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segunda-feira, 20 de março de 2017

8 aparelhos que tinham tudo para estourar, mas acabaram fracassando

Do site: https://www.tecmundo.com.br/historia/115099-8-aparelhos-tinham-tudo-estourar-acabaram-fracassando.htm?utm_source=baixaki.com.br&utm_medium=home&utm_campaign=destaques



1) Apple Newton (1993)

Steve Jobs retornou à Apple em 1998 após ter sido expulso pelo conselho de diretores, mas isso você já deve saber. O que pode ser novidade é que uma das primeiras ações dele foi descontinuar um aparelho chamado Newton. Ele era mesmo problemático, isso não há como negar — e no pouco tempo de mercado, ao menos ajudou a criar um segmento de mercado.
O Newton MessagePad foi um dos primeiros assistentes pessoais digitais, ou agendas eletrônicas. Ele reconhecia escritas manuais na tela com o uso de uma caneta especial, o que seria incrível se logo esse recurso não fosse o que mais dava defeito. Cobrar US$ 699 foi considerado um absurdo e, por demorar para sair dos laboratórios para as prateleiras, o aparelho não teve qualquer chance de sucesso.

2) IBM Simon (1994)

Esse é considerado o primeiro smartphone do mundo, existindo antes mesmo de o próprio termo ser criado. O Simon saiu em 1994 com uma tela sensível ao toque de 4,5" com 160x293 pixels e 1 MB de RAM. Além de celular, ele acumulava funções de assistente digital, cliente de email e muito mais.
A conclusão geral é de que o Simon surgiu na época errada. Ele era pesado, enorme e muito, muito caro, pouco mais de 1 mil dólares. Ele foi descontinuado por conta do fracasso comercial, mas entrou para a História e hoje é até peça de museu.

3) Amazon Fire Phone (2014)

Esse smartphone foi um dos poucos erros da Amazon no mercado — mas que foi tão grande que ela nunca mais tentou. O Fire Phone tinha uma interface em 3D com base no giroscópio e em quatro câmeras frontais, que garantia uma perspectiva única de navegação e efeitos bem interessantes de acordo com o ângulo em que você pegava o celular.
Outro recurso original era o Firefly, que reconhecia objetos pela câmera e relacionava eles com produtos à venda na Amazon. Só que a tela HD de 4,7", o chip quad-core e os 2 GB de RAM já estavam ultrapassados. Depois de cortes bruscos no preço, ele parou de ser vendido em 2015.

4) Nokia N-Gage (2003)

Nokia já não era mais a mesma gigante dos feature phones em 2003 e arriscou muito para se recuperar. O N-Gage era uma mistura de portátil para games, celular e MP3 player, só que no fim das contas não fazia nenhuma das três coisas direito.
O design mais horizontal deixava as chamadas telefônicas bem desconfortáveis e a tela era pequena em comparação aos botões. Já a biblioteca de games era bem reduzida e apanhava da concorrência — o máximo eram 60 jogos. A função de tocar músicas não era ruim, mas não chegava nem perto de um certo iPod que já existia havia dois anos. Ah, e ele foi lançado custando 299 dólares, três vezes mais que o grande rival Game Boy Advance. A Nokia foi teimosa, mesmo com as baixas vendas, e tentou lançar uma segunda versão chamada N-Gage QD, mas encerrou a produção de vez em 2010.

5) Google Nexus Q (2012)

Google acelerou para ter um dispositivo de Internet das Coisas antes do tempo e se deu mal. O Nexus Q era um acessório esférico que seria um rival da Apple TV, mas nem chegou a ser lançado. Ele foi apresentado na Google I/O de 2012 e quem participou do evento levou um para casa.
Quem fez a pré-venda recebeu o produto de graça, e essas foram as únicas unidades distribuídas. Ele era um dispositivo de streaming misturado com centro de mídia, mas tinha pouquíssimas funções. Ele não se conectava a nenhum app externo, tipo Netflix, e só operava com Google Play Música, Google Play Filmes e YouTube. A morte prematura ao menos serviu para a empresa repensar todo o conceito e anos depois lançar o excelente Chromecast.

6) Google Glass (2013)

Os óculos inteligentes Google Glass deixaram claro desde o começo que eles seriam um fracasso ou uma revolução. E, como você não vê ninguém por aí com eles, já dá para imaginar qual foi o resultado. A ideia era que ele fosse uma extensão do seu smartphone, exibindo conteúdos para você em pequenas telas na frente da lente e ao mesmo tempo gravar o seu campo de visão com uma câmera.
Os comandos podiam ser de voz ou usando um pequeno trackpad na lateral da armação. Vários testadores receberam o aparelho e criticaram muito a duração da bateria, sem contar os problemas de privacidade de quem era filmado. No fim das contas, ele nem foi comercializado em massa e rapidamente sumiu. A Google ainda tenta dar sobrevida aos óculos com foco em fábricas, mas já de forma discreta.

7) Microsoft Zune (2006)

O Zune foi a tentativa da Microsoft de entrar no mercado de MP3 players. E muita gente jura que ele era melhor que o iPod em vários aspectos. A interface mais completa e o visual agradaram muitos consumidores, mas não foi o suficiente para garantir a sobrevivência da marca.
Depois de quatro gerações, o Zune foi descontinuado em 2011 e durou mais quatro anos como serviço de streaming. No fim da vida, ele nem chegou perto de arranhar a soberania do iPod e de smartphones que já funcionavam para tocar música.

8) HP TouchPad (2011)

HP TouchPad é um recordista em um sentido negativo: ele só teve 49 dias de vida. O tablet tinha tudo para estourar especialmente por conta do sistema operacional webOS, feito em parceria com a Palm, mas aí veio um combo de erros da HP. Primeiro, ela demorou seis meses entre o evento de apresentação do produto e o lançamento, o que esfriou o interesse e fez o produto encalhar nas lojas.
Segundo, o webOS foi feito às pressas e o resultado foi algo funcional, mas muito lento. Menos de dois meses depois, o webOS foi descontinuado e as unidades restantes TouchPad entraram em queima de estoque.

Apple perde mais de 50% dos consumidores do iPhone em 2016

Do site: http://exame.abril.com.br/tecnologia/apple-perde-mais-de-50-dos-consumidores-do-iphone-em-2016/


Fabricantes que vendem celulares mais baratos, como Samsung e Alcatel, tiveram aumento de parcela de mercado no ano passado

São Paulo – O iPhone que você queria comprar no ano passado ficou para depois? Você não está sozinho. De acordo com a consultoria Counterpoint, a Apple perdeu mais de 50% dos seus consumidores no Brasil em 2016.
A parcela de mercado da empresa passou de 8,3% em 2015 para 3,8% no ano passado.
A consultoria aponta a crise econômica que assolou o país em 2016 como principal razão para a redução de compras de smartphones de alto valor, como o iPhone.
Em contrapartida, fabricantes que vendem celulares de menor custo viram sua parcela de mercado aumentar.
A Samsung passou de 40% para 46,7% de 2015 para 2016, em parte, graças a linha Galaxy J. Motorola, na segunda posição no ranking, se manteve com 13% e LG teve queda, passando para a terceira colocação.
Com a queda da Apple e o aumento das vendas de celulares mais baratos, a Alcatel passou a Apple no Brasil. A companhia, que comercializa produtos como o Idol 4, teve parcela de mercado de 5,5%. Em 2015, eram apenas 3,6%.
Com isso, temos o seguinte cenário em 2016:
1º lugar: Samsung (46,7%)
2º lugar: Motorola (12,9%)
3º lugar: LG (12,4%)
4º lugar: Alcatel (5,5%)
5º lugar: Apple (3,8%)
6º lugar: Outras (18,7%)
Segundo levantamento da IDC Brasil, o gasto médio com smartphones no Brasil foi de 962,96 reais no terceiro trimestre do ano passado.
O iPhone 7, aparelho mais recente da Apple, custa a partir de 3.499 reais. O modelo mais barato à venda na loja de Apple no país, o iPhone SE de 16 GB, tem preço de 2.499 reais.

quarta-feira, 1 de março de 2017

SpaceX anuncia que levará dois turistas ao redor da Lua em 2018

Do site: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/spacex-anuncia-que-levara-turistas-ao-redor-da-lua-em-2018.ghtml


Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)
Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)
A empresa americana SpaceX anunciou nesta segunda-feira (27) que chegou a um acordo com duas pessoas para realizar uma viagem ao redor da Lua em 2018.
"Estamos entusiasmados de anunciar que fomos contactados por dois cidadãos para realizar uma viagem ao redor da Lua no final do ano que vem", diz um comunicado do fundador e presidente da empresa, Elon Musk, que também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla. Segundo a nota, as duas pessoas já pagaram uma quantia "significativa" para a missão.
"Como os astronautas da Apollo antes deles, esses indivíduos vão viajar ao espaço carregando esperanças e sonhos de toda a humanidade, impulsionados pelo espírito humano universal de exploração", acrescenta.
Musk informa que no final deste ano começarão testes de aptidão física e de saúde, bem como um treinamento. Segundo ele, após os resultados dos testes serão divulgadas mais informações sobre a equipe de voo.
A viagem será feita com a Dragon 2, uma nave espacial em desenvolvimento para astronautas da Nasa, e o foguete Falcon Heavy, de carga pesada e que ainda não voou. Seu primeiro teste será feito no verão do hemisfério Norte.
A SpaceX é uma das empresas contratadas pela NASA para levar suplementos à Estação Espacial Internacional, um laboratório de pesquisas de 100 bilhões de dólares que orbita 400 quilômetros acima da Terra.

Veja como é o novo Nokia 3310: a cobrinha ficou, mas agora ele tira foto

Do site: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/03/01/veja-como-e-o-novo-velho-nokia-3310-mantem-a-cobrinha-mas-agora-tira-foto.htm

Por: Lilian Ferreira*
Do UOL, em Barcelona


Pois é, o Nokia 3310 voltou! O celular queridinho dos brasileiros será relançado no segundo trimestre do ano, ou seja, entre abril e junho, por € 49 (R$ 170), em 120 países do mundo.
Uma coisa sobre ele todo mundo já sabe: sim, teremos o jogo da cobrinha, o Snake, de volta! 


Mas ele não é exatamente igual ao do velho 3310. Agora é colorido e os gráficos são melhores, com frutas e não pixels da tela, como você pode ver acima.
E o que mais ele tem (ou não tem)? O UOL Tecnologia correu para o estande da Nokia para pegar o celular e conferir tudo.
A bateria do celular que era conhecida por durar muito agora promete ser quase imbatível -- 22 horas para falar e até um mês em standby.
Isso não dá para testar, por enquanto, mas como é um celular com tela de 2,4 polegadas (a tela é o que mais gasta bateria em smartphones, além do Wi-Fi --que este aparelho não tem), é bem possível que o pessoal da HMD, empresa finlandesa que atualmente é dona da marca Nokia, tenha conseguido.
O design mudou, está mais fino e leve (pesa quase metade do que o tijolão), mas ainda é muito similar. Apesar de existirem mais cores, a azul, característica da marca está presente. Não deu para testar também se ele continua indestrutível, mas sua estrutura de plástico parece bem firme.
Ele tem entrada MicroUSB, o que já ajuda muito e você pode usar os carregadores que tem em casa. E, como eu já falei antes, a tela agora é colorida!
Lilian Ferreira/UOL
A tela agora é colorida
Já a navegação é muito parecida com a do 3310 dos anos 2000: interface simples e direta com ícones para cada opção. Não tem o sistema Android, nem tela touch.
Lilian Ferreira/UOL
Menu principal mostra as opções: conectividade, contatos, fotos, internet, mensagens, jogos e mais
Não tem também loja de aplicativos para você baixar milhões de apps. Os recursos são aqueles básicos de antigamente, mas agora com rádio e MP3 player.
 
Lilian Ferreira/UOL
Vem com calendário, contatos, calculadora, câmera, conversor, timer, entre outras opções
 
Apesar de não ter Wi-Fi, ele tem opções de conectividade.
Lilian Ferreira/UOL
Conectividade do Nokia 3310 versão 2017: modo avião, entrada para dois chips e bluetooth
Se você está se perguntando se ele tem internet, bem... Tem, a versão WAP, que permite acessar alguns sites de maneira muito simples -- era o modo usual de se conectar à internet móvel no começo do século.
Lilian Ferreira/UOL
Nokia 3310 vem com navegador wap Opera Mini, lembra dele?
Mas agora o 3310 tem câmera. Só traseira, é verdade, e com 2 MP. 
Lilian Ferreira/UOL
Câmera tem poucos pixels, mas tem zoom e faz vídeo
Por último, fui ver os idiomas que estavam disponível no aparelho, vai que tinha português? Mas não...
Lilian Ferreira/UOL
Nokia 3310 está em mais de seis línguas, mas não tem em português. Será um sinal de que não vem para cá?

Nokia revela novos smartphones Nokia 6, Nokia 5 e Nokia 3 na MWC 2017

Do site: https://www.tecmundo.com.br/nokia/114600-nokia-revela-novos-smartphones-nokia-6-nokia-5-nokia-3-mwc-2017.htm?utm_source=baixaki.com.br&utm_medium=home&utm_campaign=destaques


Neste domingo (26), a HMD Global aproveitou sua passagem pela MWC 2017 para apresentar todos os detalhes dos novos smartphones Nokia para o mercado internacional. Ao todo, quatro aparelhos tiveram destaque durante a conferência — sendo três smartphones Android e uma reedição do clássico featurephone Nokia 3310.
Aqui nesta matéria, você confere mais detalhes sobre os smartphones Android, que serão vendidos com a versão Nougat do sistema operacional — sendo ele puro, sem modificações criadas pela fabricante da companhia. Está curioso? Então confira um pouco mais sobre cada um deles logo abaixo deste parágrafo.

Nokia 6

O Nokia 6 não é exatamente uma novidade. Ele foi lançado no mercado chinês recentemente e conseguiu atrair os holofotes de todo o mundo após se esgotar em poucos minutos. Agora, ele está sendo trazido para o mercado ocidental e deve se tornar um dispositivo global nos próximos meses. Vale dizer ainda que uma versão especial "Arte black" está sendo lançada na Europa, contando com maiores capacidades de memória RAM e de armazenamento.
Na Europa, cada unidade do Nokia 6  vai ser vendida por € 229 (R$ 752). Além disso, a versão Arte Black custará € 299 (R$ 982). Ele deve chegar às lojas ainda no segundo trimestre deste ano, mas não há previsão de quando veremos a novidade no Brasil.

Especificações técnicas

  • Tela: IPS LCD de 5,5 polegadas
  • Resolução: 1920x1080 pixels
  • Processador:  Qualcomm Snapdragon 430
  • Memória RAM: 3 GB (4 GB na versão Arte Black)
  • Memória de armazenamento:  32 GB (64 GB na versão Arte Black)
  • Câmera traseira: 16 MP
  • Câmera frontal: 8 MP
  • Bateria: 3.000 mAh

Nokia 5

Assim como o Nokia 6, o Nokia 5 também tem design de qualidade e criado em uma carcaça "unibody". Esta versão é um pouco mais simples que o modelo acima, tendo tela de 5,2 polegadas e resolução HD. Apesar de ter menos RAM do que o Nokia 6 (2 GB, contra 3 GB), o Nokia 5 traz o mesmo processador Snapdragon 430 para os consumidores.
O Nokia 5 chegará à Europa por € 189 (R$ 620). Ele deve chegar às lojas ainda no segundo trimestre deste ano, mas não há previsão de quando veremos a novidade no Brasil.

Especificações técnicas

  • Tela:  IPS LCD 5,2 polegadas
  • Resolução: 1280x720 pixels
  • Processador:  Qualcomm Snapdragon 430
  • Memória RAM: 2 GB
  • Memória de armazenamento: 16 GB
  • Câmera traseira:  13 MP
  • Câmera frontal:  8 MP
  • Bateria: 3.000 mAh

Nokia 3

Para fechar a lista de smartphones apresentados durante a MWC 2017, o aparelho de entrada Nokia 3 apareceu com alguns recursos bem interessantes. Assim como seus "irmãos maiores", o aparelho possui design de alta qualidade e "toque artesanal". Um dos grandes destaques está na câmera frontal de 8 MP, que promete dar boas ferramentas para que os consumidores tenham ótimos resultados.
Cada unidade vai chegar à Europa por € 139 (R$  456). Ele deve chegar às lojas ainda no segundo trimestre deste ano, mas não há previsão de quando veremos a novidade no Brasil.

Especificações técnicas

  • Tela: IPS LCD de 5 polegadas
  • Resolução: 1280x720 pixels
  • Processador: MediaTek MT6737
  • Memória RAM: 2 GB
  • Memória de armazenamento: 16 GB
  • Câmera traseira: 8 MP
  • Câmera frontal: 8 MP
  • Bateria: 2.650 mAh

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Fenda gigantesca na Antártica cresceu 28 quilômetros em 2 meses

Do site: http://veja.abril.com.br/ciencia/fenda-gigantesca-na-antartica-cresce-28-quilometros-em-2-meses/



Segundo os cientistas, a ruptura de um bloco de 5.000 km², criará um dos dez maiores icebergs do mundo

Uma imensa rachadura em uma das cinco maiores plataformas de gelo da Antártica tem avançado rapidamente e está a ponto de originar um gigantesco iceberg. De acordo com os cientistas, desde a segunda metade de dezembro, a fenda na plataforma de gelo Larsen C cresceu 28 quilômetros em comprimento. Atualmente, a rachadura tem 175 quilômetros de extensão e apenas vinte quilômetros de gelo impedem que um bloco de 5.000 quilômetros quadrados se solte da plataforma e se transforme e um dos dez maiores icebergs do globo.

“O iceberg deve se soltar nos próximos meses”, afirmou a equipe de cientistas britânicos do Projeto Midas, que monitora a rachadura por meio de imagens de satélite e radares, em comunicado. Segundo os pesquisadores, o desprendimento do iceberg irá mudar fundamentalmente a paisagem da Antártica.
Como o bloco de gelo flutuará, ele não deve causar aumento no nível dos oceanos – contudo, futuras rupturas causadas pelo desprendimento podem levar ao descongelamento de geleiras e, como a água dessas últimas são integradas aos mares, podem levar ao aumento do nível.
Nasa registra plataforma de gelo Larsen C Ice Shelf, na Antártica, se onde se desprenderá um enorme iceberg
Nasa registra plataforma de gelo Larsen C, na Antártica, se onde se desprenderá um enorme iceberg. (Nasa/Divulgação)

Mudanças geográficas

Plataformas de gelo flutuam no mar, na extremidade da geleiras, com uma espessura de centenas de metros. Por não estarem sobre a terra, pedaços podem se desprender. Os cientistas temem que a perda dessas plataformas ao redor do continente permita que, futuramente, geleiras internas se mexam mais rápido em direção ao mar, à medida que as temperaturas aumentem devido às mudanças climáticas.
Os pesquisadores têm acompanhado a rachadura em Larsen C por muitos anos. Nos últimos meses, porém, passaram a observá-la com atenção em razão de colapsos das plataformas de gelo Larsen A, em 1995, e Larsen B, em 2002.
Segundo os cientistas, o fenômeno que pode levar à ruptura do iceberg não é climático, mas geográfico. É provável que as mudanças climáticas tenham antecipado o rompimento, mas talvez não sejam a causa do fenômeno
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