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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Dormir de barriga cheia prejudica o sono?

Dormir é um tempo precioso da nossa vida. Nós todos precisamos de descanso, e quanto mais se dorme mais sono se tem.
Segundo o portal de notícias americano, o Huffington Post, os pesadelos são comuns não só nas crianças, como muitos pensam, mas 29% dos adultos sofrem com sonhos ruins, pelo menos uma vez por semana e mais de 85% tem pesadelos periódicos.
Quem já ouviu muitas vezes a mãe ou a avó dizerem que dormir de barriga cheia faz mal? Duas são as explicações: a primeira é de que isso não tem fundamento, segundo a nutricionista Carolina Bergerot: é que se dormimos logo após a janta podemos sentir queimação ou azia. Mas o problema está no tipo de alimentação que é feita no período noturno, já que nosso organismo fica mais lento durante a noite. Aí se ingerimos alimentos mais calóricos, a tendência é sofrer desconforto. Mas, se ao contrário, ingerirmos alimentos mais leves como saladas, não teremos problemas digestivos.
Já para segunda explicação, essa crendice é totalmente verdadeira. A nutricionista Fabiana Schmidt afirma que o único mito é de que se devem ingerir carboidratos somente até as 18h. A questão está é no horário em que a pessoa vai se deitar, pois é recomendável só dormir depois de duas horas após se alimentar, e se possível, fazer alguma atividade nesse período, mas nada de exercícios físicos.
Assim, os motivos apontados são vários, vão desde a ansiedade mais simples, como costuma ocorrer, por exemplo, na véspera de um vestibular. Ou ainda, outra fonte comum deste incômodo são os traumas do passado (geralmente da infância) que permanecem gravados no nosso subconsciente. Podem ser um sinal de que algo não vai bem ao seu psicológico, que vão desde conflitos interiores, questões mal resolvidas ou até mesmo excesso de ansiedade. “Existem casos que são fruto de um trauma. Se, por exemplo, umapessoa foi assaltada e não quer mais sair de casa, ela terá pesadelos que a farão reviver a situação – como se o cérebro enviasse a mensagem de que ela tem que passar por aquilo de novo, até superar seu medo. Outro caso comum é o de pessoas muito ansiosas, que, geralmente, sonham com situações difíceis, mas possíveis, no dia-a-dia (nada de monstros ou criaturas fantasiosas!), como perder a hora ou sofrer uma perseguição”, informa a psicóloga Vânia Sartori, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Há ainda os casos mais graves: pessoas que sofrem de medos patológicos – como a chamada síndrome do pânico e fobias em geral – e, por causa disso, têm pesadelos quase todas as noites.
Não existe uma pessoa que pelo menos na vida teve um pesadelo. Só que quando ele passa de um simples aborrecimento ocasional para o terror de quase todas as noites, seu problema pode ser transtorno de pesadelo. Pessoas com tal transtorno acordam frequentemente em um suor frio, com memórias vivas de sonhos horríveis. Diante de tanto nervoso e medo, passam a temer o sono. Mas, o que muitos não sabem é que o estresse e a privação do sono são as principais causas de pesadelos, assim como alguns medicamentos.
Vale lembrar que quando os pesadelos perturbam realmente o sono deve-se procurar ajuda especializada no assunto, para identificar: ou problema se resume a pesadelos ou está ligado à apneia do sono. Outra medida é procurar atendimento psicológico para que se possam descobrir causas emocionais.
Fonte Sites Hypescience e Abril – Mundo Estranho

Dormir de barriga cheia prejudica o sono?

Dormir é um tempo precioso da nossa vida. Nós todos precisamos de descanso, e quanto mais se dorme mais sono se tem.
Segundo o portal de notícias americano, o Huffington Post, os pesadelos são comuns não só nas crianças, como muitos pensam, mas 29% dos adultos sofrem com sonhos ruins, pelo menos uma vez por semana e mais de 85% tem pesadelos periódicos.
Quem já ouviu muitas vezes a mãe ou a avó dizerem que dormir de barriga cheia faz mal? Duas são as explicações: a primeira é de que isso não tem fundamento, segundo a nutricionista Carolina Bergerot: é que se dormimos logo após a janta podemos sentir queimação ou azia. Mas o problema está no tipo de alimentação que é feita no período noturno, já que nosso organismo fica mais lento durante a noite. Aí se ingerimos alimentos mais calóricos, a tendência é sofrer desconforto. Mas, se ao contrário, ingerirmos alimentos mais leves como saladas, não teremos problemas digestivos.
Já para segunda explicação, essa crendice é totalmente verdadeira. A nutricionista Fabiana Schmidt afirma que o único mito é de que se devem ingerir carboidratos somente até as 18h. A questão está é no horário em que a pessoa vai se deitar, pois é recomendável só dormir depois de duas horas após se alimentar, e se possível, fazer alguma atividade nesse período, mas nada de exercícios físicos.
Assim, os motivos apontados são vários, vão desde a ansiedade mais simples, como costuma ocorrer, por exemplo, na véspera de um vestibular. Ou ainda, outra fonte comum deste incômodo são os traumas do passado (geralmente da infância) que permanecem gravados no nosso subconsciente. Podem ser um sinal de que algo não vai bem ao seu psicológico, que vão desde conflitos interiores, questões mal resolvidas ou até mesmo excesso de ansiedade. “Existem casos que são fruto de um trauma. Se, por exemplo, umapessoa foi assaltada e não quer mais sair de casa, ela terá pesadelos que a farão reviver a situação – como se o cérebro enviasse a mensagem de que ela tem que passar por aquilo de novo, até superar seu medo. Outro caso comum é o de pessoas muito ansiosas, que, geralmente, sonham com situações difíceis, mas possíveis, no dia-a-dia (nada de monstros ou criaturas fantasiosas!), como perder a hora ou sofrer uma perseguição”, informa a psicóloga Vânia Sartori, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Há ainda os casos mais graves: pessoas que sofrem de medos patológicos – como a chamada síndrome do pânico e fobias em geral – e, por causa disso, têm pesadelos quase todas as noites.
Não existe uma pessoa que pelo menos na vida teve um pesadelo. Só que quando ele passa de um simples aborrecimento ocasional para o terror de quase todas as noites, seu problema pode ser transtorno de pesadelo. Pessoas com tal transtorno acordam frequentemente em um suor frio, com memórias vivas de sonhos horríveis. Diante de tanto nervoso e medo, passam a temer o sono. Mas, o que muitos não sabem é que o estresse e a privação do sono são as principais causas de pesadelos, assim como alguns medicamentos.
Vale lembrar que quando os pesadelos perturbam realmente o sono deve-se procurar ajuda especializada no assunto, para identificar: ou problema se resume a pesadelos ou está ligado à apneia do sono. Outra medida é procurar atendimento psicológico para que se possam descobrir causas emocionais.
Fonte Sites Hypescience e Abril – Mundo Estranho

Primeiro substituto do açúcar natural "Zero calorias"

Publicado em 04/08/2013 | Autor: Juliana Miranda

Os diabéticos e preocupados com a saúde podem se beneficiar de um novo tipo de açúcar, muito mais saudável. Agora, é possível ter toda a doçura do açúcar, com zero de calorias.

O produto feito a partir do extrato de uma planta encontrada na América do Sul está sendo alardeado como uma arma importante na luta contra a crise de obesidade que está ameaçando a saúde de milhões de pessoas ao redor do mundo.

O adoçante natural é chamado de estévia (Stevia), e pode ser 300 vezes mais doce que o açúcar tradicional de beterraba ou de cana de açúcar. Segundo a Dra. Margaret Ashwell, membro do Conselho Consultivo Científico do Instituto Global Stevia, existe um serviço de informações fornecidas aos principais fornecedores de stévia. "Stévia pode ajudar as pessoas a desfrutar da origem natural da doçura, enquanto aproveitam também a redução de calorias, como parte de uma dieta saudável e equilibrada", disse.

Usado por milhares de anos na culinária da América do Sul, o açúcar foi adicionado à dieta como adoçante, bem como um tônico de saúde e tratamento para pressão alta, azia, gota e diabetes tipo 2.

De acordo com as estatísticas do Serviço Nacional de Saúde sobre a obesidade, 65% dos homens e 58% das mulheres estão acima do peso na Inglaterra. Stévia aparece nesse cenário como um excelente substituto para o açúcar.

As folhas de estévia contêm duas moléculas "glicosídeo" steioside e rebaudioside, que são 300 vezes mais doce do que o açúcar de mesa. As folhas podem ser usadas em alimentos e bebidas.

Esse açúcar já é muito popular no Japão e em partes da Ásia e da Austrália. Ele está sendo usado como substituto do açúcar convencional.

Stévia não tem calorias, e apresenta um índice glicêmico igual a zero. Ele também não tem ingredientes artificiais, e nenhum efeito de açúcar sobre o sangue.

A planta usada na fabricação do stévia já era conhecida pelos índios Guarani, do Paraguai, há séculos. As vendas do extrato subiram até 400 por cento entre 2008 e 2012. Em 2011, ele foi aprovado pela Agência Europeia de Segurança Alimentar.

A empresa Coca-Cola já está testando o uso desse açúcar na produção da bebida Sprite vendida no Reino Unido. Especialistas da Universidade de Mahidol, da Tailândia, também descobriram que stévia pode ser eficaz em outros fatores, tendo efeitos anti-inflamatórios, anti-tumorais, anti-diarreicos e diuréticos.

Esse produto está sendo cogitado para ser usado em refrigerantes. Um estudo apontou que apenas uma lata de um refrigerante açucarado pode aumentar o risco de diabetes em até um quinto. Essas bebidas açucaradas são os principais contribuintes para a epidemia de obesidade que se espalha pelo mundo.

Origem das Marcas

logomarcas
Saiba mais sobre a origem dos nomes em determinados produtos:
Creme Nívea
Foi criado em dezembro de 1911 pela farmácia de manipulação do doutor Oskar Troplowitz, que descobriu como unir água e óleo para hidratar a pele. O Eucerit, retirado da lanolina e combinado com óleos, água, compostos de glicerina, ácido cítrico e essências de rosas e lírios, formava o creme. “Branco como a neve”, foi batizado de Nívea e era comercializado numa latinha amarela. A embalagem ganhou a cor azul com letras brancas em 1925. Depois da Segunda Guerra Mundial, a marca Nívea foi expropriada. A partir de 1952, a empresa Beiersdorf iniciou uma longa jornada pelos países para readquirir os direitos sobre a marca.
Cotonetes
A idéia de uma haste com a ponta de algodão foi lançada nos Estados Unidos pela Johnson & Johnson em 1921. No começo, o Wooden Applicator, uma haste de madeira com algodão em apenas uma das pontas, tinha o seu uso restrito a hospitais, na aplicação de remédios. Em 1947, o sucesso do produto fez a Johnson & Johnson lançar o Johnson’s Cotton Tipped Applicator, disponível para venda direta ao consumidor e indicado para o público infantil. Em 1963, as hastes foram mudadas de madeira para plástico.
Channel Nº5
A partir do seu primeiro emprego, numa loja de chapéus, a francesa Coco Chanel abriu as suas próprias lojas, tornando-se numa das mais importantes estilistas do mundo. O Chanel nº 5 é elaborado com uma mistura de 60 fragrâncias. O 5 era o seu número da sorte, tanto que Coco apresentou o produto no dia 5 de maio de 1921. Mas foi Marilyn Monroe quem tornou o perfume um sucesso. Ao ser entrevistada, perguntaram o que vestia para dormir. Marilyn respondeu: “Apenas algumas gotas de Chanel nº 5″.
Canivete Suíço
Sabendo que o exército do seu país importava canivetes alemães, Karl Elsener abriu a sua fábrica em 1884. Os seus primeiros canivetes Victorinox foram entregues aos soldados suíços em outubro de 1891. Colocou o brasão do país para diferenciá-los dos alemães e batizou o produto homenageando os seus pais, Victor e Victoria. Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete e, assim, surgiram os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fendas, punção e saca-rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússola. O produto popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas. Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.
Caneta Bic
Marcel Bich, depois de trabalhar numa empresa de tintas durante a Segunda Guerra Mundial, em 1949, comprou uma pequena fábrica de canetas esferográficas. As canetas vazavam tinta e sujavam os dedos, mas faziam sucesso, e Bich decidiu investir no produto. Procurou o seu inventor, Ladislao “Laszlo” Biro, comprou a patente e iniciou a fabricação da caneta Bic, cujo modelo é praticamente o mesmo até hoje. Atualmente, são vendidas 10 milhões de canetas por dia.
Barbie
A boneca mais famosa do mundo, lançada em 1958, foi inspirada em Barbie Handler, filha da americana Ruth Handler, fabricante de brinquedos. Ruth achava as caras das bonecas da época infantis demais e desenhou a Barbie com um ar mais adulto. Ao lado do marido Elliot, que fabricava casas de bonecas, em 1945 ela fundou a fábrica de brinquedos Mattel. Desde o seu lançamento, a boneca já vendeu mais de um bilhão de unidades. Se todas elas fossem colocadas em pé, umas sobre as outras, dariam mais de sete voltas ao redor da Terra. A cada dez segundos, uma boneca Barbie é vendida no mundo. Ken, o namorado de Barbie, de 1961, também foi inspirado no filho do casal.
Kellogg’s
Em 1860, os Adventistas do Sétimo Dia que foram para Battle Creek, Michigan, formaram uma comunidade que ficou famosa pelo seu estilo de vida e alimentação saudável. O adventista John Harvey Kellogg, depois de estudar medicina, voltou a Battle Creek e tornou-se diretor do centro de saúde. Percebeu, então, que as refeições vegetarianas eram muitos leves e os pacientes partiam após curta estadia. Kellogg e o seu irmão, Will Keith, começaram a criar novas e saborosas formas de alimentos. Preparavam no vapor e na pressão vários tipos de grãos e, assim, criaram uma variado menu vegetariano. No entanto, ainda faltava um pão de grãos integrais com pouco amido. Após muitas experiências, chegaram acidentalmente aos flocos de trigo. Depois surgiram os flocos de arroz e os de milho (corn flakes). O tigre Tony, símbolo dos Kellogg’s, foi criado em 1952 pela agência de publicidade americana Leo Burnett.
Jacuzzi
A Jacuzzi foi fundada no início do século XX por 7 irmãos, imigrantes italianos que se instalaram nos Estados Unidos. A empresa era bem-sucedida fabricando hélices de avião e bombas de irrigação para agricultura. Em 1956, uma pessoa da família precisou de um tratamento de hidroterapia. Os engenheiros da Jacuzzi adaptaram uma dessas bombas para ser usada numa banheira. E Roy Jacuzzi viu aí um bom negócio e colocou as banheiras de hidromassagem no mercado em 1968.
Harley-Davidson
Foi de um barracão na cidade de Milwaukee, Estados Unidos, em 1903, que saiu a primeira moto batizada com o sobrenome dos seus criadores: o desenhista William Harley e o engenheiro Arthur Davidson. E era preciso pedalar para pegar. Para a Primeira Guerra Mundial, a empresa recebeu do exército americano a encomenda de 20 mil unidades, algumas com metralhadoras. Na Segunda Guerra Mundial, voltou à luta: 90 mil motocicletas de 750 cilindradas serviram as forças americanas.
Gillette
King Camp Gillette, em 1895, percebeu que para se barbear, apenas era necessária a ponta da lâmina da navalha. Pensou então em fabricar uma lâmina de aço pequena e descartável. Os industriais não acreditavam ser possível fazer uma lâmina pequena, de bom corte e barata a ponto de ser deitada fora depois. Com a ajuda do mecânico William Nickerson, resolveram os problemas técnicos. Assim surgiu a Gillette Safety Company, em 28 de setembro de 1901. A produção começou em 1903 e no primeiro ano foram vendidos 51 aparelhos e 168 lâminas. Os negócios dispararam em 1905. Durante a Primeira Guerra Mundial, o governo americano encomendou 3,5 milhões de aparelhos e 36 milhões de lâminas para os seus soldados. Nessa época, a empresa já vendia 1 milhão de aparelhos e 120 milhões de lâminas por ano. A Gillette lançou o conceito de 2 lâminas paralelas em 1971 e o Sensor, em 1990.
Farinha Láctea Nestlé
Em 1867, Henri Nestlé, um químico alemão que morava em Vevey, na Suíça, descobriu um mercado emergente: o dos alimentos infantis. Começou a fabricar uma farinha nutritiva para crianças, à base de cereais e leite: a Farinha Láctea Nestlé. O nome Nestlé, em alemão, significa “pequeno ninho”. E foi justamente esse o símbolo da empresa, porque traduz o carinho da mãe com os filhos. A Nestlé, é a maior indústria alimentícia do mundo.
Fanta
Em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, quando a fábrica alemã da Coca-Cola deixou de receber o xarope usado no preparo do refrigerante, os donos da fábrica tiveram de ir à procura de novos ingredientes e inventaram a Fanta. O nome, escolhido pelos empregados da empresa, foi tirado da palavra fantástica, que é parecida em muitas línguas. Entre 1945 e 1955, a marca Fanta foi usada apenas para não perder o registro. Só foi ressuscitada de verdade para o lançamento de um refrigerante de laranja criado pela Coca-Cola italiana em abril de 1955. Fez sucesso e foi conquistando o mundo, chegando aos Estados Unidos em 1959.
Donuts
Em 1946, os donuts do americano William Rosenberg faziam tanto sucesso que o horário do lanche das indústrias da região da Nova Inglaterra passou a ser ajustado ao seu itinerário. Para facilitar o consumo, o donut vinha envolto no açúcar e o café simples, sem açúcar, era servido numa caneca. Todos os clientes mergulhavam o doce no café antes de saboreá-lo. Os clientes satisfeitos insistiram para que ele abrisse uma loja. E assim formou-se a grande rede. As rosquinhas foram criadas no século XVI por padeiros holandeses, mas ainda não tinham o tradicional furo no meio. Isso só apareceu em 1847, criado pelo marinheiro americano Hanson Gregory. Essa criação valeu-lhe uma placa de bronze na sua cidade natal, Rockport.
Danone
Em 1919, o espanhol Isaac Carasso começou a fabricar iogurte com leite fresco num pequeno galpão depois de ouvir falar dos benefícios do alimento. Batizou-o de Danone, as primeiras letras do nome do filho, Daniel, unidas à palavra inglesa one, pois o menino era o primogénito. O negócio prosperou por Espanha e, em 1932, Daniel Carasso montou uma fábrica em França. Daniel era judeu, e, quando estourou a Segunda Guerra Mundial, foi obrigado a exilar-se nos Estados Unidos. Lá fundou a Dannon Companny. Nesse período, as fábricas francesa e espanhola tinham ficado com pessoas de confiança e, quando Daniel voltou à Europa, em 1952, reassumiu o controle.
Playboy
Em 1953, aos 27 anos, o americano Hugh Hefner era diretor de circulação da revista Children’s Activities. Ele acreditava que havia mercado para uma revista de jovens adultos, mas as publicações masculinas eram sobre caçadas, armas, carros, etc., e ignoravam os assunto que mais preocupava os homens: mulheres. Por 500 dólares, comprou os direitos de fotos que Marilyn Monroe tirou para um calendário no início de carreira, emprestou dinheiro com amigos e parentes e criou uma revista. O nome seria Stag Party (em português, farra) e o símbolo, um veado a fumar e à espera de uma companhia feminina. Na véspera do lançamento, porém, Hefner descobriu que havia uma publicação com esse nome. Pensou em vários outros – Top Hat, Bachelor, Gentlemen – até que um amigo sugeriu Playboy, nome de uma fábrica de carros falida. E Hefner encomendou ao desenhista Arthur Paul uma nova mascote. O coelho foi adoptado e hoje é uma marca mundialmente conhecida. Em outubro de 1953, dos 69.500 exemplares do primeiro número, 54.175 foram vendidos.
Ovomaltine
O químico suíço Georges Wander pesquisava de um complemento alimentar nutritivo e forte e interessou-se pelo extrato de malte, obtido da cevada. A sua morte fez com que o seu filho, Alberto, continuasse as pesquisas. Em 1904, Alberto Wander criou a fórmula do Ovomaltine, com extrato de malte de cevada, ovos, leite integral, cacau, vitaminas e sais minerais. Dois anos depois, começou a produzi-lo na cidade de Berna.
Nescafé
Nos anos 30, houve uma superprodução de café e os preços do produto no mercado internacional desceram bastante. O Brasil, o maior produtor da época, entrou numa crise séria. Entre 1931 e 1938, foram destruídas 65 milhões de sacas de café. Então as autoridades brasileiras sugeriram que a Nestlé, que já fabricava leite em pó, desenvolvesse um café solúvel. As pesquisas de Hans Morgenthales levaram 7 anos e o seu grande mérito foi descobrir que se deveria acrescentar hidratos de carbono à matéria-prima para manter o aroma do café. A produção de Nescafé foi iniciada em 1939.
McDonald’s
Ray Kroc vendia multimixers, máquinas que batiam 6 milk-shakes de uma só vez. Em 1954, ele foi conhecer um pequeno drive-in de hambúrgueres que precisava de 8 dos seus multimixers de uma só vez. Era o estabelecimento dos irmãos Dick e Maurice McDonald, onde as pessoas faziam fila para comprar um hambúrguer por 15 centavos ou uma porção de batatas fritas por 10 centavos. Krok imaginou que se os McDonald abrissem mais 10 estabelecimentos, ele poderia vender 80 multimixers. Os irmãos já tinham vendido franquias, mas muitas não mantinham os padrões e prejudicavam a imagem do estabelecimento. Mesmo assim, Kroc convenceu-os a abrir novas lojas. Partiu para Chicago com uma planta do restaurante, uma receita para as batatas fritas e um contrato que lhe dava permissão para encontrar novos locais para as filiais. Uma das únicas exigências era a de que todos os restaurantes deveriam ter a aparência exacta daquele de San Bernardino. A primeira loja, aberta em abril de 1955, em Des Plaines, Illinois, foi um grande sucesso. Em 1957, eram 37 estabelecimentos. A dedicação de Kroc aos estabelecimentos era total, e logo se cansou da letargia dos irmãos McDonald. Comprou a companhia com 2,7 milhões de dólares vindos de um investidor.
Na década de 60, os estabelecimentos ganharam lugares para se sentar. O sistema drive thru apareceu no início dos anos 70. Ronald McDonald, símbolo da rede, foi criado em 1963.
Levi’s
Levi Strauss chegou aos Estados Unidos em junho de 1847. Foi trabalhar para os seus irmãos mais velhos, vendendo tecidos e objectos domésticos em Kentucky. Dois anos depois, partiu para a Corrida do Ouro, na Califórnia. Vendeu todos os seus pertences, mas não conseguiu desfazer-se de uns rolos de lona. Quis vendê-los como material para tendas ou para cobrir carroças, mas as pessoas queriam calças resistentes. Em 1850, contratou um alfaiate e transformou a sua lona em macacões, que foram vendidos rapidamente. Logo abriu uma pequena confecção de calças em San Francisco. E quando Levi trocou a lona pelo serge de Nimes (tecido de Nimes), mais resistente e durável, tingiu-o com índigo. Os americanos, que chamavam o tecido de denim, passaram a chamar a calça de Levi’s blue denim ou blue jeans. Na década de 1860, o alfaiate Jacob Davis colocou rebites para reforçar os bolsos que se rasgavam. Levou a bem-sucedida ideia para Levi e tornaram-se sócios. O número 501 marcava o lote de tecido das primeiras calças jeans de que o mundo teve notícia. Por isso, o modelo foi chamado de Levi’s 501.
Lego
O carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen começou a fabricar, em 1932, carrinhos de madeira artesanais para o seu filho, Godtfred. Depois passou a fazer brinquedos desmontáveis até criar, em 1942, as primeiras pecinhas de plástico para encaixar. A palavra Lego vem da expressão leg godt, que significa “bem jogado”.
Lacoste
Em 1927, o tenista francês René Lacoste foi o principal responsável pela primeira vitória francesa na Taça Davis e coleccionou títulos nos famosos torneios de Roland Garros, Wimbledon e Forrest Hills. Ele usou a figura de um crocodilo como brasão num blazer azul-marinho e numa camisa de mangas curtas, com gola e botões que iam até ao pescoço, desenhados por ele mesmo. O uniforme inusitado apareceu pela primeira vez no Torneio Aberto dos Estados Unidos. Dois anos depois, ele abandonou os courts por causa de uma tuberculose e dedicou-se totalmente aos negócios da sua marca.
Kodak
O americano George Eastman, inventor do filme em rolo, revolucionou o mercado em 1888 criando uma máquina fotográfica simples, leve e barata. Ela foi baptizada de kodak, nome curto e fácil de ser pronunciado em qualquer língua. Ao terminar o filme, o cliente deveria levar a máquina até ao local em que a havia comprado para que ele fosse retirado. As fotos eram reveladas e entregues em 10 dias. Com o slogan “Aperte o botão que nós fazemos o resto”, 90 mil máquinas kodak foram vendidas no primeiro ano.
Kleenex
Quando houve falta de algodão no mercado, em 1914, a Kimberly-Clark, fabricante de papel, criou um substituto macio e absorvente: o cellucotton. Durante a Primeira Guerra Mundial, foi bastante usado como filtro para máscaras de gás e em hospitais e pronto-socorros dos Estados Unidos e da Europa. Com o fim da guerra e da escassez do algodão, a Kimberly-Clark procurou novas maneiras de vender a sua criação. Em 1929, lançaram os lenços de papel Kleenex com a caixa pop up (ao puxar uma folha, parte da próxima sai da caixa). Uma pesquisa indicou que, em vez de usarem os lenços para remover cremes e maquilhagem, as pessoas usavam-nos como lenço de nariz. A publicidade do Kleenex foi mudada e o seu slogan dizia: “Não ponha um resfriado no seu bolso”.
Relógios Swatch
Os engenheiros Elmar Mock e Jacques Muller procuraram Ernst Thomke, director-gerente da companhia de relógios ETA, na Suíça, para apresentar o primeiro protótipo de um relógio de plástico. Era 1 de julho de 1980. Naquela época, a indústria de relógios suíça atravessava uma séria crise por causa dos fabricantes asiáticos, que ofereciam relógios a preços baixos. Em 1 de março de 1983, o Swatch (abreviatura de Swiss watch, relógio suíço) foi lançado. Era um relógio de alta precisão e qualidade, à prova de água e choque, por um preço bastante acessível.
Ray-Ban
Conta-se que os óculos escuros foram inventados pelos chineses no século XIII. A Bausch & Lomb, primeira empresa óptica americana, foi fundada em 1850 por dois amigos, J.J. Bausch e H. Lomb. Em 1920, a Força Aérea dos Estados Unidos fez uma encomenda: produzir uma protecção ocular para os seus pilotos de caça, que enfrentavam sérios problemas de visibilidade. Depois de dez anos de pesquisa, apresentaram óculos com lentes verdes, que reflectiam os raios solares. Somente em 1936 a novidade foi baptizada de Ray-Ban e começou a ser vendida ao grande público
Rolls-Royce
Rolls-Royce, o carro mais cobiçado do mundo, surgiu da união entre o mecânico Henry Royce e o aristocrata Charles Stewart Roll, vendedor de automóveis. Henry projetou um carro revolucionário e convenceu Charles a conhecê-lo. Era maio de 1904. Na oficina de Henry, Charles não gostou do motor de 2 cilindros até perceber que o carro era silencioso. Depois de um passeio, Charles fez a proposta: criaram a Rolls-Royce, assegurando o direito de exclusividade na venda de toda a produção. A parceria durou 6 anos. Charles morreu num acidente de avião em 1910. Depois da morte de Henry, em 1933, a plaqueta com as letras RR que identifica a marca passou a ter fundo preto, em vez do vermelho original. A estatueta A Dama Voadora, que fica na frente do carro, foi criada em 1910 pelo escultor inglês Charles Sykes
Post-It
Em 1968, Spencer Silver, cientista da 3M, pesquisava um adesivo muito aderente, quando alguma coisa deu errada. O resultado foi um adesivo fraco, que aderia levemente à superfície em que era colocado. Silver espalhou a notícia na esperança de encontrar alguém que pudesse utilizar o seu invento. Enquanto isso, Art Fry, outro químico da 3M e membro de um coro de igreja, não conseguia manter presas as tiras de papel que utilizava para marcar as páginas das músicas. Lembrou-se então do adesivo descoberto pelo colega. Os dois perceberam que haviam descoberto um conceito totalmente novo em blocos de recados. Enquanto o adesivo era aperfeiçoado, Art Fry enviava amostras às secretárias e executivos da 3M. Todos solicitavam mais. Em 1980, os blocos de recados Post-it chegaram ao mercado.
Polaroid
O físico americano Edwin Land estava a tirar fotos à filha de 5 anos, quando ela perguntou: “Porque é que não podemos ver estas fotos agora?” Ele percebeu que aquele era o mesmo desejo de muitos fotógrafos amadores. Desse modo, em 1948, ele criou a máquina Polaroid, capaz de produzir fotos instantâneas sem o negativo sair do aparelho. O negativo é revelado com produtos químicos libertados logo que a foto é tirada. Eles transportam sais de prata para uma folha de papel 10 segundos depois do clic.
Playmobil
Hans Beck, chefe de criação da Geobra-Brandstatter, da Alemanha, recebeu em 1970 a missão de criar um brinquedo totalmente inovador. Depois de 4 anos de investigação, apresentou os pequenos personagens da família Playmobil, produzidos num plástico bastante resistente, que transformaram a empresa no maior fabricante de brinquedos do país.
Pizza Hut
A cadeia americana foi criada pelos irmãos Dan e Frank Carney, no Kansas, em 1958. A primeira loja parecia uma cabana – ou, em bom inglês, hut. Grande parte dos restaurantes segue o padrão do telhado vermelho, o símbolo da empresa que faz lembrar a cabana dos velhos tempos. A Pepsi comprou o negócio em 1978.
Pepsi
O americano Caleb Bradham, farmacêutico de New Bern, na Carolina do Norte, em 1898, criou um refrigerante chamado Brad’s Drink. Segundo o inventor, a bebida era revigorante, rejuvenescedora e ajudava na digestão. O novo nome, Pepsi-Cola, veio dos seus principais ingredientes (pepsina e nozes de cola). Foi usado pela primeira vez em 28 de agosto, mas Bradham só registrou a marca em 1902.
Parmalat
O italiano Calisto Tanzi tinha 21 anos quando o seu pai morreu e ele foi obrigado a cuidar da fábrica de presunto da família, em Collechio. Até que resolveu inovar e investir no leite. Criou a marca Parmalat em 1962: juntou o nome de sua cidade natal (Parma) com a palavra leite (latte, em italiano).
Parker
George Parker, jovem professor de telegrafia de Wisconsin, EUA, criou um novo modelo de caneta em 1888. A revolucionária Parker 51, com a pena embutida, que fazia a tinta secar no instante em que tocava o papel. Durante 1940, a Parker americana decidiu testá-la no mercado brasileiro antes de soltá-la para o resto do mundo. Cinco anos depois, seria com uma delas que o general Eisenhower assinaria a aceitação da rendição alemã na Segunda Guerra Mundial.
Singer
O americano Isaac Merritt Singer entrou para a história em Boston no ano de 1852: foi o primeiro a produzir e comercializar uma máquina de costura de uso doméstico. Ao observar algumas máquinas em ação, Singer propôs substituir a agulha curva por uma reta e fazer a laçadeira mover-se em vai-e-vem (e não em círculos). A grande vantagem da máquina de Singer era permitir costuras em qualquer sentido, não só em linha reta.
Rolex
Em 1905, depois de estágios em relojoarias da Suíça, o alemão Hans Wilsdorf fundou com seu cunhado a Wilsdorf & Davis. Sediada em Londres, a empresa montava e distribuía relógios com mecanismos suíços. Menos de um ano depois, a Wilsdorf & Davis passou a produzir relógios de pulso. Em 1908, Wilsdorf baptizou os seus relógios de Rolex, nome facilmente pronunciável em todas as línguas europeias. Somente em 1925, depois de uma grande campanha publicitária, ele lançou a “coroinha”, logotipo do Rolex. O Rolex Datejust, de 1945, foi o primeiro relógio de pulso a exibir datas no mostrador.
Sadia
A marca foi criada por seu fundador Attilio Fontana. O primeiro frigorífico se situava na região de Concórdia, no Estado de Santa Catarina. O nome foi composto a partir das iniciais SA de “Sociedade Anônima” e das três últimas letras da palavra “Concórdia”, DIA, a partir daí SADIA se tornou marca registrada em 1947.
Teflon
O teflon, foi descoberto quando se abriu um caminhão que transportava tetrafluoretileno, uma substância gasosa refrigerante, e se percebeu que não havia mais gás algum escapando de dentro do tanque. Um químico da indústria americana Du Pont, depois de determinar que não houvera falha na válvula do tanque, resolveu por curiosidade serrar o tanque e investigar seu interior. Descobriu então que se formara um pó branco ceroso, resultado da combinação das moléculas do tetrafluoretileno, num processo de polimerização. Através de análises posteriores, descobriu-se que este novo polímero tinha propriedades notáveis. Era inerte a ácidos, álcalis e calor e extremamente escorregadio. Por estas propriedades, o produto foi aprimorado e passou ser empregado em diversos segmentos da indústria.
Suitã
Foi uma nova-iorquina quem criou o moderno sutiã em 1913. Cansada de corpetes de ossos de baleias e dos espartilhos, Mary Phelps Jacob, com a ajuda de sua empregada francesa, montou sua invenção usando dois lenços e fitas cor-de-rosa. Criou uma peça macia e que sustentava os seios com firmeza, o protótipo do sutiã moderno.
Fonte: expeculando.wordpress.com

terça-feira, 30 de julho de 2013

O que é tecnologia?

do site: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/42523-o-que-e-tecnologia-.htm

Por Lucas Karasinski

O que é tecnologia?A tecnologia aborda quase tudo o que conhecemos (Fonte da imagem: Reprodução/W3ins)
Para você, o que é, de fato, tecnologia? Para quem trabalha com computadores e todas as novidades desse mundo (como nós, do Tecmundo, por exemplo!), a tecnologia envolve o desenvolvimento de aparelhos que lidam com a distribuição da informação de forma cada vez mais veloz, abrangendo um número crescente de pessoas e realizando cálculos cada vez mais avançados.
Contudo, se você falar com um biólogo, por exemplo, ele poderá lhe dizer que a tecnologia envolve a criação de ferramentas que facilitem o estudo das células e da evolução animal e vegetal. Um arqueólogo pode falar sobre a evolução das ferramentas que permitem o estudo de elementos históricos. A lista de exemplos pode seguir adiante e englobar as mais diversas áreas de desenvolvimento humano.
Mas, afinal de contas, quem é que está correto nessa história toda? O fato é que ao longo da nossa evolução a tecnologia sempre existiu, inclusive confundindo-se com a nossa história e abraçando cada segmento das nossas vidas. Com tantas abordagens sobre o assunto, vale destacar um artigo tratando exclusivamente sobre ele. Confira!

O conceito básico

Quando tratamos de um tópico como esse, a primeira coisa que nos vem à cabeça é consultar o bom e velho dicionário. Logo, confira a seguir o que é que o Houaiss tem a nos dizer especificamente sobre o termo tecnologia.
“1. Tratado das artes em geral. 2. Conjunto dos processos especiais relativos a uma determinada arte ou indústria. 3. Linguagem peculiar a um ramo determinado do conhecimento, teórico ou prático. 4. Aplicação dos conhecimentos científicos à produção em geral: Nossa era é a da grande tecnologia. T. de montagem de superfície, Inform: método de fabricação de placas de circuito, no qual os componentes eletrônicos são soldados diretamente sobre a superfície da placa, e não inseridos em orifícios e soldados no local. T. social, Sociol: conjunto de artes e técnicas sociais aplicadas para fundamentar o trabalho social, a planificação e a engenharia, como formas de controle. De alta tecnologia, Eletrôn e Inform: tecnologicamente avançado: Vendemos computadores e vídeos de alta tecnologia. Sin: high-tech.” 
Vale citar também a etimologia da palavra, que vem do grego e que deve ser separada em duas partes: “téchne”, que pode ser definido como arte ou ofício e “logia”, que significa o estudo de algo.
O que é tecnologia?Uma grande caminhada até os hologramas (Fonte da imagem: Reprodução/Kickstarter)
O conceito trazido pelo dicionário vai direto ao assunto e traz um resumo que não deixa muito claro o que é a tecnologia. Assim, traduzindo o que o livro nos mostra, podemos dizer que a tecnologia é o uso de técnicas e do conhecimento adquirido para aperfeiçoar e/ou facilitar o trabalho com a arte, a resolução de um problema ou a execução de uma tarefa específica.
Dessa forma, ela pode ser aplicada em diversas tarefas diferentes – aparecendo em situações que poucas pessoas consideram envolver a tecnologia. O simples aproveitamento dos recursos naturais e a transformação do ambiente ao seu favor, por exemplo, é capaz de ser considerado como um movimento tecnológico.
Essa demonstração, inclusive, pode ser melhor explicada pelos nossos ancestrais. Isso porque, como dissemos acima, a evolução da tecnologia se confunde com o progresso do próprio homem. Ou seja, quando os povos primitivos começaram a transformar pedras em lâminas para cortar a madeira e caçar animais, por exemplo, já estavam conseguindo realizar avanços tecnológicos.

Desde que o homem é homem

Sim, a tecnologia é mais antiga do que podemos imaginar. Mesmo que cientistas e pesquisadores não sejam capazes de afirmar, ao certo, quando é que começaram a aparecer os primeiros avanços humanos nesse sentido, acredita-se que os primeiros sinais tenham surgido há mais de 50 mil anos.
O que é tecnologia?As primeiras demonstrações tecnológicas do homem (Fonte da imagem: Reprodução/Early Human Culture)
Há ainda quem vá bem mais longe, considerando a descoberta do fogo, por exemplo, como um sinal do início dos avanços da tecnologia. Os primeiros indícios de ferramentas criadas com pedra identificados na Etiópia seriam um marco, algo que data de mais de 2,5 milhões de anos. Com isso, ferramentas básicas, criadas com materiais extremamente rústicos, representam o que seria o período inicial do estudo da técnica.
Essa abordagem, entretanto, também gera certa discussão no campo dos estudos. Isso porque a linha que separa a ciência da engenharia e da tecnologia é muito tênue. A definição trazida pelo engenheiro da Itaipu Binacional, Joao Ricardo Leal F. da Motta, mostra bem isso.
Na opinião dele, “tecnologia é quando utilizamos nosso conhecimento técnico, científico e empírico para solução de problemas, através da criação de dispositivos eletroeletrônicos, softwares, novos materiais, processos de manufatura e também o seu aperfeiçoamento”.

Reinventando a roda!

Enquanto algumas pessoas defendem a existência de grandes diferenças entre as três áreas, há quem acredite que os três tópicos andam de mãos dadas, ou seja, são interdependentes. Esse é, inclusive, o método de análise mais popular visto entre os diversos campos de atuação.
O que é tecnologia?Já imaginou sem a roda? (Fonte da imagem: Reprodução/Performance Management Company)
Com isso, a ciência seria o estudo de uma determinada situação, enquanto a engenharia seria o desenvolvimento dos meios para se conseguir uma evolução, representados pela tecnologia. Podemos usar como um bom exemplo disso tudo a criação da roda, considerada como uma das principais invenções da humanidade. Vamos desenvolver um cenário figurativo para ela, como se a roda tivesse sido inventada nos dias de hoje.
Enquanto um cientista teria estudado os movimentos das coisas e chegado à conclusão de que algo capaz de rodar poderia tornar o transporte dos objetos mais fácil, um engenheiro desenvolveu uma maneira de ela ser construída. Por fim, o estudo da técnica permitiu a melhor aplicação do seu uso, transformando as carroças de “roda quadrada” e trazendo uma evolução tecnológica para o transporte de pedras.
Utilizamos a roda não só para exemplificar um cenário, mas também porque ela foi um verdadeiro marco na evolução tecnológica da humanidade. Com a sua descoberta, cerca de quatro mil anos antes de Cristo, não demorou muito para que os povos percebessem que ela facilitaria a vida de todo mundo em praticamente todos os aspectos.
O que é tecnologia?Roda foi inventada há muito tempo (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O transporte de mercadorias, como as colheitas ou as grandes peças de cerâmicas, por exemplo, ficou bem mais fácil, afinal de contas, com as carroças era bem mais fácil levar todas essas grandes e pesadas cargas.

As mais diversas aplicações

Ao longo da História, é possível até mesmo identificar como o desenvolvimento da tecnologia influenciou a nossa evolução. Nos tempos primitivos, por exemplo, destacam-se as ferramentas de pedra, a utilização da madeira, a descoberta do fogo e a utilização do metal.
O que é tecnologia?A tecnologia ajudou Cristovão Colombo (Fonte da imagem: Reprodução/UOL)
Já na época medieval se sobressaem as tecnologias aliadas à engenharia, como o desenvolvimento das grandes cidades, estradas e aquedutos. Tecnologias têxteis e militares também começaram a se desenvolver cada vez mais, assim como a utilização da prensa e a evolução da exploração marítima – a qual culminou na descoberta de outros continentes, como o nosso.
Logo em seguida, a revolução industrial, como não poderia deixar de ser, provocou um verdadeiro “boom” no mundo do estudo da técnica. Diversos ramos, principalmente o fabril, começaram a encontrar maneiras de facilitar e agilizar a resolução de tarefas e problemas, objetivo principal da tecnologia.
Com tudo isso, também não demorou para que os especialistas começassem a dividir o estudo da técnica em vários campos diferentes. Assim, é possível repartir a tecnologia em campos de atuação, algo que permite um foco ainda melhor de trabalho em cada uma dessas áreas.
Dessa forma, há a tecnologia de defesa, a tecnologia militar, a tecnologia de construção, a tecnologia têxtil, a tecnologia medicinal, a tecnologia educacional, a tecnologia mecânica, a tecnologia industrial, a tecnologia da informação, entre outras.

Para o bem e para o mal

A evolução tecnológica não surgiu somente para “despertar o que há de melhor” nos seres humanos. Em diversos fatores, como nos instrumentos bélicos e de guerra, por exemplo, ela também exerceu grande influência, ajudando na sua evolução e na criação de máquinas cada vez mais mortíferas.
O que é tecnologia?Uso dos tanques foi determinante em diversas batalhas da Segunda Guerra Mundial (Fonte da imagem: Reprodução/WW2 Shots)
Segundo Sérgio Czajkowski Jr, professor da Universidade Positivo e do UniCuritiba, ele, como um filósofo, sente-se “na obrigação” de se posicionar de uma forma “não tão otimista” com relação à definição mais simples da tecnologia.
De acordo com o professor, “mesmo sendo inegável que a tecnologia foi vital para uma ‘evolução’ da humanidade, é salutar sempre se mencionar que esta não é neutra e que nem todos os avanços tecnológicos redundaram em benefícios para toda a humanidade”.
Além disso, Czajkowski também apresenta uma visão mais filosófica quando o assunto é tecnologia. Isso porque, além de mostrar que o estudo da técnica visa deixar a vida de todos um pouco mais fácil, ele também demonstra certa arrogância do ser humano com relação à natureza, pois nós estaríamos tentando “domesticar” tudo o que há ao nosso redor.

Tecnologia moderna

No século XX, alguns campos da tecnologia começaram a se destacar mais do que os outros, como o da tecnologia da informação. Isso aconteceu ao mesmo tempo em que alguns estudiosos, bem como a própria evolução dos idiomas, começaram a tratar a tecnologia de forma um pouco diferente.
O que é tecnologia?O Apple II e o início da popularização dos PCs (Fonte da imagem: Reprodução/The Whole Earth Blog)
Isso se destaca em alguns países de língua alemã, por exemplo. Um estudo de Eric Schatzberg mostra que na segunda metade do século XIX houve uma drástica mudança nos discursos que definiam a chamada “Technik”, trazendo-a para uma abordagem mais voltada à engenharia aplicada à indústria moderna.
Essa mudança acabou influenciando a língua inglesa e as potências que falam o idioma, como Reino Unido e Estados Unidos. Com isso, a alteração ganhou corpo e inevitavelmente o mundo todo passou a abordar a tecnologia de uma nova maneira, relacionando-a sempre aos conceitos mais sofisticados da sociedade.
Com o casamento da evolução da tecnologia da informação com essa mudança gradual de tratamento dado ao assunto pelos próprios estudiosos, cada vez mais a tecnologia foi sendo associada aos aspectos mais modernos – o que também resultou em diversos novos campos de estudo.
O que é tecnologia?Smartphones de ponta trazem tecnologias incríveis direto para o seu bolso (Fonte da imagem: Divulgação/HTC)
Ou seja, a partir daí podemos encontrar várias novas ramificações, essas bem mais de acordo com o que estamos acostumados a relacionar a essa chamada tecnologia. Ramos como a nanotecnologia, a computação ou a robótica, além de vários outros, passaram a trazer o significado “mais aceito” para o termo.
É por isso que hoje tecnologia é sinônimo de aparelhos cada vez mais inteligentes, sofisticados e rápidos, como o seu computador, tablet ou smartphone. No entanto, não é nada errado dizer que um arco e flecha, por exemplo, também são tecnologia.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Grafeno poderá tornar internet 100 vezes mais rápida

Do Site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=grafeno-internet-100-vezes-mais-rapida&id=010110130717

Com informações da Universidade de Bath


O uso do grafeno em telecomunicações poderá acelerar a velocidade da internet em até 100 vezes.
Físicos das universidades de Bath e Exeter, no Reino Unido, demonstraram que o grafeno possui taxas de resposta óptica extremamente curtas.
Antes de subirem, ou depois que descem dos satélites, as informações digitais são transmitidas através de dispositivos optoeletrônicos, tais como fibras ópticas, lasers e fotodetectores.
Os sinais são enviados por luz com comprimento de onda na faixa do infravermelho e guiados usando interruptores ópticos, que convertem os sinais em uma série de pulsos, verdadeiros pacotes de fótons.
As chaves ópticas atuais disparam um pulso a cada poucos picossegundos - cerca de um trilionésimo de segundo. Quanto mais rápidos forem esses disparos, maior será a velocidade de transmissão da informação.
Thomas Limmer e seus colegas observaram agora uma taxa de resposta de um detector óptico à base de grafeno na faixa de 100 femtossegundos - cerca de 100 de vezes mais rápido do que os materiais atuais.
O dispositivo não é feito de grafeno propriamente dito, que contém apenas uma camada atômica - em vez disso, os cientistas usaram várias camadas empilhadas do material, no que eles chamam de "grafeno de poucas camadas".
"Nós observamos uma taxa de resposta óptica ultrarrápida usando o 'grafeno de poucas camadas', que tem aplicações interessantes para o desenvolvimento de componentes optoeletrônicos de alta velocidade. Esta resposta rápida está na parte infravermelha do espectro eletromagnético, onde muitas aplicações em telecomunicações, segurança e também na medicina estão sendo desenvolvidas," comentou o professor Enrico Da Como, coordenador do experimento.
No longo prazo, estes componentes também poderão levar ao desenvolvimento de lasers de cascateamento quântico baseados em grafeno. Esse tipo de laser semicondutor é utilizado no monitoramento de poluição, segurança e espectroscopia.

Outros estudos já demonstraram que as propriedades elétricas do grafeno podem ser controladas com luz, facilitando ainda mais sua integração com a eletrônica atual.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Do site:


Esta lista mostra 40 produtos, ou hábitos que estão morrendo ou morrerão, podemos ver perfeitamente como a tecnologia vai se renovando e coisas que achávamos tão incríveis a uns anos atrás já estão tão fora de uso e demode.
1. Jogar videogame em um Fliperama
Uma das atividades favoritas dos geeks espalhados pelo mundo era jogar fliperama, que começou a decair em meados da década de 1990.
Algumas máquinas de fliperama sobreviveram, mas as antigas competições e a intensa busca por esses jogos já não existem mais.
E é fácil entender o porquê: o avanço dos sistemas de jogos permitiu que você vivesse a mesma ação do fliperama em casa.
2. Capacidade do disco rígido
Com drives com espaço de armazenamento atingindo os terabytes, ter um dispositivo desse que excede suas necessidades não é tão absurdo de se ver hoje em dia. Mas lembram quando um drive de 80MB era um dispositivo de luxo e o drive de 1GB era extremamente espaçoso?
3. Ouvir o sinal de ocupado
Graças aos avanços na tecnologia de correio de voz e chamadas em espera, raramente você escuta esse irritante som.
4. Ir a encontros ‘às escuras’
Serviços como Google, sites de encontros e redes sociais tornaram mais fácil conhecer virtualmente uma pessoa antes de decidir encontrá-la na vida real. Muitos, inclusive, se relacionam melhor no mundo virtual.
5. Ter 18 anos para acessar conteúdo impróprio
Pode parecer insano, mas antigamente um jovem precisava ter 18 anos para colocar as mãos em materiais de cunho sexual – era isso ou então ter algum irmão mais velho que ajudasse. Ou um amigo com um irmão mais velho. Ou até mesmo um pai que guardasse não muito bem sua coleção de revistas. Hoje em dia basta apenas ter acesso a internet e pronto, qualquer um pode ver e assistir o que quiser. Não que isso seja uma coisa boa, é bom que se diga.
6. Bate-papo com o SysOp
O SysOp – acrônimo em inglês para operador do sistema  – uma figura de poder que começou na década de 1970 e continuou até meados da década de 1990.
Como criador e influente do sistema de computação BBS (do inglês Bulletin Board System), o SysOp formou uma geração de usuários que iniciou a era eletrônica de sistemas de comunicação pré-internet. Era possível conversar com visitantes, manter o sistema rodando corretamente e ocasionalmente desconectar alguém que está conectado há certo tempo, ou fazendo algo que não deveria.
7. Pagar por chamadas de longa distância
Antigamente as tarifas por minuto para chamadas de longa distância eram extremamente abusivas. Hoje, a telefonia fixa está bem mais barata (local e de longa distância) e ainda existe a opão do telefone celular, com a cobertura nacional das operadoras e, claro, as chamadas de voz pelo computador, pelo qual não se paga nada.
8. Recepção de sinal de TV com ruídos
O sinal da TV digital no Brasil ainda não chega a todos os lugares. Mas para aqueles já contemplados pela cobertura e que possuem um decodificador (set-top-box), a qualidade da imagem captada não deixa saudade alguma do tempo em que se colocava esponja de aço na antena interna para melhor o sinal da TV.
9. O som de uma conexão moderna
Quem nunca precisou abafar o som que os modem de 56 kbps faziam para se conectar com o provedor sem que alguém soubesse? Ou simplesmente se irritava com a barulhenta conexão? Ainda bem que esses são tempos idos, pelo menos para muitos usuários que não usam mais linha discada.
10. Fotografar com Polaroids
A Polaroid planeja encerrar as vendas de seus filmes instantâneos até o final deste ano. Essa será um perda dolorosa, sem dúvidas. Era divertido ver a imagem surgir em frente aos seus olhos. E desaparecer com o passar dos anos, para desespero de todo mundo já que não havia negativo para imprimir novamente.
11. Aguardar para revelar as fotos
Embora as câmeras analógicas ainda não tenham desaparecido, as vantagens das imagens digitais – entre tantas, a possibilidade de ver na hora a foto feita e até descartá-la se não gostar, sem custo extra – certamente fizeram com que diminuísse o interesse pelas câmeras tradicionais.
12. Datilografar em máquina de escrever
A palavra datilografar por si só já perdeu espaço para a digitação. Embora os saudosistas lembrem com certa felicidade do som das teclas das máquinas de escrever, hoje em dia alguns jovens nem sabem o que foi essa máquina. Mas algumas ainda estão em atividade em departamentos do governo que se recusam a evoluir tecnologicamente (delegacias, cartórios, só para citar alguns).
13. Remover papel de impressoras matriciais
Nascida em 1970, as impressoras matriciais entregaram impressões de baixa qualidade por quase duas décadas, até que a tecnologia a jato de tinta oferecesse uma alternativa visual melhor.
Essas impressoras matriciais serão sempre lembradas por serem barulhentas, por ‘engolirem’ os papéis e por serem lentas. Além, claro, da necessidade de alinhar corretamente o papel e depois ter que destacar as tiras nas laterais do mesmo.
14. Conhecer todos os canais da TV
Você tem 55 canais e nada de interessante? E que tal então 557 canais (e ainda sem nada interessante para ver)? Melhor então continuar com apenas a TV aberta e seus canais já mais que decorados. E não de pagar por eles.
15. Verificar a secretária eletrônica
Ainda é um dispositivo que alguns usam, mas somente quando a mesma já acompanha o telefone. Ou então usam a caixa postal da operadora de telefonia fixa ou móvel, que pode ser verificada de qualquer lugar, sem precisa chegar em casa para saber quem ligou. Mas um equipamento dedicado só para isso…
16. Ter privacidade
A constante monitoração do Google, as muitas formas de rastrear alguém via GPS e as redes sociais já estão mais do que presente em nossas vidas. E a privacidade tornou-se uma commodity rara e preciosa dentro do mundo 2.0.
17. Mixar uma fita cassete para presentear alguém
Sites como o Muxtape.com e o Songza podem atender essa demanda, mas a arte de elaborar uma fita cassete personalizada parece que não existe mais faz tempo.
É uma pena, pois nunca deixou de ser um presente criativo.
18. Usar relógico com calculadora
Considerado o relógio dos nerds, muitos queriam ter um para usar nas provas da escola. Sem dúvida um acessório interessante e bastante nostálgico.
19. Anúncios (quase sempre de cunho sexual) em jornais e orelhões
Esses números podem ainda existir, mas o sexo virtual e os serviços (como mensagens, imagens e vídeos) para celular tomaram seu lugar no mundo 2.0.
20. Usar telefone público
Em um país onde existem 160 milhões de celulares em circulação, é de se compreender que pouca gente ainda use o famigerado orelhão. Ele ainda é útil, mas cada vez mais perde espaço.
21. Discar em um telefone com disco giratório
A facilidade de discar em um teclado com botões fez os telefones com disco (daí o verbo ‘discar’) giratório desaparecerem, embora ainda possam ser encontrados como artigo raro ou até mesmo como um produto novo, nessa onda de lançamentos retrô. Ou usados como plug-ins em alguns celulares.
22. Armazenar dados em disquete
Um disco com capacidade de 1.44MB? Hoje em dia poderia ser piada, mas os disquetes foram durante muito tempo a melhor opção de armazenagem.
Atualmente pouquíssimos PCs estão saindo de fábrica com drive para disquete, como resultado a era do prompt A: está quase no fim.
23. Iniciar via comando C: Prompt
As primeiras gerações dos computadores iniciavam através de comandos digitados no DOS. Quem lembra, até sente falta. Quem tinha o Windows 3.1 (bem mais tarde), deveria digitar “win” e teclar enter…
24. Escrever em um antigo editor de texto
Escrever em uma tela azul com letras brancas não deve soar interessante para ninguém, ainda mais depois que já nos acostumamos com o mundo do Microsoft Office. Esse era o mundo do Wordstar.
25. Ter um telefone móvel anexado ao carro
Um hábito muito comum nos Estados Unidos (e entre a elite no Brasil) era ter um telefone móvel (na época os celulares ainda eram grandes e pesados) dentro do carro. Hoje em dia, o que se vê são cada vez mais pessoas dirigindo com fone de ouvido que se conecta ao celular via Bluetooth. Muito mais prático, não? Prático, mas proibido por lei.
26. Assistir a filmes no videocassete
Quem nunca teve que brigar com o videocassete para ajustar o famigerado tracking para obter uma imagem melhor da fita VHS? Há quem ainda resista a esse antigo formato, mas é fato que muito em breve todos já terão digitalizado o conteúdo das fitas VHS para o DVD. Ou Blu-ray.
27. Acender um isqueiro durante um show
Luzes baixas, estádio lotado e sua banda favorita tocando aquela música balada. Sua reação? Ascender um isqueiro e acompanhar a multidão na cantoria.
Mas agora a ‘moda’ é usar o celular para iluminar. Ou então um aplicativo para celular que imita um isqueiro. Pode ser mais seguro, mas não traz a mesma emoção.
28. Assistir a um filme em LD (Laser Disc)
A prova de que quase ninguém assistia a filmes em laser discs é que hoje existem 5282 entradas de posts no eBay de pessoas tentando vender seus LDs. Fato é que esta tecnologia está completamente obsoleta.
29. Seguir a gramática e a pontuação
As redes sociais e os mensageiros instantâneos modificaram a forma como escrevemos. Mesmo e-mails estão sofrendo desse mal, das abreviações e criações de novas gírias. O Professor Pasquale deve estar chorando a uma altura dessas, naum eh miguxu? o/
30. Carros novos com acendedor de cigarro
Acendedores de cigarros embutidos no carro estão perdendo espaço entre os fabricantes de automóveis. Na verdade, a maioria dos carros novos está saindo de fábrica sem o acessório (acendedor propriamente dito), dedicando o espaço para os carregadores de celular.
31. Trocar uma lâmpada incandescente
Cada vez mais e mais nações estão se despedindo das tradicionais lâmpadas incandescentes (para quem não sabe o que é, pense na imagem que representa uma ideia…) e encorajando seus cidadãos a usar fontes de luz mais ecologicamente corretas, como as lâmpadas fluorescentes que chegam a durar até 10 vezes mais.
32. Usar um monitor de tubo
O mesmo acontece com os televisores. Quem ainda não tem um monitor de plasma ou LCD, provavelmente está desesperado para comprar um. Os modelos de tubo não farão falta quando sumirem de vez.
33. Escutar música em um walkman
A maior dificuldade era encontrar aquela música favorita entre tantas, apenas rebobinando e avançando a fita. Você pode tentar rebobinar a fita cassete, mas o tempo de vida delas está cada vez mais com os dias contados. E para economizar a pilha, rebobinava a fita usando uma caneta.
34. Visitar uma loja de música para comprar CDs
Lojas de música estão cada vez mais difíceis de encontrar. Esperamos que as que estão por aí aguentem firme. Perdê-las poderá deixar um vazio cultural enorme e que o iTunes não está preparado para preencher.
35. Receber um CD da AOL ou de outros provedores na correspondência
Já parou para pensar em quantos CDs já recebeu em sua casa oferecendo provedores de acesso? E você não está sozinho.
Mas essa pergunta parece não ter resposta, visto que a ação de marketing, especialmente da AOL, parecia não ter fim.
O problema foi encontrar solução para livrar-se daquele ‘lixo’ todo. (Dica: você pode criar uma cortina de CDs ou até mesmo fazer de porta-copo.)
36. Procurar um telefone na agenda de papel
Ainda é possível encontrá-las, mas definitivamente elas já tiveram seus dias de glória. A influência da web, de serviços de busca de telefone pelas operadoras de telefonia fixa e serviços online das operadoras de celular para armazenar os contatos do chip GSM, facilitaram ainda mais a vida do usuário. Além disso, é ecologicamente correto não usar mais agenda de papel.
37. Usar papel carbono para fazer cópias
Muitos daqueles que já passaram dos 40 anos de idade devem ter usado o papelo carbono para fazer cópias de trabalhos escolares, como mapas, por exemplo. O uso deste processo atualmente está restrito a quem emite notas fiscais manualmente, já que os impressores fiscais utilizam papeis NCR (no carbon required).
38. Enviar documentos por Fax
Por que fax, se você pode enviar como anexo? Especialmente agora que a maioria dos documentos é criado em computador, o facsimile muito em breve será abandonado pelas empresas (as únicas que ainda apoiam seu uso), usado para envio de comprovantes ou documentos feitos a mão.
39. Volume alto no seu micro-system
Seu iPod pode parecer legal, mas você consegue carregá-lo sobre os ombros e escutar música bem alto? O micro-system portátil teve seu auge na década de 1980, juntamente com cabelos compridos, jeans de cor lavada e coreografias de dança no mínimo estranhas.
E embora ainda existam versões mais atuais desses aparelhos, dificilmente você irá encontrar quem carregue um desse de um lado para o outro para ouvir música.
40. Dar atenção total a alguém durante uma conversa
Ah, conversar sem mensagens de textos simultâneas, recados no Orkut ou tweets é algo tão 2008.