Do site: https://www.techtudo.com.br/noticias/2021/07/tiktok-e-seguro-entenda-como-funciona-a-coleta-de-dados-do-aplicativo.ghtml
Getty Images/NurPhoto
O TikTok, o app mais baixado de 2020, tem uma política de privacidade que causou burburinho nos últimos anos. Produzido pela empresa chinesa ByteDance, o aplicativo demanda acesso a inúmeras informações de seus usuários, como as preferências pessoais de conteúdo, modelo de telefone e, em alguns casos, até mesmo às mensagens diretas trocadas pela rede social. O TechTudo compilou uma lista com os principais dados coletados e tratados pelo app. Nas linhas a seguir, confira oito coisas que o TikTok sabe sobre você.
Vale lembrar que todas as informações aqui publicadas estão disponíveis diretamente no site do app, na política de privacidade do TikTok. Além disso, é importante frisar que, embora realize uma coleta robusta de dados dos usuários, o aplicativo de vídeos chinês não é o único que faz isso. Redes sociais como o WhatsApp e o Facebook, por exemplo, fazem coletas muito semelhantes de informações de seus consumidores. Dados como modelo de celular e comportamento de uso, por exemplo, são normalmente coletados pela maioria dos apps disponíveis nas lojas Google Play Store e App Store.
Por fim, vale frisar também que todos esses dados estão subjugados à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Aprovada em 2018, essa legislação dispõe sobre como o tratamento e compartilhamento dessas informações devem ser feitos e está em vigência no Brasil desde 2020.
Assim como outras redes sociais, o TikTok coleta vários dados de usuário; veja quais — Foto: Beatriz Maxima/TechTudo
O TikTok tem acesso às suas informações de comportamento na rede social, como os vídeos que você curte e as palavras que procura no app, por exemplo. Além disso, dados como sua frequência de uso e anúncios a que assiste também são coletados. De acordo com a política de privacidade do app, essas informações são utilizadas para otimizar o algoritmo do aplicativo e oferecer uma experiência mais "customizada" ao usuário.
Esse tipo de dados costuma funcionar como alimento para machine-learning (em português, aprendizagem de máquina). Redes sociais como Instagram, Facebook e Kwai, por exemplo, também fazem esse tipo de uso dessas informações. É por causa disso que, quanto mais você utiliza o TikTok, mais personalizados ficam os conteúdos que aparecem para você. Desse modo, caso você distribua likes em vídeos de cachorros e gatos, por exemplo, a tendência é que cada vez mais apareçam clipes de temáticas semelhantes.
Além disso, mais do que apenas servir para personalização de conteúdo, esse tipo de informação também é aplicada à prática de anúncios. Isso porque o TikTok — assim como o Facebook, o Instagram e outras populares redes sociais — direciona ao seu feed publicidades específicas, baseadas no seu uso da plataforma.
Como outros apps, o TikTok coleta dados de preferência pessoal — Foto: Raquel Freire/TechTudo
2. Sua lista de contatos do celular
Mais do que apenas o seu gosto pessoal, o TikTok também pode ter acesso à sua rede de contatos do celular. Isso porque, na hora de criar a sua conta, você tem a opção de buscar por amigos para seguir no app e, selecionando essa alternativa, precisa conceder ao aplicativo acesso aos seus contatos salvos no smartphone. Embora soe como invasiva, outras redes sociais, como o próprio Facebook, também são adeptas a essa prática.
Caso deseje não compartilhar essas informações com o app, basta ir nas configurações de seu smartphone e desativar a opção de compartilhamento de contatos. No entanto, vale lembrar que, caso tenha criado sua conta a partir de outra rede, como Facebook ou até mesmo Gmail, por exemplo, esses dados serão compartilhados com o TikTok automaticamente.
Se o usuário permitir, o TikTok pode ter acesso aos seus contatos de telefone — Foto: Getty Images/SOPA Images
3. Informações sobre seu sistema operacional e rede de Internet
Além de colher informações sobre seus contatos e seu comportamento, o TikTok também sabe detalhes sobre o dispositivo que você usa para acessar o app e até mesmo sobre a rede de internet a que você está conectado. Embora essa coleta pareça invasiva, ela é de praxe entre aplicativos. Redes como Facebook, Pinterest e Twitter, por exemplo, também são adeptos a essa prática.
Essas informações incluem o modelo e o número de série do dispositivo, além das configurações de áudio e vídeo nele utilizadas. Elas são usadas na personalização de experiência do app, e também funcionam como uma maneira ainda mais robusta de direcionar anúncios ao usuário. Mais do que apenas isso, são utilizados nos relatórios de publicidade entregues aos anunciadores do app — prática que também é adotada por outras redes sociais.
4. Sua localização
Utilizando o seu endereço de IP, que é automaticamente compartilhado com o app, o TikTok também consegue acesso à sua localização aproximada. Isso tem impacto direto no uso do aplicativo, já que define, por exemplo, o tipo de conteúdo que é mostrado na sua timeline. Por causa disso, caso more no Brasil e viaje para Portugal, por exemplo, o app buscará mostrar também em sua timeline vídeos de produtores de conteúdo portugueses.
Além disso, caso seja concedido pelo usuário, o aplicativo também pode saber a sua localização exata. Essa solicitação é feita pelo app na primeira vez que é aberto, e a opção pode ser alterada a qualquer momento pelas configurações dos celulares.
No iPhone (iOS), basta ir em "Configurações", procurar por TikTok e verificar os acessos do app. Já no Android, acesse Configurações, vá até Aplicativos e selecione TikTok na lista de apps no celular. Depois, pressione a opção "Permissões" e toque sobre "Local" para negar o acesso do TikTok à sua localização.
A coleta desse tipo de informação, como várias outras mostradas nesta lista, não é exclusiva do aplicativo chinês. Outros apps muito populares, como o Instagram e os jogos Fortnite e Free Fire, por exemplo, também colhem esses dados usando o seu endereço de IP.
Como diversos outros apps, o TikTok também sabe sua localização aproximada — Foto: Helito Beggiora/Techtudo
5. Informações sobre seus seguidores e quem interage com você
Esse é outro tipo de coleta bastante usual a outras redes sociais — principalmente, ao Facebook e ao Instagram. Em linhas diretas, o TikTok faz uma análise dos usuários que seguem sua conta e também verifica como funciona a interação deles com seus vídeos. Isso, de acordo com a política de privacidade do app, serve para personalizar o conteúdo mostrado no feed Para Você.
Ainda conforme a política de dados do TikTok, esses dados também serviriam para personalizar anúncios e publicidade em geral, tanto para você quanto para seus seguidores.
Caso tenha criado sua conta no TikTok utilizando outra rede social, como o Facebook, por exemplo, o app chinês tem acesso às suas informações públicas no aplicativo de Mark Zuckerberg. Isso inclui dados como e-mail, data de nascimento, sexo, número de telefone e até mesmo questões mais sensíveis, como orientação sexual e preferência religiosa.
Além disso, porque a política de privacidade do Facebook também permite compartilhamento de dados com apps terceiros, o seu comportamento no app estadunidense pode ser dividido com o TikTok. Desse modo, caso opte por esse formato de login, informações como o tipo de publicidade que você consome no Facebook e no Instagram, por exemplo, são compartilhados com o aplicativo chinês. Vale lembrar que esses dados têm impacto direto na personalização de conteúdos e anúncios que aparecem em seu feed.
7. Os objetos e falas presentes em seus vídeos
Os conteúdos publicados no TikTok passam por alguns diferentes tipos de análise - entre elas, as de identificação de objetos e cenários, por exemplo. Além disso, o app pode verificar "a existência e localização de rosto e corpo em uma imagem", assim como "a natureza do áudio e o texto das palavras faladas". Vale lembrar que eventualmente o que é dito ou escrito nesses vídeos pode configurar como dado sensível — que, pela LGPD, só pode ser tratado em casos específicos, como em obrigações jurídicas, por exemplo.
Vale lembrar, no entanto, que o TikTok não é o único app que coleta esse tipo de dados. Aplicativos do Facebook, como o Instagram, fazem análises das imagens e vídeos produzidos com a câmera do app para verificar sua localização, por exemplo — o que pode também apresentar riscos para a privacidade dos usuários.
O TikTok não é o único app que analisa os conteúdos de seus vídeos; Instagram e Facebook também fazem isso — Foto: Kon Karampelas/Unsplash
8. Suas mensagens diretas no app
Embora a política de privacidade do TikTok seja, em geral, bastante similar à de outros apps, o tratamento de dados do aplicativo chinês tem também suas peculiaridades. Uma delas é o acesso às mensagens diretas dos usuários na plataforma, o que inclui até mesmo análise do conteúdo conversado.
De acordo com a rede social chinesa, isso é válido somente para países que permitam esse tipo de tratamento de dados — como é o caso da China, por exemplo. Já no Brasil, embora o país conte com legislações diferentes que também protegem o tratamento de dados de usuários, como o Marco Civil da Internet e o próprio Código de Defesa do Consumir, ainda assim há brechas para que essa coleta seja feita. Isso porque, na prática, não há na LGPD um dispositivo que trate especificamente sobre mensagens trocadas em aplicativos.
Para a líder geral de projetos da Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, Marina Meira, há diferentes maneiras como essas informações podem ser tratadas — tendo em vista que, dependendo do conteúdo das mensagens, elas podem ser consideradas dados sensíveis. Esse tipo de dados - que inclui informações sobre saúde, orientação sexual e convicção religiosa, por exemplo - só pode ser tratado se o próprio usuário permitir, ou ainda se o app tiver com eles alguma finalidade não-econômica específica. Além disso, a LGPD também considera possível o tratamento desses dados sensíveis em outros casos particulares, como obrigações jurídicas, por exemplo.
Conforme é explicado na política de privacidade do TikTok, essa coleta de informações teria várias finalidades diferentes, como evitar práticas de spam ou possíveis ações terroristas, por exemplo.
O TikTok pode ler suas mensagens, mas os dados ali recolhidos ainda estão sujeitos à LGPD — Foto: Raquel Freire/TechTudo
Há riscos nessa coleta de dados?
Para Marina Meira, da Associação Data Privacy Brasil, os principais riscos dessas coletas estão relacionados a usos indevidos de dados pessoais ou ainda incidentes de segurança. De acordo com Meira, esses acidentes (como vazamentos, por exemplo) "podem acabar expondo uma quantidade gigantesca de informações sobre a vida de uma pessoa". Além disso, podem também resultar em práticas comuns a cibercriminosos, como golpes de roubo de identidade e diferentes tipos de fraude, por exemplo.
A especialista também vê ainda um maior risco em relação aos dados de adolescentes — que, no TikTok, representam uma grande parcela de usuários. Isso porque, em casos de incidentes de segurança, essa exposição pode levar a ataques maliciosos ou ainda exposição de geolocalização desse público específico — o que pode representar um risco tanto no online quanto no offline. Mais do que apenas isso, há ainda a preocupação com as publicidades direcionadas, que podem servir como manipulação de comportamento.
Além disso, de acordo com Marina Meira, ainda sobre o público jovem é importante considerar que, porque as plataformas de redes sociais são orientadas para fazer com que o usuário passe mais tempo rolando o feed, isso pode funcionar como uma contraposição ao desenvolvimento dos adolescentes, já que os estimularia a passar mais tempo online. É importante lembrar que todas essas preocupações são válidas também para outras plataformas, como o Instagram e o Kwai, por exemplo.
O TikTok tem política específica para dados de adolescentes — Foto: Getty Images/picture alliance
Como é feito na LGPD, a plataforma chinesa de vídeos inclui em sua política de privacidade um tratamento específico para dados de adolescentes. Desse modo, o app deve trabalhar para que seja coletada a menor quantidade possível de informações sobre esse público, e tudo o que for coletado deve ser utilizado visando ao seu "melhor interesse" — em detrimento, por exemplo, dos interesses da empresa e de seus anunciantes.
Por fim, vale lembrar que esses riscos não são possíveis somente no TikTok. Outros apps, como o próprio Facebook, por exemplo, também fazem essa coleta de dados, e, portanto, também podem apresentar essas falhas ou incidentes de segurança. Por isso, é importante sempre verificar os acessos que os aplicativos têm em seus dispositivos e, caso encontre alguma cláusula nas diferentes políticas de privacidade que seja de seu desagrado, entrar em contato direto com os apps.
Do site: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2021/11/01/whatsapp-deixa-de-funcionar-em-celulares-android-antigos-nesta-segunda-veja-como-identificar-sua-versao.ghtml
A partir de 1º de novembro, aplicativo não oferecerá suporte para gerações do sistema do Google que foram lançadas antes de 2012.
Por G1
WhatsApp — Foto: REUTERS/Thomas White
O WhatsApp deixou de ser compatível nesta segunda-feira (1º) com o Android 4.0.4 e versões mais antigas (veja abaixo como identificar sua versão). Para seguir com o aplicativo, os usuários precisam atualizar o celular ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente do sistema operacional do Google.
O alerta sobre o fim do suporte para celulares antigos aparece no site do aplicativo. "A partir do dia 1º de novembro de 2021, o WhatsApp não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores", diz o aviso.
Procurado pelo g1, o WhatsApp disse que a maneira como as pessoas usam os dispositivos muda constantemente e, por isso, revisa modelos de hardware e software antigos para retirar o suporte para sistemas com menos usuários.
"É uma prática padrão para empresas de tecnologia não manter o suporte para modelos de hardware e software mais antigos e cada vez menores, por tempo indeterminado, a fim de usar esses recursos para oferecer suporte a sistemas operacionais novos e em crescimento", disse o WhatsApp.
O Android 4.0.4, conhecido como Ice Cream Sandwich, foi lançado pelo Google em dezembro de 2011. Ele foi sucedido pelo Android 4.1 (Jelly Bean), liberado em julho de 2012. Hoje, a versão mais recente é o Android 12.
O g1 perguntou ao Google qual a porcentagem de usuários que estão com o Android 4.0.4, mas a empresa não revela esses dados.
O site do WhatsApp não trata de mudanças no iOS, mas a recomendação é usar a versão mais recente do sistema da Apple.
Por conta de mudanças feitas pelas fabricantes, os passos para descobrir a versão do Android podem ser diferentes em cada celular. Confira como encontrar a informação em celulares de duas marcas:
Do site: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/netflix-hbo-amazon-disney-confira-o-que-chega-aos-streamings-em-novembro/
Os fãs de filmes e séries já podem se programar para as novidades e lançamentos que surgirão ao longo deste mês de novembro nos principais serviços de streaming.
Para ajudar na escolha, a CNN listou as atrações que estrearão neste mês na Netflix, Amazon Prime Video, no HBO Max e Disney+.
Veja datas e trailers dos lançamentos de novembro nas plataformas de streaming:
Netflix
Vingança & Castigo – 3 de novembro
Lancamento pela Netflix, com elenco liderado por Idris Elba que sairá em busca de vingança após um bandido ser liberto da prisão em um cenário de faroeste.
Narcos: México (3ª Temporada) – 5 de novembro
A versão mexicana da série que conta a história do tráfico de drogas na América Latina ganha sua terceira temporada.
Um Match Surpresa – 5 de novembro
Com a estrela da série “The Vampire Diaries” Nina Dobrev no papel da protagonista, o novo filme contará a história de um romance moderno natalino – ela atravessa o país para conhecer um pretendente que conheceu em um aplicativo de namoro.
O Bom Velhinho Voltou – 5 de novembro
No novo filme natalino da plataforma, quatro irmãs precisam resolver seus conflitos após o retorno do pai distante antes da noite de Natal.
7 Prisioneiros – 11 de novembro
Dirigido por Alexandre Moratto, o filme que traz Rodrigo Santoro em um dos papéis principais tratará de assuntos como a escravidão moderna. Um jovem começa a trabalhar em um ferro velho para ajudar a família financeiramente, e logo descobre o ambiente criminoso onde foi inserido
Arranjo de Natal – 17 de novembro
A comédia romântica natalina conta a história de um rapper e uma jornalista determinada que se apaixonam, e precisam enfrentar os desafios da fama.
Cowboy Bepop – 19 de novembro
Na adaptação do anime de mesmo nome, Spike (John Cho), Faye (Daniella Pineda) e Jet (Mustafa Shakir) são caçadores de recompensas que percorrem diferentes planetas em suas missões.
Tick, Tick…Boom! – 19 de novembro
Novo musical de Lin Manuel Miranda, protagonizado por Andrew Garfield, o filme conta a história de Jon, um jovem compositor teatral que trabalha como garçom em um restaurante de Nova York enquanto tenta criar um grande musical.
Um Menino Chamado Natal – 24 de novembro
Nikolas sai em busca de seu pai, que vai atrás da Vila dos Duendes. Ele é acompanhado por duas amizades curiosas: uma rena e um rato.
Ferida – 24 de novembro
Halle Berry protagoniza e dirige o longa sobre uma lutadora passando por uma crise dentro e fora dos ringues.
A Mais Pura Verdade – 24 de novembro
Kevin Hart e Wesley Snipes são irmãos que precisam lidar com as dificuldades da exposição e do sucesso, em meio a crimes e mentiras.
Amazon Prime Video
Always Jane – 12 de novembro
A série documental em quatro partes mostra a adolescência de Jane Noury, uma jovem mulher trans, que se prepara para deixar a casa dos pais e ir para a faculdade.
Detetive Madeinusa – 12 de novembro
Tirullipa é Madeinusa, um ex-político que decide se tornar detetive. Ele é contratado por um lobista milionário, interpretado por Whindersson Nunes, para solucionar um roubo.
A Roda do Tempo – 19 de novembro
A série mostra a vida de Moraine (Rosamund Pike, de “Garota Exemplar”), na adaptação de um livro de mesmo título. Ela é uma das líderes da Aes Sedai, uma sociedade misteriosa composta apenas por mulheres.
HBO Max
Sandy+Chef – 11 de novembro
Sandy se reúne com seus amigos, entre diversas celebridades, para bater papo e ensinar receitas.
Do site: https://www.tudocelular.com/android/noticias/n181646/whatsapp-remove-mencao-ao-facebook.html
Na semana passada, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciou a Meta, uma nova "empresa-mãe" para companhia, que será responsável por abrigar todas as demais empresas do conglomerado, incluindo Facebook, Instagram e WhatsApp.
Com a mudança é óbvio que os aplicativos da empresa também sofrerão alterações para remover as menções ao Facebook e redirecioná-las à Meta. De acordo com alguns usuários beta, essa mudança já foi feita no WhatsApp.
De acordo com os relatos, a versão beta 2.21.220.14 do WhatsApp, os desenvolvedores removeram a frase "from Facebook" na tela inicial do aplicativo. Além disso, a frase "WhatsApp from Facebook", mostrada no rodapé da página de download, foi mudada para "WhatsApp from Meta". Em conjunto com isso, a menção ao Facebook também desapareceu do menu de configurações.
Além da mudança no nome, a versão beta acima também introduz a capacidade de avaliar mensagens de contas comerciais. Esta versão do messenger está atualmente em fase de testes. Ele estará disponível para mais usuários nas próximas semanas.