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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Sete dicas para economizar energia em casa e pagar menos na conta de luz

Do site: https://www.techtudo.com.br/listas/2020/06/sete-dicas-para-economizar-energia-em-casa-e-pagar-menos-na-conta-de-luz.ghtml

Aprenda truques para diminuir seu consumo no final do mês


Economizar energia pode significar uma conta de luz mais barata no fim do mês. E, durante a quarentena por conta do novo coronavírus, muitas casas estão consumindo mais, já que há pessoas fazendo home office e muitos eletrônicos ficam ligados ao mesmo tempo por um longo período. Para diminuir o impacto no bolso, é importante atentar a alguns detalhes no dia a dia, desde mudar pequenos hábitos até comprar produtos pensando no quanto eles podem economizar futuramente. Pensando nisso, o TechTudo separou sete dicas para economizar energia em casa e pagar menos na conta de luz.

1. Mude seus hábitos

Com muitas pessoas em casa, o uso de eletrodomésticos tende a subir consideravelmente. Dessa forma, mudar um pouco o perfil de uso pode representar um consumo menor, sobretudo durante a quarentena. Um exemplo simples, mas que faz a diferença, é evitar deixar a luz acesa em cômodos vazios ou até mesmo juntar a roupa suja para lavar em dias específicos da semana. Outro item que consome bastante é o chuveiro elétrico, e regular o tempo de banho pode ser uma boa forma de economizar.

Chuveiro elétrico é o eletrodoméstico que mais consome energia em casa — Foto: Divulgação/Nebia

Chuveiro elétrico é o eletrodoméstico que mais consome energia em casa — Foto: Divulgação/Nebia

2. Substitua suas lâmpadas

As lâmpadas também serão usadas com maior frequência enquanto você estiver em casa. Esses dispositivos receberam diversas melhorias nos últimos anos, sendo possível encontrar opções que prometem economizar até 50% de energia em relação a modelos mais antigos. É o caso das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, que têm uma luz mais forte e clara, mesmo gastando menos.
Outra possibilidade é buscar por alternativas inteligentes, que permitem controlar a iluminação pelo celular. Marcas como Positivo, Multilaser e Pixel TI, além de Xiaomi e Philips Hue, oferecem produtos do tipo, que também podem funcionar por meio de assistentes de voz como Google Assistente e Alexa ou até de forma automatizada, em rotinas criadas pelo usuário.

Lâmpada inteligente da Xiaomi tem bom custo-benefício e promete economizar energia — Foto: Divulgação/Xiaomi

3. Corte o consumo fantasma

Muitos eletrodomésticos e eletrônicos usam energia elétrica mesmo quando estão desligados. Entre os "culpados" por esse consumo fantasma estão desde relógios de LED até itens inteligentes em geral, passando por TVs e computadores. Portanto, depois de desligar o dispositivo no controle remoto, por exemplo, vale tirá-lo também da tomada.
Isso também se aplica a carregadores de celular, que, apesar de não gastarem muito fora de uso, podem representar um acréscimo na conta de luz em casas com muitas pessoas. Uma dica para facilitar é utilizar soluções de casa conectada como smart plugs, que podem ser controlados pelo celular.

TVs em stand-by podem representar um gasto a mais no final do mês — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

TVs em stand-by podem representar um gasto a mais no final do mês — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

4. Compre eletrodomésticos econômicos

Na hora de substituir eletrônicos, é importante atentar ao selo da Procel, concedido para aparelhos com maior economia de energia. Dessa forma, o usuário garante que o novo eletrodoméstico vai ter um consumo relativamente baixo, impactando menos na conta de luz. Essa classificação é dada a partir de diversos testes e ensaios feitos por laboratórios indicados pela Eletrobras, e os produtos precisam atingir determinados índices de qualidade.
As tabelas de consumo/eficiência energética do Inmetro, que também aparecem em etiquetas nos eletrodomésticos, são outra forma de saber o perfil dos produtos. Vale ressaltar que os aparelhos mais econômicos costumam também ser mais caros em relação a outras opções no mercado, mas a ideia é que essa diferença seja compensada após alguns meses de uso.


Novos  modelos de eletrodomésticos possuem funções modernas e mais economicas — Foto: Divulgação/Xiaomi

Novos modelos de eletrodomésticos possuem funções modernas e mais economicas — Foto: Divulgação/Xiaomi

5. Use simuladores para saber seus gastos

Várias distribuidoras de energia no Brasil, como Light, Enel e CEEE, possuem simuladores que ajudam os consumidores a descobrir quais aparelhos pesam mais na conta de luz. Esses sites podem facilitar o planejamento do usuário na hora de trocar seus eletrodomésticos, permitindo saber quais precisam ser substituídos com maior urgência.
Embora sejam diferentes entre si, todos são simples de usar: basta adicionar os produtos presentes na sua casa, o consumo e a quantidade de tempo em que eles ficam ligados para receber uma estimativa dos gastos. É importante ter em mente que o valor da energia varia de estado para estado, então a dica é utilizar o simulador próprio da distribuidora local.

6. Modere no ar-condicionado

Em áreas muito quentes, o ar condicionado pode se tornar indispensável, ainda mais durante o verão. Nesse caso, a dica é manter um uso consciente, deixando-o desligado sempre que possível. Uma opção que pode ajudar é o uso de ventiladores de teto ou de chão, que são mais baratos e podem ser suficientes para alguns casos.

Ar condicionado é um dos vilões da conta de luz — Foto: Divulgação/Xiaomi

Ar condicionado é um dos vilões da conta de luz — Foto: Divulgação/Xiaomi
Caso o ar-condicionado que você tem em casa seja antigo, a troca por um aparelho mais recente também pode representar uma boa diferença na conta de luz. Assim como outros eletrodomésticos, aparelhos mais recentes possuem tecnologias que ajudam a reduzir o consumo, como os modelos Inverter. O TechTudo testou recentemente o LG Dual Inverter Voice portátil, e foi possível sentir a diferença em relação a um ar comum, já que a conta de luz não subiu como esperado, mesmo com a quarentena.

7. Aproveite a luz do sol e o vento

Não é preciso ter painéis solares ou dispositivos parecidos para aproveitar a energia do sol. Aproveitar a iluminação natural durante o dia, dependendo do lugar, pode ser suficiente para algumas tarefas. Deixar as janelas abertas também deve melhorar a temperatura da casa, já que o ar circula com mais facilidade e, em alguns casos, pode substituir o uso de um ventilador ou ar-condicionado em determinados períodos. Outro fator que deve ajudar é o uso de cores claras pela casa, que absorvem menos calor e resfriam naturalmente áreas próximas.
Via Procel, Inmetro, Enel

Monitor ultrawide vale a pena? Veja prós e contras de monitores do tipo

Do site:  https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/06/monitor-ultrawide-vale-a-pena-veja-pros-e-contras-de-monitores-do-tipo.ghtml

Telas maiores e mais recursos são alguns dos diferenciais dos monitores ultrawide



Monitores ultrawide podem ser interessantes para diferentes tipos de uso. No Brasil, é possível encontrar opções de marcas como LG, Samsung, Acer, entre outras, com telas de pelo menos 25 polegadas e preços a partir de R$ 925, segundo o Compare. Esses dispositivos podem trazer ainda tela curva, algo que chama atenção de usuários gamer por conta da maior imersão, além de contarem com resoluções Full HD ou maiores.
Apesar disso, os modelos podem ser mais caros e até exigir mais do sistema, o que não vai fazer sentido dependendo do tipo de uso desejado. Confira a seguir os principais prós e contras de monitores ultrawide e saiba se vale a pena comprar um desses.

Prós:

1. Melhor experiência
A maior parte dos monitores convencionais utiliza o aspecto de tela de 16:9, que é um padrão da indústria. Os monitores ultrawide, por sua vez, costumam trazer formato de 21:9, o que pode fazer a diferença no dia a dia, com ganho nas extremidades horizontais e um maior campo de visão. Dessa forma, é possível concentrar mais itens na tela mantendo uma boa resolução e espaçamento entre os mesmos, assim como facilita a visualização em algumas situações. Modelos esse tipo podem tornar trabalhos com múltiplas janelas abertas mais confortáveis, assim como melhoram a visualização em games, reduzindo pontos cegos.
Trabalho multitarefa realizado em monitor Ultrawide — Foto: Divulgação/LG
Trabalho multitarefa realizado em monitor Ultrawide — Foto: Divulgação/LG
2. Equivale a duas telas
Para quem trabalha com muitos aplicativos abertos ao mesmo tempo, ter duas telas disponíveis pode ser muito interessante. E, com um monitor ultrawide, isso não é necessário, já que há espaço suficiente para abrir diversas abas ao mesmo tempo. Além disso, a visibilidade de cada item não fica comprometida, graças à proporção de 21:9, e a tela única vai exigir apenas uma saída do PC ou notebook – na maioria dos casos, HDMI.
Monitores ultrawide oferecem experiência similar a utilizar duas telas — Foto: Divulgação/Samsung
Monitores ultrawide oferecem experiência similar a utilizar duas telas — Foto: Divulgação/Samsung
3. Maior resolução e mais recursos
Boa parte dos monitores ultrawide à venda no Brasil são destinados ao segmento gamer, já que, além da maior visibilidade, telas do tipo podem trazer vantagens competitivas nos games. Os displays também aparecem com, pelo menos, resolução Full HD, ideal para exibir jogos e também para o conforto de quem utiliza o PC para trabalhar.
Produtos mais modernos têm ainda suporte a tecnologias como FreeSync e G-Sync, que aprimoram a exibição dos quadros evitando o efeito de screen tearing durante as partidas. Outro fator que deve agradar aos jogadores é o suporte a maiores taxas de atualização, algo importante para quem joga a mais de 100 fps, número comum em cenários competitivos.
Monitor Asus Super Ultrawide Curvo tem todas as tecnologias de ponta; até mesmo modelos básicos trazem boa resolução — Foto: Divulgação/Asus
Monitor Asus Super Ultrawide Curvo tem todas as tecnologias de ponta; até mesmo modelos básicos trazem boa resolução — Foto: Divulgação/Asus

Contras:

1. Preços mais altos
Os monitores ultrawide têm um custo mais alto de fabricação, seja pelas tecnologias embarcadas ou pelo tamanho maior. Isso reflete no preço: enquanto um monitor convencional de 24 polegadas custa a partir de R$ 670, em média, modelos com aspecto 21:9 e 25 poelgadas aparecem por cerca de R$ 900, no mínimo. Além disso, caso seu computador não tenha uma saída HDMI disponível, será necessário investir em uma placa de vídeo capaz de, pelo menos, transmitir os dados para o monitor, o que significa um custo extra a ser considerado.
Um monitor ultrawide pode acabar custando o mesmo que dois monitores convencionais — Foto: Divulgação/LG
Um monitor ultrawide pode acabar custando o mesmo que dois monitores convencionais — Foto: Divulgação/LG