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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

ImageSplitter: como dividir imagens com facilidade usando ferramenta online

 Do site: https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/2024/12/imagesplitter-como-dividir-imagens-com-facilidade-usando-ferramenta-online-edsoftwares.ghtml


ImageSplitter permite criar mosaicos e carrosséis para o feed do Instagram; saiba como usar a ferramenta do Postcron que divide imagens e conheça recursos do site

ImageSplitter é uma ferramenta online e gratuita do Postcron, plataforma de agendamento de posts para redes sociais, que permite dividir imagens em diversas partes menores, criando um grande mosaico. O recurso pode ser utilizado para criar um conteúdo personalizado para o Instagram, por meio de posts sequenciais que formam uma imagem no feed da conta, ou para dividir uma única foto em diversas telas de um carrossel. Além dessa função, o site também permite cortar, redimensionar e converter fotos para outros formatos.

O uso da ferramenta é bem simples e intuitivo, mesmo com os recursos menos populares. O ImageSplitter suporta diferentes formatos, como jpeg, jpg, png, bmp, gif, ico, e é compatível com diferentes sistemas operacionais, como WindowsMacOS e Linux. Abaixo, saiba como utilizar suas principais funções.


Como dividir imagens com o ImageSplitter

Passo 1. Acesse o site do ImageSplitter (https://postcron.com/image-splitter/pt/) e clique em “Começar agora”;

Comece pela página inicial do ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Comece pela página inicial do ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 2. Faça o upload da imagem que deseja dividir ou arraste a imagem para o campo correspondente;


Vá até o campo para upload da imagem no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Vá até o campo para upload da imagem no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 3. No campo à esquerda, selecione a quantidade de colunas e filas que deseja que o mosaico tenha utilizando os ícones “+” e “-” para aumentar ou diminuir. Em seguida, selecione o formato;

Selecione o formato, na área de edição dos cortes do mosaico — Foto: Reprodução/Millena Borges
Selecione o formato, na área de edição dos cortes do mosaico — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 4. Redimensione o tamanho da imagem utilizando o mouse para aumentar ou diminuir. Em seguida, clique em “Cortar imagem”;

Passo 5. Clique em “Baixar Imagem” para fazer o download.

Botão para download das imagens cortadas no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Botão para download das imagens cortadas no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

As fotos serão baixadas em uma pasta .zip. As imagens estarão numeradas e, para publicar no Instagram, o usuário deverá seguir a ordem correta. Ou seja, a primeira foto a ser publicada será a de número “1”, depois a “2”, e assim por diante.

Como redimensionar e converter imagens com o ImageSplitter

Passo 1. No ImageSplitter (https://postcron.com/image-splitter/pt/), clique em “Começar agora” e faça o upload da imagem;

Campo para upload da imagem que deseja editar — Foto: Reprodução/Millena Borges
Campo para upload da imagem que deseja editar — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 2. Escolha a opção “Redimensionar e converter imagem”;

Escolha a opção para redimensionar e converter imagens — Foto: Reprodução/Millena Borges
Escolha a opção para redimensionar e converter imagens — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 3. Para redimensionar, adicione a largura e altura da imagem que deseja nos campos indicados;

Campo de redimensionamento da imagem no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Campo de redimensionamento da imagem no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 4. Para converter, basta selecionar o formato de imagem desejado. Em seguida, clique em “Baixar imagem”.

Campo para escolha do formato no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Campo para escolha do formato no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

Como cortar imagens com o ImageSplitter

Passo 1. No ImageSplitter (https://postcron.com/image-splitter/pt/), clique em “Começar agora” e faça o upload da imagem;

Área de upload de imagem para edição no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges
Área de upload de imagem para edição no ImageSplitter — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 2. Escolha a opção “Cortar imagem”;

Selecione a opção de corte de imagem — Foto: Reprodução/Millena Borges
Selecione a opção de corte de imagem — Foto: Reprodução/Millena Borges

Passo 3. Use o mouse para escolher a área que deseja cortar. Em seguida, clique em “Cortar imagem” para ser redirecionado para a página de download.

Em destaque, redimensão manual da imagem e botão para corte — Foto: Reprodução/Millena Borges
Em destaque, redimensão manual da imagem e botão para corte — Foto: Reprodução/Millena Borges









Metas para 2025: 7 apps que vão te ajudar a alcançar seus objetivos

 Do site: https://www.techtudo.com.br/listas/2025/01/metas-para-2025-7-apps-que-vao-te-ajudar-a-alcancar-seus-objetivos-edapps.ghtml


Acompanhar as metas para 2025 com a ajuda de aplicativos pode tornar o processo mais eficiente; apps como Rabit, Spendee e Strong atendem a diferentes objetivos, conheça


Planejar metas para 2025 e cumpri-las pode ser mais eficiente com a ajuda de aplicativos disponíveis para celulares Android e iPhone (iOS). Ferramentas como RabitSpendee, Strong e QuitNow ajudam a criar novos hábitos ou retomar aqueles que ficaram pendentes no ano anterior. As plataformas contribuem para manter o foco, organizar as finanças, melhorar a alimentação, adotar uma rotina de exercícios e até parar de fumar. Confira, a seguir, sete aplicativos que podem transformar suas resoluções em conquistas neste novo ano.

Nova pesquisa sugere que a Lua pode ser mais velha do que pensávamos

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/ciencia/nova-pesquisa-sugere-que-a-lua-pode-ser-mais-velha-do-que-pensavamos


Recentemente, cientistas propuseram que a Lua pode ser muito mais antiga do que imaginávamos, com sua formação datando de cerca de 4,53 bilhões de anos, mais de 200 milhões de anos antes das estimativas anteriores. Essa descoberta foi impulsionada por um estudo internacional, liderado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, e pode redefinir o que sabemos sobre a formação não apenas da Lua, mas também do Sistema Solar. 

Essa nova linha do tempo também ajuda a resolver questões intrigantes, como a falta de grandes bacias de impacto na superfície lunar e a diferença na composição de metais entre a Terra e seu satélite natural.

Cristais reveladores

O zircão é um ótimo mineral para determinar idades geocronológicas, pois guarda átomos radiativos durante a cristalização. (Fonte: GettyImages/ Reprodução)
O zircão é um ótimo mineral para determinar idades geocronológicas, pois guarda átomos radiativos durante a sua cristalização. (Fonte: GettyImages/ Reprodução)

A teoria tradicional sobre a formação da Lua afirma que ela se originou de um gigantesco impacto entre a Terra primitiva e um corpo do tamanho de Marte, conhecido como Theia. Essa colisão teria lançado uma grande quantidade de material para o espaço, que, ao se agrupar, formaria a Lua. 

Até então, acreditava-se que a Lua se formou cerca de 4,35 bilhões de anos atrás, quando o oceano de magma lunar finalmente esfriou e se solidificou. No entanto, a análise de cristais de zircão coletados nas rochas lunares revelou uma surpresa: alguns desses cristais apresentam idades entre 4,46 e 4,51 bilhões de anos, muito mais antigas do que se pensava. 

Isso sugere que a Lua pode ter passado por um processo de aquecimento que derreteu sua superfície e alterou as rochas mais tarde, tornando a datação tradicional imprecisa.

Cronograma dos possíveis estágios de formação da Lua. (Fonte: Francisco Nimmo et. al, Nature/ Divulgação)
Cronograma dos possíveis estágios de formação da Lua. (Fonte: Francisco Nimmo et. al, Nature/ Divulgação)

Esses cristais de zircão são valiosos para os cientistas, pois podem ser usados para datar a formação das rochas com grande precisão. O processo ocorre porque o zircão, ao se formar, incorpora urânio, que se transforma em chumbo com o tempo. Ao medir a proporção entre esses dois elementos, os pesquisadores podem calcular a idade do cristal. 

No entanto, se a Lua passou por um processo de "derretimento" em sua superfície, como sugerido pelo novo estudo, as rochas mais jovens podem ter apagado vestígios mais antigos, complicando a interpretação das datas.

De acordo com os pesquisadores, esse derretimento da superfície lunar pode ter sido causado por um fenômeno chamado "aquecer por maré", no qual a gravidade entre a Terra e a Lua gerava forças que deformavam a Lua, fazendo com que sua superfície derretesse de tempos em tempos. 

Distorcendo a linha do tempo



Qual a real idade de nosso satélite? (Fonte: GettyImages/ Reprodução)
Qual a real idade de nosso satélite? (Fonte: GettyImages/ Reprodução)

Esse aquecimento pode ter ocorrido há cerca de 4,35 bilhões de anos, o que explicaria a idade mais jovem das rochas que os astronautas da missão Apollo coletaram e que sempre foram consideradas a data de formação da Lua. Assim, a Lua pode ter se formado em um período mais antigo, mas foi reaquecida em eventos posteriores, o que distorceu a linha do tempo.


Essa hipótese não só responde à questão da idade da Lua, mas também oferece novas explicações para características observadas em sua superfície. A falta de grandes bacias de impacto, por exemplo, pode ser resultado desse derretimento, que teria apagado muitas das marcas deixadas por impactos cósmicos. 

Além disso, a diferença na quantidade de metais presentes na Lua em comparação à Terra também pode ser explicada por esse processo de reaquecer e reorganizar sua crosta. Se a Lua tivesse se formado mais tarde, ela teria incorporado mais metais, mas o processo de aquecimento pode ter feito com que eles afundassem abaixo da superfície.

Embora essa teoria ainda precise ser confirmada com mais estudos e amostras, especialmente com as rochas trazidas pela missão Chang'e 6 da China, a nova análise oferece uma visão mais completa e precisa da história da Lua. O estudo mostra como a ciência está sempre evoluindo e como novas descobertas podem redefinir o que sabemos sobre o nosso Sistema Solar.

A atividade diária que ajuda a deixar o cérebro afiado

 Do site: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/a-atividade-diaria-que-ajuda-a-deixar-o-cerebro-afiado/


De dietas ricas em nutrientes a começar novos hobbies, há inúmeras maneiras de manter seu cérebro afiado. Mas a maneira mais fácil de começar é apenas dando alguns passos, de acordo com a neurocientista Wendy Suzuki.

“Apenas 10 minutos de caminhada, algo que qualquer pessoa em qualquer lugar poderia fazer, diminui seus níveis de ansiedade e depressão”, disse Suzuki durante uma aparição recente no TED Intersections.

Dar uma curta caminhada pode ser o equivalente a tomar um “banho de espuma de substâncias neuroquímicas”, como dopamina e serotonina, explicou ela.

Ainda de acordo com a especialista, manter suas caminhadas diárias ao longo de semanas, meses e anos pode fornecer “ao seu cérebro não apenas bons neuroquímicos, mas também fatores de crescimento” que podem melhorar sua saúde.

Caminhadas diárias fazem bem não só para o corpo, como também para o cérebro
Caminhadas diárias fazem bem não só para o corpo, como também para o cérebro - nopparit/istock

Antes tarde que nunca

E nunca é tarde demais para começar. Mesmo que você tenha sido sedentário pela vida toda, caminhadas consistentes ainda podem deixar seu cérebro mais saudável.

Ela ainda contou que por vários anos, ela se concentrou em sua carreira e negligenciou seu corpo. Somente quando ela se viu se sentindo “tão bem” depois de uma viagem de rafting no rio Peru, ela começou a pesquisar os impactos da atividade física no cérebro.

Pessoas que praticam atividades físicas regularmente, incluindo caminhadas, têm 17% menos chances de desenvolver demência do que aquelas que não se exercitam com frequência, de acordo com uma revisão sistemática de 2022 no periódico médico Neurology.

Se você quer se desafiar, tente incorporar “formas de atividade que exijam estratégia [que] trabalhem mais seu córtex pré-frontal”, como futebol ou basquete, disse Suzuki.

Ela ainda disse que prescreveria atividade física para praticamente qualquer pessoa, e ela acredita que a melhor forma de exercício para qualquer pessoa é aquela que a deixa mais feliz.

Por que a caminhada é tão eficaz para o cérebro?

A caminhada, mesmo em intensidade moderada, promove uma série de benefícios para o cérebro. Isso porque o exercício aeróbico aumenta a circulação sanguínea e oxigena o cérebro, o que estimula a produção de novos neurônios em áreas chave, como o hipocampo, responsável pela memória e aprendizado.

Além disso, estudos mostram que a caminhada regular pode ajudar a melhorar a memória e a atenção, além de facilitar a aprendizagem. Isso ocorre porque o exercício físico estimula a neurogênese, que é a criação de novas células cerebrais, e fortalece as conexões neurais