Total de visualizações de página

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Android passa Windows e se torna o sistema operacional mais usado do mundo

DO Site: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/android-passa-windows-e-se-torna-o-sistema-operacional-mais-usado-do-mundo.ghtml

Android Nougat é o nome do novo sistema operacional do Google. (Foto: Divulgação/Google)


Android Nougat é o nome do novo sistema operacional do Google. (Foto: Divulgação/Google



droid, do Google, passou o Windows e se tornou o sistema operacional mais usado do mundo em março de 2017, informou a StatCounter em relatório divulgado nesta segunda-feira (3). É a primeira vez desde que foi lançado na década de 1980 que o topo não é ocupado pelo software da Microsoft.
O levantamento da firma de análise considera computadores, notebooks, tablets e smartphones. O Android estava em 37,93% dos aparelhos, enquanto o Windows equipava 37,91% deles.
“Esse é um marco histórico na história da tecnologia e o fim de uma era”, comentou, em nota, Aodhan Cullen, presidente-executivo da StatCounter.
“Marca o fim da liderança da Microsoft em todo o mundo do mercado de sistemas operacionais que já dura desde de os anos 1980. Também representa uma maior ruptura par ao Android, que tinha apenas 2,4% do uso de internet no mundo há cinco anos.” A título de comparação, em março de 2012, o Windows era o sistema operacional de quatro a cada cinco dispositivos analisados.
A dança das cadeiras ocorre devido ao avanço do smartphone, que se tornou o aparelho conectado mais usado para acessar a internet. Tanto é que o Windows ainda é o sistema operacional de 84% dos computadores e notebooks.
A predileção dos asiáticos pelo Android também ajudou. Na Ásia, o sistema do Google está em 52,2% dos aparelhos, enquanto a fatia do Windows é de 29,2%. Na América do Norte e Europa, no entanto, o principal serviço da Microsoft ainda é o mais usado. Na região formada por Estados Unidos, Canadá e México, a presença do iOS, da Apple, ainda é maior que a do Android.

Empresa paga 16 mil euros a quem ficar deitado numa cama dois meses

Do site: http://www.paraiba.com.br/2017/04/05/08488-empresa-paga-16-mil-euros-a-quem-ficar-deitado-numa-cama-dois-meses


05/04/2017 | 12h12min

A possibilidade de ganhar milhares de euros sem sair da cama pode mesmo ser real. O Instituto Espacial de Medicina e Fisiologia de Toulouse, em França, está a procurar voluntários dispostos a passar dois meses numa cama.
Homens entre os 20 e os 45 anos, como um índice corporal de 22 e 27, sem problemas de saúde e não fumadores, estão entre os alvos. O objetivo passa por estudar os efeitos da falta de gravidade no corpo humano.
"Durante as duas primeiras semanas, os nossos cientistas vão desenvolver um conjunto de testes aos voluntários. Os que puderem continuar serão submetidos a um período de 60 dias, no qual deverão permanecer numa cama. Durante esses dois meses, os candidatos devem estar com a cabeça ligeiramente inclinada para trás, a menos de seis graus", explicou ao jornal online "20 Minutes", o médico Artaud Beck.
Este ensaio, financiado pela Agência Espacial Europeia, decorrerá entre setembro e novembro, e completa a primeira fase de testes, que se iniciou a 15 de janeiro e terminou na segunda-feira. Entre janeiro e abril, 10 pessoas foram submetidas a um teste semelhante, para que se compreenda melhor os efeitos da ausência de gravidade, da Estação Espacial Internacional, no corpo humano.
Apesar de tentador, trata-se de um "trabalho bastante duro", explica o médico responsável. Todas as tarefas rotineiras, como comer ou tomar banho, devem ser feitas com pelo menos o ombro ou a mão em contacto com a cama. Neste período, é expectável que os voluntários sofram os mesmos sintomas dos astronautas, como a perda de densidade óssea e muscular.
JN PT

Próximo iPhone pode ser primeiro celular comum a custar mais de US$ 1.000

Do site: https://olhardigital.uol.com.br/noticia/proximo-iphone-pode-ser-primeiro-celular-comum-a-custar-mais-de-us-1-000/67293

Sempre que a Apple lança um novo iPhone, ela o vende praticamente no mesmo preço do anterior, e baixa um pouco o preço dos últimos modelos. Isso, contudo, pode estar prestes a mudar. Segundo o analista de mercado Steven Milunovich, o próximo iPhone pode ser o primeiro smartphone "mainstream" a superar a marca dos US$ 1.000 em preço.
A opinião de Milunovich surgiu em uma nota de pesquisa de mercado escrita por ele para a empresa de análise de mercado UBS e divulgada pelo MacRumors. Ele acredita que esse aumento de preço pode ser motivado por um aumento de custo: o "iPhone 8" deve custar de US$ 70 a US$ 90 a mais para produzir do que o iPhone 7 Plus - que já quase chega aos US$ 1.000 em sua versão de 256 GB.
"Não acreditamos que a Apple vá fugir muito do preço do modelo mais caro da Samsung [o S8 Plus, que custa US$ 850] e deixará o modelo de entrada com tela OLED entre US$ 850 e US$ 900", diz o analista. No entanto, ele também acredita que "o modelo de 256 GB com tela OLED da Apple pode ficar entre US$ 950 e US$ 1.000".
Rachando o teto
Mesmo que o novo dispositivo ultrapasse essa barreira, ele não seria o primeiro a chegar perto dela. Como Milunovich aponta, o modelo de 256 GB do iPhone 7 Plus já custa US$ 970; assim, se a Apple de fato decidisse deixar seu próximo top de linha nos US$ 1.000, ela poderia até mesmo colocar um modelo de entrada mais barato para competir com os Androids mais acessíveis.
Tradicionalmente, a marca dos mil dólares se manteve como uma espécie de teto acima do qual o smartphone já vira um aparelho de luxo. É algo semelhante ao que acontece com a marca de R$ 5.000 no Brasil: mesmo com a variação do dólar, a mudança dos preços dos dispositivos e os impostos, as fabricantes têm evitado lançar dispositivos acima desse preço por aqui.
E se o próximo iPhone de fato superar essa marca, ele serrá o primeiro celular "mainstream" a fazer isso. Já há celulares que superam esse preço, mas eles são versões assumidamente luxuosas e extravagantes de aparelhos já existentes, como o iPhone 6s de ouro preto, que custa US$ 2.500.

Golpe no WhatsApp atinge mais de 50 mil brasileiros e rouba dados

Do site: https://www.tecmundo.com.br/whatsapp/115523-golpe-whatsapp-atinge-50-mil-brasileiros-rouba-dados.htm

Um novo golpe está rodando no WhatsApp: uma campanha falsa das lojas "O Boticário" está prometendo um vale-presente no valor de R$ 500. O phishing disseminado no mensageiro já afetou mais de 50 mil brasileiros em apenas cinco dias, de acordo com a PSafe.
Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (no caso, voucher de O Boticário) e, normalmente, um link acompanhante para você resgatar o valor. O golpe acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias. Saiba mais: Como identificar um ataque por phishing 
O golpe alertado pela PSafe "convida" o usuário a clicar no link enviado via WhatsApp. Assim que o usuário entra na página indicada, ele é direcionado para uma página onde deve responder a três perguntas relacionadas à marca, como, por exemplo, “você recomendaria O Boticário a um amigo ou membro da família?”.

Assim que as questões são respondidas, o golpe ainda pede para a vítima compartilhar o link com 10 amigos. Dessa maneira, o phishing é espalhado para atingir mais pessoas. Após o compartilhamento, é exigido que o usuário do WhatsApp escreva dados pessoais em campos específicos — é nesse momento que os cibercriminosos pegam os seus dados.

segunda-feira, 20 de março de 2017

8 aparelhos que tinham tudo para estourar, mas acabaram fracassando

Do site: https://www.tecmundo.com.br/historia/115099-8-aparelhos-tinham-tudo-estourar-acabaram-fracassando.htm?utm_source=baixaki.com.br&utm_medium=home&utm_campaign=destaques



1) Apple Newton (1993)

Steve Jobs retornou à Apple em 1998 após ter sido expulso pelo conselho de diretores, mas isso você já deve saber. O que pode ser novidade é que uma das primeiras ações dele foi descontinuar um aparelho chamado Newton. Ele era mesmo problemático, isso não há como negar — e no pouco tempo de mercado, ao menos ajudou a criar um segmento de mercado.
O Newton MessagePad foi um dos primeiros assistentes pessoais digitais, ou agendas eletrônicas. Ele reconhecia escritas manuais na tela com o uso de uma caneta especial, o que seria incrível se logo esse recurso não fosse o que mais dava defeito. Cobrar US$ 699 foi considerado um absurdo e, por demorar para sair dos laboratórios para as prateleiras, o aparelho não teve qualquer chance de sucesso.

2) IBM Simon (1994)

Esse é considerado o primeiro smartphone do mundo, existindo antes mesmo de o próprio termo ser criado. O Simon saiu em 1994 com uma tela sensível ao toque de 4,5" com 160x293 pixels e 1 MB de RAM. Além de celular, ele acumulava funções de assistente digital, cliente de email e muito mais.
A conclusão geral é de que o Simon surgiu na época errada. Ele era pesado, enorme e muito, muito caro, pouco mais de 1 mil dólares. Ele foi descontinuado por conta do fracasso comercial, mas entrou para a História e hoje é até peça de museu.

3) Amazon Fire Phone (2014)

Esse smartphone foi um dos poucos erros da Amazon no mercado — mas que foi tão grande que ela nunca mais tentou. O Fire Phone tinha uma interface em 3D com base no giroscópio e em quatro câmeras frontais, que garantia uma perspectiva única de navegação e efeitos bem interessantes de acordo com o ângulo em que você pegava o celular.
Outro recurso original era o Firefly, que reconhecia objetos pela câmera e relacionava eles com produtos à venda na Amazon. Só que a tela HD de 4,7", o chip quad-core e os 2 GB de RAM já estavam ultrapassados. Depois de cortes bruscos no preço, ele parou de ser vendido em 2015.

4) Nokia N-Gage (2003)

Nokia já não era mais a mesma gigante dos feature phones em 2003 e arriscou muito para se recuperar. O N-Gage era uma mistura de portátil para games, celular e MP3 player, só que no fim das contas não fazia nenhuma das três coisas direito.
O design mais horizontal deixava as chamadas telefônicas bem desconfortáveis e a tela era pequena em comparação aos botões. Já a biblioteca de games era bem reduzida e apanhava da concorrência — o máximo eram 60 jogos. A função de tocar músicas não era ruim, mas não chegava nem perto de um certo iPod que já existia havia dois anos. Ah, e ele foi lançado custando 299 dólares, três vezes mais que o grande rival Game Boy Advance. A Nokia foi teimosa, mesmo com as baixas vendas, e tentou lançar uma segunda versão chamada N-Gage QD, mas encerrou a produção de vez em 2010.

5) Google Nexus Q (2012)

Google acelerou para ter um dispositivo de Internet das Coisas antes do tempo e se deu mal. O Nexus Q era um acessório esférico que seria um rival da Apple TV, mas nem chegou a ser lançado. Ele foi apresentado na Google I/O de 2012 e quem participou do evento levou um para casa.
Quem fez a pré-venda recebeu o produto de graça, e essas foram as únicas unidades distribuídas. Ele era um dispositivo de streaming misturado com centro de mídia, mas tinha pouquíssimas funções. Ele não se conectava a nenhum app externo, tipo Netflix, e só operava com Google Play Música, Google Play Filmes e YouTube. A morte prematura ao menos serviu para a empresa repensar todo o conceito e anos depois lançar o excelente Chromecast.

6) Google Glass (2013)

Os óculos inteligentes Google Glass deixaram claro desde o começo que eles seriam um fracasso ou uma revolução. E, como você não vê ninguém por aí com eles, já dá para imaginar qual foi o resultado. A ideia era que ele fosse uma extensão do seu smartphone, exibindo conteúdos para você em pequenas telas na frente da lente e ao mesmo tempo gravar o seu campo de visão com uma câmera.
Os comandos podiam ser de voz ou usando um pequeno trackpad na lateral da armação. Vários testadores receberam o aparelho e criticaram muito a duração da bateria, sem contar os problemas de privacidade de quem era filmado. No fim das contas, ele nem foi comercializado em massa e rapidamente sumiu. A Google ainda tenta dar sobrevida aos óculos com foco em fábricas, mas já de forma discreta.

7) Microsoft Zune (2006)

O Zune foi a tentativa da Microsoft de entrar no mercado de MP3 players. E muita gente jura que ele era melhor que o iPod em vários aspectos. A interface mais completa e o visual agradaram muitos consumidores, mas não foi o suficiente para garantir a sobrevivência da marca.
Depois de quatro gerações, o Zune foi descontinuado em 2011 e durou mais quatro anos como serviço de streaming. No fim da vida, ele nem chegou perto de arranhar a soberania do iPod e de smartphones que já funcionavam para tocar música.

8) HP TouchPad (2011)

HP TouchPad é um recordista em um sentido negativo: ele só teve 49 dias de vida. O tablet tinha tudo para estourar especialmente por conta do sistema operacional webOS, feito em parceria com a Palm, mas aí veio um combo de erros da HP. Primeiro, ela demorou seis meses entre o evento de apresentação do produto e o lançamento, o que esfriou o interesse e fez o produto encalhar nas lojas.
Segundo, o webOS foi feito às pressas e o resultado foi algo funcional, mas muito lento. Menos de dois meses depois, o webOS foi descontinuado e as unidades restantes TouchPad entraram em queima de estoque.

Apple perde mais de 50% dos consumidores do iPhone em 2016

Do site: http://exame.abril.com.br/tecnologia/apple-perde-mais-de-50-dos-consumidores-do-iphone-em-2016/


Fabricantes que vendem celulares mais baratos, como Samsung e Alcatel, tiveram aumento de parcela de mercado no ano passado

São Paulo – O iPhone que você queria comprar no ano passado ficou para depois? Você não está sozinho. De acordo com a consultoria Counterpoint, a Apple perdeu mais de 50% dos seus consumidores no Brasil em 2016.
A parcela de mercado da empresa passou de 8,3% em 2015 para 3,8% no ano passado.
A consultoria aponta a crise econômica que assolou o país em 2016 como principal razão para a redução de compras de smartphones de alto valor, como o iPhone.
Em contrapartida, fabricantes que vendem celulares de menor custo viram sua parcela de mercado aumentar.
A Samsung passou de 40% para 46,7% de 2015 para 2016, em parte, graças a linha Galaxy J. Motorola, na segunda posição no ranking, se manteve com 13% e LG teve queda, passando para a terceira colocação.
Com a queda da Apple e o aumento das vendas de celulares mais baratos, a Alcatel passou a Apple no Brasil. A companhia, que comercializa produtos como o Idol 4, teve parcela de mercado de 5,5%. Em 2015, eram apenas 3,6%.
Com isso, temos o seguinte cenário em 2016:
1º lugar: Samsung (46,7%)
2º lugar: Motorola (12,9%)
3º lugar: LG (12,4%)
4º lugar: Alcatel (5,5%)
5º lugar: Apple (3,8%)
6º lugar: Outras (18,7%)
Segundo levantamento da IDC Brasil, o gasto médio com smartphones no Brasil foi de 962,96 reais no terceiro trimestre do ano passado.
O iPhone 7, aparelho mais recente da Apple, custa a partir de 3.499 reais. O modelo mais barato à venda na loja de Apple no país, o iPhone SE de 16 GB, tem preço de 2.499 reais.

quarta-feira, 1 de março de 2017

SpaceX anuncia que levará dois turistas ao redor da Lua em 2018

Do site: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/spacex-anuncia-que-levara-turistas-ao-redor-da-lua-em-2018.ghtml


Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)
Imagem de 2014 mostra Elon Musk, da empresa SpaceX, apresentando a nave Dragon 2 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo)
A empresa americana SpaceX anunciou nesta segunda-feira (27) que chegou a um acordo com duas pessoas para realizar uma viagem ao redor da Lua em 2018.
"Estamos entusiasmados de anunciar que fomos contactados por dois cidadãos para realizar uma viagem ao redor da Lua no final do ano que vem", diz um comunicado do fundador e presidente da empresa, Elon Musk, que também é dono da fabricante de carros elétricos Tesla. Segundo a nota, as duas pessoas já pagaram uma quantia "significativa" para a missão.
"Como os astronautas da Apollo antes deles, esses indivíduos vão viajar ao espaço carregando esperanças e sonhos de toda a humanidade, impulsionados pelo espírito humano universal de exploração", acrescenta.
Musk informa que no final deste ano começarão testes de aptidão física e de saúde, bem como um treinamento. Segundo ele, após os resultados dos testes serão divulgadas mais informações sobre a equipe de voo.
A viagem será feita com a Dragon 2, uma nave espacial em desenvolvimento para astronautas da Nasa, e o foguete Falcon Heavy, de carga pesada e que ainda não voou. Seu primeiro teste será feito no verão do hemisfério Norte.
A SpaceX é uma das empresas contratadas pela NASA para levar suplementos à Estação Espacial Internacional, um laboratório de pesquisas de 100 bilhões de dólares que orbita 400 quilômetros acima da Terra.