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quinta-feira, 26 de março de 2026

Como ver a saúde de bateria do celular Android e saber sua vida útil

 Do site: https://tecnoblog.net/responde/como-saber-a-vida-util-da-bateria-do-android-ciclos-de-carga/


A saúde de bateria do celular informa detalhes sobre a vida útil e as condições do componente; saiba como verificar em aparelhos da Samsung, Motorola e Xiaomi


Para verificar as condições de saúde da bateria em celulares Android, é possível usar apps de terceiros ou códigos especiais que exibem dados sobre a vida útil do componente.

A depender da marca do seu aparelho, é possível que haja ferramentas desenvolvidas pelas próprias fabricantes para facilitar o diagnóstico da bateria, como é o caso de smartphones Galaxy.

Saber detalhes sobre os ciclos de carga e a tensão de carregamento podem ajudar a encontrar um problema no seu celular. Em alguns casos, essas informações são essenciais para determinar a troca do componente.


Como ver a saúde de bateria do celular Samsung

1. Abra o app Samsung Members no celular Galaxy

Acesse o aplicativo Samsung Members, pré-instalado na interface One UI, no seu celular Samsung Galaxy.

Se o app não estiver instalado no seu telefone, faça download na Galaxy Store.

2. Toque em “Diagnóstico do telefone” da Samsung

Toque em “Suporte”, no canto inferior direito do app, para ver mais opções. Em seguida, selecione “Diagnóstico do telefone” para acessar os testes de saúde dos componentes do celular.

3. Toque em “Status da Bateria” do celular Samsung

Desça a página até o final e toque na opção “Status da Bateria” para realizar o teste da saúde do componente.

4. Aguarde o resultado da saúde da bateria do celular

Espere o app Samsung Members fazer o teste e mostrar o resultado da saúde da bateria:

  • Normal: a bateria retém mais de 75% da carga de energia;
  • Regular: a bateria retém entre 55% e 75% da carga de energia;
  • Ruim: a bateria retém menos de 55% da carga de energia.

Como ver a saúde de bateria do celular Motorola

1. Abra o app “Telefone” no celular Motorola

Acesse o aplicativo “Telefone” no celular Motorola e digite o seguinte código: *#*#2486#*#*

Automaticamente, você abrirá o menu de diagnósticos dos telefones da Motorola.

2. Toque em “Iniciar teste de CQA no Modo Menu”

No menu de diagnósticos, toque na opção “Iniciar teste de CQA no Modo Menu” para ver mais informações sobre o celular.

3. Selecione “Battery” para ver mais informações

Toque na opção “Battery” e, na sequência, selecione “Battery Info” para ver os dados de saúde de bateria do celular Motorola.

4. Veja os dados de “Battery Health”

A próxima tela exibe diversos dados sobre a bateria, como a tecnologia íon-lítio, nível de carga atual, voltagem e temperatura. Então, observe o dado informado na seção “Battery Health” para avaliar a saúde do componente telefone:

  • Good/Bom: a bateria consegue reter mais de 75% de energia da carga;
  • Regular: a bateria consegue reter entre 55% e 75% de energia da carga;
  • Bad/Ruim: a bateria consegue reter menos de 55% de energia da carga.

Como ver a saúde de bateria do celular Xiaomi

1. Abra o app “Telefone” no celular Xiaomi

Abra o app “Telefone” no seu celular Xiaomi, Poco ou Redmi e digite o seguinte código: *#*#6485#*#*”

Assim, você abrirá o menu de engenharia dos dispositivos da marca.

2. Veja a condição da saúde da bateria do celular

O menu de engenharia apresenta vários dados sobre o dispositivo da Xiaomi. Então, veja a informação na seção “MB_06” para conferir a saúde da bateria do celular:

  • Good/Bom: a bateria tem capacidade para reter mais de 75% da carga de energia;
  • Regular: a bateria tem capacidade para reter entre 55% e 75% da carga de energia;
  • Bad/Ruim: a bateria tem capacidade para reter menos de 55% de energia.

Analisando a saúde da bateria no menu de engenharia do celular Xiaomi (Imagem: Reprodução/Xiaomi)


Preciso baixar apps para ver a saúde de bateria do meu celular?

Você deve baixar apps para ver a saúde da bateria de celulares Android se a marca não possui uma espécie de ferramenta nativa. Isso inclui modelos de empresas como Realme, Asus, Oppo e TCL. Uma indicação de app gratuito e confiável para a análise do dispositivo é o AccuBattery.

Quando devo trocar a bateria do meu celular?

As baterias de íon-lítio de celulares costumam durar cerca de 2 a 3 anos. Entretanto, as marcas recomendam a troca do componente por questão de segurança ao observar algumas destas situações:

  • Ciclos de recarga: a bateria ultrapassou 500 ciclos de recarga ou perdeu mais de 80% da capacidade de reter energia;
  • Desempenho lento: o celular executa as tarefas de forma lenta, mesmo quando está totalmente carregado ou com armazenamento vazio;
  • Tempo de uso menor: a bateria do telefone se esgota rapidamente após as cargas;
  • Bateria não mantém a carga: o celular está desligando sozinho mesmo após completar uma carga de 100%;
  • Superaquecimento: o telefone fica mais quente que o normal durante o carregamento com frequência.

Por que a saúde de bateria do Android está caindo rápido?

Alguns fatores podem fazer a bateria desgastar com mais rapidez e interferir no alto desempenho do celular Android. Por exemplo:

  • Apps em segundo plano: alguns aplicativos, como 
    jogos
     e redes sociais, podem consumir muita energia quando estão em segundo plano. Se possível, desative as funções de atualização em segundo plano de apps que você não usa no dia a dia;
  • Profundidade de carga: carregar o celular de 0% a 100% com frequência pode reduzir a vida útil da bateria. O ideal é manter a carga entre 20% e 80%;
  • Carregadores não originais: os carregadores de terceiros podem usar níveis de tensão de inadequados para o carregamento do telefone e, assim, desgastar a bateria;
  • Temperaturas extremas: expor o celular a temperaturas muito altas ou muito baixas também pode afetar a vida útil da bateria. Evite deixar o telefone no sol, dentro do carro em dias quentes ou em ambientes muito frios.

Posso evitar o desgaste de bateria no Android?

Não, mas você pode retardar o desgaste do componente. Uma das formas de preservar a saúde da bateria do aparelho é evitar que o celular descarregue completamente com frequência. Além disso, é importante seguir algumas práticas para carregar o celular corretamente, como não conectar o telefone à tomada enquanto o utiliza para jogos, por exemplo. 

Poco X8 Pro chega ao Brasil com bateria grande e chip inédito; veja o preço

 Do site: https://tecnoblog.net/noticias/poco-x8-pro-chega-ao-brasil-com-bateria-grande-e-chip-inedito-veja-o-preco/


parelho tem preço sugerido de R$ 6.999. Comunicação sem sinal de operadora e LEDs RGB para notificação.


A submarca Poco, da Xiaomi, trouxe sua nova linha X8 Pro para o Brasil. O modelo que será lançado no Brasil tem 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, com preço sugerido de R$ 6.999. As vendas no site e nos quiosques e lojas da Xiaomi começam nessa quinta-feira (26/03)

O aparelho foi lançado globalmente em 17 de março e agora chega ao mercado nacional. Como destaques, ele traz o SoC Dimensity 8500 Ultra — que faz sua estreia no smartphone –, a bateria de 6.500 mAh, construção com bordas em metal e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K de resistência à água e à poeira.

Tecnoblog já testou o Poco X8 Pro e conheceu a fundo os pontos fortes e fracos do aparelho. Você pode ver nossa análise no YouTube ou ler o review aqui no site.


O que o Poco X8 Pro tem de destaque?

O Poco X8 Pro é o primeiro smartphone lançado no Brasil com o chip Dimensity 8500 Ultra, da MediaTek. Segundo a fabricante, o SoC garante um salto de 25% no desempenho gráfico em relação à geração passada, além de trazer suporte a ray tracing.

O smartphone conta ainda com sistema de resfriamento líquido para controlar a temperatura durante games, que é o foco do aparelho.

O Poco X8 Pro tem uma bateria de silício-carbono com capacidade de 6.500 mAh, com suporte a recarga HyperCharge de 100 W. O aparelho também oferece carregamento reverso de 27 W para abastecer 

acessórios

 ou mesmo o celular de um amigo ou familiar que esteja precisando de energia.

A tela do smartphone tem 6,59 polegadas, com resolução 1,5K e picos de brilho de até 3.500 nits. Outro diferencial é a presença de LEDs RGB ao redor das duas câmeras para indicar notificações. E por falar em câmeras, ele tem uma principal de 50 MP, uma ultrawide de 8 MP e uma frontal de 12 MP.

A conectividade também se destaca, com um modo de comunicação direta entre aparelhos da marca mesmo quando não há sinal de operadora.

Em software, a Poco oferece um suporte a acesso remoto por iPhones e criou até mesmo um modo de compra de ingressos, com direito a lembretes persistentes e desempenho máximo. O HyperOS 3, com base no Android 16, tem promessa de quatro anos de atualizações do sistema operacional e seis anos de correções de segurança.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Musk põe colonização de Marte de lado e agora quer construir cidade na Lua

 Do site: https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/musk-poe-colonizacao-de-marte-de-lado-e-agora-quer-construir-cidade-na-lua/

Tentativa de "colonizar" Marte fica em segundo plano para o bilionáro que, argumenta que "cidade em crescimento próprio na Lua" deve ser mais rápido

Jackie Wattles e John Liu, da CNN
Ilustração artística do projeto do módulo de pouso tripulado Starship da SpaceX na Lua  • Nasa

A ambição de Elon Musk de um dia colonizar Marte parece ter ficado em segundo plano diante de um objetivo mais próximo e alcançável – enviar humanos para viver na lua.

Em um anúncio publicado no X (antigo Twitter) no último domingo (8), o bilionário disse que sua empresa SpaceX agora mudou suas prioridades para construir "uma cidade em crescimento próprio na Lua", argumentando que isso poderia ser alcançado em menos de uma década, em comparação com mais de 20 anos para um plano semelhante em Marte.

"A prioridade principal é garantir o futuro da civilização e a Lua é mais rápida", disse ele. "Só é possível viajar para Marte quando os planetas se alinham a cada 26 meses (viagem de seis meses), enquanto podemos lançar para a Lua a cada 10 dias (viagem de 2 dias)."

Não está exatamente claro o que Musk quis dizer com uma "cidade em crescimento próprio" ou se seus planos estão alinhados com um plano lunar semelhante proposto pela Nasa. A CNN Internacional entrou em contato com a SpaceX para um pronunciamento.

Musk afirmou que a empresa continua comprometida em construir uma cidade em Marte e começará a fazê-lo em cerca de cinco a sete anos. Ainda em maio passado, Musk havia dito que a SpaceX estava trabalhando para pousar sua primeira nave estelar não tripulada em Marte já no final de 2026.

A redução de Musk em suas previsões anteriores de viagens espaciais veio após a SpaceX adquirir a xAI (empresa de inteligência artificial) na semana passada, em uma medida que irá fundir duas de suas empresas mais ambiciosas na empresa privada mais valiosa do mundo.

Impulsionador Super Heavy da SpaceX transportando a espaçonave Starship decola em seu 10º voo de teste na plataforma de lançamento da empresa em Starbase, Texas, EUA, em 26 de agosto de 2025 • Steve Nesius/Reuters
Impulsionador Super Heavy da SpaceX transportando a espaçonave Starship decola em seu 10º voo de teste na plataforma de lançamento da empresa em Starbase, Texas, EUA, em 26 de agosto de 2025 • Steve Nesius/Reuters

Por mais de uma década, Musk tem feito questão de divulgar seu foco absoluto em estabelecer um assentamento em Marte, dizendo que esse tem sido o objetivo orientador da SpaceX desde a fundação da empresa em 2002

Em discursos proferidos em conferências e eventos aeroespaciais para funcionários da SpaceX, ele detalhou planos ambiciosos — embora duvidosamente viáveis — para estabelecer uma presença humana permanente no planeta vermelho, afirmando que tal passo é necessário para garantir que uma colônia humana possa sobreviver a um possível apocalipse.

A Nasa, por outro lado, tem focado em suas ambições lunares, especialmente desde o primeiro mandato do presidente Donald Trump, quando o então vice-presidente Mike Pence declarou abruptamente que os Estados Unidos devolveriam seus astronautas à Lua até 2024.

O plano ousado não deu certo, e a Nasa está atualmente trabalhando para trazer astronautas de volta à superfície lunar até 2028 — o prazo que a agência vinha alcançando na era Obama. Esse retorno marcará a primeira vez que humanos pisarão na Lua desde o fim do programa Apollo em 1972.

Musk já criticou esses esforços no passado, aludindo ao programa lunar da Nasa, chamado Artemis, como uma "distração" no X no início do ano passado.

"Não, vamos direto para Marte", escreveu na época. "A Lua é uma distração."

A aparente mudança de Musk para focar na lua ocorre enquanto o bilionário da tecnologia – cujas empresas recebem enormes contratos governamentais – adotou uma postura muito mais vocal sobre política do que em anos anteriores. Ele investiu 290 milhões de dólares na eleição presidencial dos EUA, apoiando Donald Trump e conseguindo um cargo na Casa Branca, apenas para ter um desentendimento abrupto com o presidente. Ele voltou a conquistar suas boas graças no último outono.

Controvérsia lunar

Enquanto a Nasa construiu o foguete e a espaçonave projetados para lançar astronautas da Terra e para a região lunar, a SpaceX tem um contrato de quase 3 bilhões de dólares para construir o módulo lunar da agência federal, ou seja, o veículo que transportará os tripulantes de suas espaçonaves até a superfície lunar.

A SpaceX planeja usar seu sistema Starship para essa tarefa — a maior espaçonave e sistema de foguetes já construídos, e o veículo que Musk diz ser feito especialmente para levar pessoas a Marte.

A Starship, no entanto, ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento e frequentemente explodiu durante os testes. A espaçonave nunca viajou para órbita nem realizou um voo operacional, e espera-se que a SpaceX estreie uma nova linha de protótipos de Starship já no início de março.

A Starship é extremamente ambiciosa, e seu papel no programa lunar da Nasa também tem sido motivo de controvérsia.

Sean Duffy, secretário de transportes de Trump, que também atuou brevemente como administrador interino da Nasa no ano passado, criticou a SpaceX em outubro — alertando que a empresa não parecia estar no caminho certo para ter seu módulo lunar pronto a tempo para a missão de pouso lunar da Nasa, enquanto a agência espacial corre para superar o programa chinês de exploração lunar.

Duffy ameaçou notavelmente afastar a SpaceX da missão de pouso na Lua, chamada Artemis III, e disse que avaliaria se o principal concorrente da SpaceX, o Blue Origin, conseguiria realizar o trabalho mais rapidamente.

Autoridades da Nasa não revisitaram abertamente o contrato do módulo lunar Artemis III desde que o recém-empossado administrador da agência, o bilionário CEO de tecnologia Jared Isaacman, foi confirmado para o cargo principal em dezembro. Isaacman é considerado um aliado de Musk, já que pagou duas vezes para voar em cápsulas da SpaceX até a órbita terrestre.

A afirmação de Musk de que a SpaceX agora focará na exploração lunar ocorre enquanto a Nasa se prepara para lançar sua primeira missão tripulada do programa Artemis, chamada Artemis II.


Essa missão está programada para lançar quatro astronautas em uma viagem que dará a volta à Lua, mas não irá pousar nela, servindo como um pioneiro para a mais complexa missão de pouso Artemis III.

O Artemis II está programado para ser lançado já em março.