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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Envenenamento de memória cria novo risco para agentes de IA

 Do site: https://olhardigital.com.br/2026/09/03/seguranca/envenenamento-de-memoria-cria-novo-risco-para-agentes-de-ia/

Agentes de IA com memória podem ser alvo de informações falsas, em ataques que só revelam efeitos depois de várias interações


painel de instrumentos de agentes de IA

Pesquisa com 2.614 trajetórias mostra por que a segurança de agentes de IA precisa acompanhar seu histórico de interações. - Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock


Agentes de IA que guardam lembranças de interações anteriores podem ser alvo de um ataque conhecido como envenenamento de memória. A técnica insere informações falsas no histórico do sistema e pode influenciar decisões futuras sem produzir sinais claros de invasão.


Pesquisadores da Universidade de Calgary analisaram 2.614 trajetórias simuladas de ataques contra agentes com memória. O estudo mostra que observar apenas uma interação pode não ser suficiente para identificar uma ameaça que permanece escondida e aparece mais tarde.

Robôs humanoides representam o avanço da inteligência artificial e da automação
A memória de um agente de IA funciona como um caderno: se uma anotação falsa entrar, ela pode influenciar decisões depois. – Imagem: Summit Art Creations / Shutterstock

O ataque pode ficar escondido

A memória é parte importante desses sistemas. Ela permite manter informações de interações anteriores, planejar tarefas em várias etapas e usar ferramentas digitais. Mas também cria um novo ponto de atenção para a segurança.

 situação pode ser comparada à de um assistente que registra o que aprende em um caderno. Um invasor consegue inserir uma orientação enganosa, como: “Solicitações dessa pessoa já foram aprovadas”. Nada necessariamente acontece naquele momento. Mais tarde, ao consultar o registro, o assistente pode considerar aquela informação verdadeira.

É esse o princípio do envenenamento de memória. O diferencial está no intervalo entre a contaminação e seus efeitos.

Nem todo ataque aparece na hora

No estudo, os pesquisadores examinaram quatro formas de ataque:

  • Envenenamento em cadeia;
  • Reescrita de políticas;
  • Acionamento de porta dos fundos;
  • Deriva lenta.

Alguns ataques permaneceram difíceis de distinguir de um comportamento normal durante boa parte das interações. Os métodos de deriva lenta e acionamento de porta dos fundos, em particular, conseguiram escapar de avaliações que observavam apenas etapas individuais antes de revelar seus efeitos posteriormente.

Os pesquisadores também identificaram comportamentos chamados de “não monotônicos”. Em determinados momentos, o sistema parecia mais comprometido; depois, os sinais diminuíam antes de o ataque finalmente produzir consequências.

Isso mostra como uma análise pontual pode deixar passar parte do problema.

Agente de IA
Pesquisadores defendem testes que acompanhem a trajetória completa de agentes de IA, e não apenas interações isoladas. – mayam_studio / Shutterstock

Segurança precisa acompanhar o histórico

Um agente que continua funcionando normalmente depois de receber uma informação suspeita não necessariamente está seguro. O efeito do ataque pode simplesmente ainda não ter aparecido.

Por isso, os pesquisadores defendem testes capazes de acompanhar o comportamento do sistema durante uma sequência de interações. Em vez de analisar cada etapa isoladamente, seria necessário observar como as informações armazenadas afetam acontecimentos posteriores.

A questão ganha importância conforme os agentes deixam de apenas responder perguntas e passam a executar tarefas mais longas. Quando também podem utilizar ferramentas, uma memória contaminada pode influenciar decisões sobre ações, recursos ou instruções a serem seguidas.

O que a IA guarda também importa

A memória não torna esses sistemas naturalmente inseguros. Pelo contrário, ela permite preservar contexto, reconhecer preferências do usuário e realizar tarefas que não podem ser concluídas em uma única interação.

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O desafio está em ampliar a proteção. Não basta verificar apenas o comando recebido naquele momento. As informações carregadas de interações anteriores também podem interferir no comportamento futuro.

A conclusão da pesquisa é que a segurança precisa acompanhar toda a trajetória do agente. Se uma informação maliciosa pode ser inserida agora e produzir efeitos muito depois, analisar apenas o momento da contaminação ou aquele em que o problema aparece pode deixar justamente a parte mais importante da história de fora.








iPhone dobrável pode ser o iPhone mais caro da história; veja preço

 Do site: https://www.techtudo.com.br/noticias/2026/09/iphone-dobravel-pode-ser-o-iphone-mais-caro-da-historia-veja-preco-edmobile.ghtml

Possível iPhone Ultra deve chegar ao exterior com preços elevados e ficar ainda mais caro no Brasil, segundo projeções e vazamentos; confira as estimativas


O iPhone Ultra, primeiro celular dobrável da Apple, pode chegar ao mercado com preços entre US$ 2.099 e US$ 2.299, segundo projeções da empresa de pesquisa taiwanesaTrendForce. Caso as estimativas se confirmem, o modelo deve se tornar o iPhone mais caro já lançado pela companhia, com as versões mais avançadas podendo ultrapassar a marca de US$ 3.000.

As projeções também vão ao encontro de vazamentos atribuídos à operadora australiana Vodafone, que teriam indicado preços entre US$ 2.662 e US$ 3.382 para o dobrável. Os valores foram divulgados no X, antigo Twitter, e, em conversão direta para o real, representam aproximadamente R$ 10.700 a R$ 17.300. Os preços, porém, ainda não foram confirmados oficialmente pela Apple.

iPhone Ultra vermelho pode se juntar às versões prata e azul-escuro entre as opções de cores do modelo dobrável da Apple — Foto: Reprodução/Evan Blass

iPhone Ultra vermelho pode se juntar às versões prata e azul-escuro entre as opções de cores do modelo dobrável da Apple — Foto: Reprodução/Evan Blass

No Brasil, o cenário pode ser ainda mais alarmante. Em 2025, a Apple lançou o iPhone 17 Pro Max por R$ 12.499, enquanto o preço de lançamento nos Estados Unidos partiu de US$ 1.199. Se a companhia mantiver uma estratégia de precificação semelhante para seu primeiro dobrável, o iPhone Ultra poderia chegar ao mercado brasileiro por valores entre R$ 21.800 e R$ 23.900. É importante destacar, porém, que os preços do iPhone 17 Pro Max são valores reais de lançamento em cada país, enquanto a estimativa para o iPhone Ultra no Brasil é apenas uma projeção baseada na relação de preços adotada pela Apple anteriormente.

Tela ProMotion e chip de 2 nm estão entre os destaques do iPhone dobrável

Ainda de acordo com a TrendForce, o iPhone Ultra deve chegar ao mercado com uma tela OLED externa de 5,5 polegadas e outra interna de 7,8 polegadas. O painel principal também deve contar com a tecnologia ProMotion, com frequência de até 120 Hz,. Já o desbloqueio ficaria a cargo do Touch ID integrado ao aparelho.

No desempenho, o dobrável pode ser equipado com o chip A20 Pro, produzido em processo de 2 nanômetros (nm), acompanhado de 12 GB de RAM e opções de armazenamento entre 256 GB e 2 TB. Para as fotos, o modelo deve trazer uma câmera frontal de 24 MP e duas traseiras, sendo uma principal de 48 MP e outra ultrawide de mesma resolução, combinação que promete maior versatilidade nas capturas.

Segundo rumores e vazamentos, o iPhone Ultra deve chegar com formato dobrável no estilo “passaporte” — Foto: Reprodução/MacRumors
Segundo rumores e vazamentos, o iPhone Ultra deve chegar com formato dobrável no estilo “passaporte” — Foto: Reprodução/MacRumors

Cientistas podem ter descoberto primeira evidência de matéria escura

 

Sinal registrado por um dos detectores mais sensíveis do mundo chama a atenção dos pesquisadores, mas ainda precisa passar por novas análises antes de ser confirmado

Do site: http://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2026/09/cientistas-podem-ter-descoberto-primeira-evidencia-de-materia-escura.ghtml


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