativa é de que o ‘apagão’ seja limitado a uma faixa estreita de cerca de 258 a 270 quilômetros de largura que se estenderá por mais de 15 mil quilômetros sobre a superfície terrestre. Essa trilha de totalidade cruzará dez países em três continentes, oferecendo vistas espetaculares em locais como Egito, Espanha, Marrocos e Arábia Saudita. 


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Você sabia que o Tocantins tem menos de 40 anos e é o estado mais "jovem" do Brasil? Entenda por quê

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Bandeira do Tocantins

A criação do estado só aconteceu na década de 80. - Freepik

história do Brasil é muito rica e fascinante, o que significa que sempre há um novo fato curioso para se descobrir! Por exemplo, uma informação que nem todo brasileiro conhece é de que o estado do Tocantins é considerado o mais 'jovem' do país!

Isso porque Tocantins tem menos de 40 anos de existência, e você descobre mais sobre o estado logo a seguir. 

Entenda porque o Tocantins é o estado mais 'jovem' do Brasil

O dia 05 de outubro de 2025 marcou 37 anos desde a criação de Tocantins, que antes pertencia a Goiás. De acordo com o G1 e o Tribunal de Contas do Tocantins, o desejo por autonomia já existia bem antes da oficialização do território como uma unidade federativa. A criação do estado só veio a acontecer na Constituição de 1988. 

No século XVIII, sendo conhecido como Araés, a região era um dos grandes focos da exploração de ouro. No entanto, o território sofreu uma crise com a decadência da mineração, sendo abandonada por parte da população.

Assim, para incentivar o povoamento e facilitar a administração, a Capitania de Goiás foi dividida entre a Comarca do Sul e a Comarca do Norte, chamada também de Comarca de São João das Duas Barras. O desembargador Joaquim Theotônio Segurado foi nomeado como ouvidor da região, e defendia sua autonomia política.

Foi ainda nessa época, em 1821, que os movimentos de separação começaram. A busca pela autonomia atravessou décadas, mas não conseguia realmente se concretizar. Na década de 1970, liderado por Siqueira Campos, o movimento voltou a ganhar força, o que deu início a um período de intensos debates, sucessivas rejeições de projetos e uma mobilização popular cada vez mais forte.

Foi apenas em 1987, após Siqueira Campos ser eleito deputado constituinte, que ele conseguiu e apresentou à Assembleia mais de 80 mil assinaturas em apoio à criação do novo estado.  A votação e aprovação aconteceram ainda em 87, mas o nascimento de Tocantins como estado só veio com a Constituição de 1988, tendo Siqueira Campos como seu primeiro governador. 

Essa é uma versão mais resumida da historia desse estado, que com certeza merece a sua atenção caso deseje estudar de forma detalhada. Existem excelentes livros sobre a história do Brasil que você pode aproveitar e conhecer!







Nasa se prepara para a missão Artemis 2 à Lua

 Do site: https://selecoes.ig.com.br/curiosidades/quando-sera-lancada-a-missao-artemis-ii-da-nasa-conheca-detalhes/

Quando será lançada a missão Artemis II, da Nasa? Conheça detalhes


Conheça detalhes sobre a missão Artemis II da Nasa, que promete enviar astronautas à lua ainda em 2026.


Tripulação da missão Artemis II.
A missão marca o retorno da exploração lunar. - Reprodução / Divulgação / Nasa

A Agência Espacial Norte-Americana prepara o lançamento da missão Artemis II em 2026, um dos eventos mais importantes da exploração espacial nas últimas décadas. A missão simboliza o retorno de astronautas à proximidade da Lua mais de 50 anos depois da última missão tripulada do programa Apollo, e vai incluir uma série de marcos históricos na história da corrida espacial. 

Quando a missão vai acontecer?

A Artemis II está planejada para decolar entre fevereiro e abril de 2026, período em que a “janela de lançamento” estará aberta para que a espaçonave Orion e o foguete Space Launch System deixem a órbita terrestre rumo a um voo ao redor da Lua. A NASA ainda não fixou uma data exata, mas a meta oficial é que o lançamento ocorra até abril do próximo ano, com possibilidade de ser antecipado para início de fevereiro se todos os sistemas e a equipe estiverem prontos. 

A missão deve durar cerca de 10 dias e não prevê um pouso na superfície lunar, mas sim um sobrevoo tripulado que levará a Orion à órbita lunar e de volta à Terra. Após a decolagem no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, a nave deverá completar testes de sistemas em órbita terrestre nos primeiros dias antes de iniciar a chamada “injeção translunar”, que a colocará na trajetória ao redor da Lua. Ao alcançar o ponto mais distante, a viagem levará a cápsula a mais de 370 mil quilômetros da Terra, próximo do lado oculto do satélite natural. 

Essa trajetória inclui a utilização de um padrão gravitacional conhecido como “livre retorno”, que aproveita a força gravitacional da Lua e da Terra para permitir que a Orion retorne ao planeta sem a necessidade de grande consumo de combustível. A reentrada de volta à atmosfera culminará com a amerissagem no Oceano Pacífico, próxima à costa da Califórnia, onde equipes da NASA e do Departamento de Defesa resgatarão os astronautas.

A missão da NASA está atraindo atenção global não apenas pelo retorno à Lua após cinco décadas, mas também por representar um avanço na exploração espacial humana e por possuir tripulação mais diversa, com um astronauta negro e a primeira mulher a integrar uma equipe para uma missão desse estirpe.