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terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Veja a importância de fortalecer o assoalho pélvico

 Do site: https://mundodocurioso.com.br/veja-a-importancia-de-fortalecer-o-assoalho-pelvico/


Visando manter a saúde do corpo, diversas pessoas frequentam a academia e fazem exercícios para tonificar bíceps, tríceps e abdômen. Porém, os músculos da região da pelve, que também precisa de cuidados, costumam ser esquecidos. Todavia, um assoalho pélvico enfraquecido pode trazer diversas consequências à saúde.

“O enfraquecimento do assoalho pélvico pode resultar em perdas involuntárias de urina, incontinência fecal, dor, desconforto, problemas intestinais, disfunção sexual e prolapso de órgãos pélvicos, resultando na fragilização das estruturas de suporte dos órgãos na região, o que leva ao deslocamento ou à queda de órgãos como bexiga, útero ou reto”, diz a terapeuta sexual Claudia Petry, membro da SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana).

Segundo Claudia Petry, o assoalho pélvico é um conjunto de músculos e tecidos localizados na região inferior da pelve – entre os ossos do quadril – cuja função é sustentar os órgãos pélvicos (bexiga, útero e reto). “Estes músculos garantem o controle dos esfíncteres urinário e anal; além disso, desempenham um papel importante na estabilidade da pelve e na função sexual”, diz a especialista.

Causas do assoalho pélvico enfraquecido

Existem diversos fatores que podem comprometer as funções do assoalho pélvico. Entre as mulheres, os mais comuns se referem à gravidez e ao parto. “Durante essa fase, os músculos do assoalho pélvico são submetidos a uma grande pressão, o que pode causar enfraquecimento e lesões. Com o passar dos anos, os tecidos da região podem se tornar mais frágeis e perder a sua elasticidade natural, levando a problemas”, explica a terapeuta sexual.

Nos homens, a condição é menos comum, mas isso não significa que eles não possam tê-la, especialmente se estiverem obesos ou realizarem exercícios físicos muito intensos. “O excesso de peso também pode sobrecarregar os músculos do assoalho pélvico, levando ao enfraquecimento e à disfunção. A prática de atividades físicas de alto impacto, como corrida e saltos, pode causar tensão excessiva nos músculos da região, resultando em lesões”, expõe a especialista.

Além desses, procedimentos cirúrgicos na região, como histerectomia e cirurgia de próstata, e hábitos de vida inadequados, como esforço excessivo durante a evacuação e má postura, também estão na lista dos fatores que comprometem a região.

Fortalecendo o assoalho pélvico

A disfunção do assoalho pélvico, geralmente, pode ser tratada sem a necessidade de cirurgia. Porém, apenas um profissional de saúde qualificado deve indicar o tratamento mais adequado. Dentre os mais comuns, segundo a terapeuta sexual, estão:

  • Biofeedback: é um método que utiliza dispositivos para medir a atividade muscular do assoalho pélvico. Ajuda a pessoa a visualizar e entender melhor os movimentos dos músculos, auxiliando no treinamento e fortalecimento adequado;
  • Estimulação elétrica: consiste na utilização de correntes elétricas suaves para estimular os músculos do assoalho pélvico. Ajuda a fortalecer os músculos de forma mais intensa;
  • Terapia comportamental: envolve a identificação e a modificação de hábitos e comportamentos que possam contribuir para o enfraquecimento do assoalho pélvico, como posturas inadequadas ou práticas que sobrecarregam os músculos;
  • Terapia manual: pode ser realizada por fisioterapeutas especializados em assoalho pélvico. Envolve técnicas como massagem, mobilização e liberação miofascial para relaxar e fortalecer os músculos do assoalho pélvico.

“É importante considerar o fortalecimento destes órgãos como parte de uma rotina de cuidados com a saúde, tanto para prevenir problemas futuros quanto para tratar casos de enfraquecimento já existentes”, ressalta Claudia Petry. A fisioterapeuta pélvica Débora Pádua completa: “hoje existem, nos consultórios de fisioterapia pélvica, games para que o fortalecimento não seja tão chato e repetitivo e alguns cones vaginais e sondas para treinar e ser bem mais divertido o processo”.

Exercícios para fortalecer a pélvis em casa

Além dos tratamentos, alguns exercícios físicos podem ser feitos em casa para fortalecer a pélvis sem a necessidade de equipamentos, como:


  • Exercício de ponte: deite-se de costas com os joelhos dobrados e os pés apoiados no chão. Contraia os músculos do assoalho pélvico e, ao mesmo tempo, levante os quadris do chão, formando uma linha reta dos ombros aos joelhos. Mantenha essa posição por alguns segundos e depois abaixe os quadris;
  • Exercício de contração e relaxamento: sente-se confortavelmente e contraia os músculos do assoalho pélvico como se estivesse tentando interromper o fluxo de urina. Mantenha a contração por alguns segundos e depois relaxe completamente. Repita esse processo várias vezes;
  • Exercício de respiração profunda: sente-se confortavelmente, feche os olhos e respire profundamente pelo nariz, enchendo os pulmões. Depois, expire lentamente pela boca, enquanto relaxa os músculos do assoalho pélvico. Repita o processo por 3 vezes.

Segundo Cláudia Petry, os resultados dos exercícios, geralmente, podem ser notados logo nas primeiras semanas. “No entanto, para obter efeitos significativos e duradouros, pode ser necessário um tempo maior, normalmente de alguns meses. É importante lembrar que a consistência e a prática regular dos exercícios são essenciais para alcançar resultados de forma mais satisfatória”, afirma.

Cuidados ao praticar os exercícios

Apesar da eficácia desse tipo de prática, Débora Pádua alerta: “antes de fazer os exercícios, o ideal é ser avaliada para ter certeza de que não existe nenhuma contra indicação […], lembrando que precisamos fazer o fortalecimento com contração e aprender a relaxar ou podemos também ter um excesso de contração e gerar dor na região”.

Ou seja, para fortalecer essa região também é importante conhecer o próprio corpo. “É essencial conhecer e ativar corretamente os músculos do assoalho pélvico, respeitar os limites do corpo, executar os exercícios com a técnica correta, ser consistente e observar sinais de alerta, como dor ou desconforto. Adaptar os exercícios de acordo com as necessidades individuais é fundamental”, diz Cláudia Petry.

Diferença entre fisioterapia pélvica e pompoarismo

A fisioterapia pélvica e o pompoarismo se mostram diferentes, mas estão relacionados por trabalhar a região pélvica; por isso, costumam ser confundidos pelo público. Para esclarecer, as especialistas explicam a finalidade de cada uma. “A fisioterapia pélvica visa à melhora da saúde de forma geral e auxilia a mulher em questões como dor na relação sexual, melhora da continência, disfunções sexuais, disfunções pélvicas e auxílio no parto e pós-parto”, diz Débora Pádua.

Por outro lado, o pompoarismo fortalece e tonifica os músculos do assoalho pélvico, melhorando a consciência corporal e o prazer sexual. “O pompoarismo é realizado por meio de exercícios específicos de contração e relaxamento dos músculos vaginais, utilizando acessórios como as bolinhas tailandesas”, explica Cláudia Petry. Débora Pádua completa: “quem tem disfunções muitas vezes não tem indicação do pompoarismo, por isso uma especialista sempre é indicado para auxiliá-la”.

Taxa do lixo passa em primeira votação na Câmara de Goiânia

 Do site: https://www.maisgoias.com.br/politica/taxa-do-lixo-passa-em-primeira-votacao-na-camara-de-goiania/?utm_source=terra_capa_noticias&utm_medium=referral

Foram contrários a medida: os vereadores Kátia Maria (PT), Fabrício Rosa (PT), Willian Veloso (PL), Aava Santiago (PSDB), Pedro Azulão Jr. (MDB) e Cabo Senna (PRD)


Câmara de Goiânia aprovou em primeira votação, nesta terça-feira (3), o projeto de lei que cria a Taxa de Limpeza Pública (TLP) na capital, conhecida como “taxa do lixo”. O texto é de autoria da prefeitura de Goiânia.

Conforme a matéria, fica estabelecida cobrança anual da nova taxa no mesmo boleto do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou separadamente. Assim como o IPTU, ela poderá ser parcelada.

Foram contrários a medida: os vereadores Kátia Maria (PT), Fabrício Rosa (PT), Willian Veloso (PL), Aava Santiago (PSDB), Pedro Azulão Jr. (MDB) e Cabo Senna (PRD). “Querem incrementar a receita no próximo ano, colocando a conta nas costas do contribuinte, sendo que sequer foi feito levantamento nas contas da Comurg para saber aonde vai o dinheiro”, denunciou a petista.

Ainda conforme Kátia, alegar que a legislação federal exige a cobrança dessa taxa é mentira. Ela ainda afirmou que o município deve solicitar ao governo do Estado a revisão do ICMS, repassado para a prefeitura, uma vez que ocorreu uma diminuição da alíquota de 23% para 13% nos últimos anos.

Antes de ir para segunda votação, a matéria vai para a Comissão de Finanças e Orçamento.


OAB-GO

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO) disse à coluna de Domingos Ketelbey, ao Mais Goiás, no fim de novembro, que é contrária à obrigatoriedade de cobrança da Taxa de Limpeza Pública (TLP) proposta pelo município de Goiânia. A entidade destacou que a criação da taxa, nos moldes apresentados em 2021, é inconstitucional e viola princípios fundamentais da autonomia municipal e do ordenamento jurídico.

À coluna, a OAB-GO destaca que o parecer técnico sobre o tema, consolidado em agosto de 2021 continua valendo. Ele foi elaborado pela então conselheira relatora Liz Marília Vecci e aprovado por unanimidade em sessão híbrida do Conselho Seccional.

De acordo com o parecer, o projeto de lei enviado pela Prefeitura de Goiânia desrespeita o Princípio da Legalidade, previsto na Constituição Federal, ao não apresentar elementos essenciais de um tributo, como fato gerador, base de cálculo, alíquotas e sujeito passivo.

A OAB-GO argumenta que a imposição da taxa com base no Marco Regulatório de Saneamento representa uma afronta à autonomia dos municípios. “Instituir tributos é uma prerrogativa exclusiva dos municípios, que têm a liberdade de decidir pela criação ou não da taxa, sem imposição de legislação federal”, afirmou a entidade.

Além disso, o parecer aponta que o projeto analisado em 2021 falhou em detalhar as alíquotas percentuais de incidência, o que compromete sua validade jurídica. Para a OAB-GO, a ausência desses elementos impede que a cobrança da TLP seja considerada legal.

Embora a manifestação da OAB-GO se baseie no projeto original de 2021, a entidade reforça que eventuais alterações ou emendas posteriores não foram consideradas no parecer técnico. Mesmo assim, a Ordem mantém seu posicionamento de que a proposta, como apresentada, desrespeita princípios constitucionais e precisa ser revista. “A defesa da legalidade e da autonomia dos municípios permanece como um compromisso da OAB-GO em prol do interesse público e do ordenamento jurídico”, conclui a nota.

Quantas bombas nucleares já foram usadas até hoje?

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/quantas-bombas-nucleares-ja-foram-usadas-ate-hoje


Quando a primeira explosão nuclear foi desencadeada no deserto do Novo México, em 1945, o mundo entrou em uma nova era — a era nuclear. Desde então, o poder dessas armas impactou profundamente o cenário político e militar global.

O lançamento das bombas em Hiroshima e Nagasaki trouxe uma compreensão assustadora da destruição que essa tecnologia pode causar e, ao longo das décadas seguintes, uma série de testes nucleares foi realizada, especialmente durante a Guerra Fria.

Mas, quantas dessas bombas realmente explodiram? E quais marcas elas deixaram no meio ambiente e na saúde humana?

A era dos testes nucleares

A corrida nuclear resultou em milhares de testes. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
A corrida nuclear resultou em milhares de testes. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Quando a corrida nuclear se intensificou, vários países passaram a desenvolver suas próprias armas. Durante a década de 1960, o número de testes aumentou drasticamente, com 1962 registrando um recorde de 178 explosões nucleares.

A crise dos mísseis em Cuba naquele ano trouxe um medo palpável de guerra nuclear e estimulou o debate sobre a necessidade de controle de armas.


Em resposta, em 1963, o "Tratado de Proibição Parcial de Testes Nucleares" foi assinado, proibindo testes atmosféricos, espaciais e subaquáticos, embora os subterrâneos ainda tenham continuado por vários anos.


Ao longo das décadas, EUA, União Soviética/Rússia, França, Reino Unido, China, Índia, Paquistão e Coreia do Norte somaram mais de 2 mil testes nucleares. Os EUA lideram com 1.030 testes, enquanto a União Soviética seguiu com 715.

Impactos ambientais e na saúde

Os testes nucleares espalharam radiação, causando graves impactos ambientais e na saúde. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
Os testes nucleares espalham radiação, causando graves impactos ambientais e na saúde. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

As explosões nucleares, especialmente as atmosféricas, liberam uma quantidade alarmante de radioisótopos que se espalham globalmente, afetando o meio ambiente e a saúde humana.

Nos anos 1960, um estudo revelou que crianças estavam absorvendo estrôncio-90, um isótopo cancerígeno, por conta da precipitação radioativa. Esse impacto acendeu o alerta para os efeitos nocivos da radiação, impulsionando movimentos de desarmamento e restrições aos testes nucleares.


Estima-se que a precipitação radioativa dos testes nos anos 1950 e 1960 tenha contribuído para milhares de casos de câncer e leucemia. As áreas usadas para testes, como o Atol Rongelap nas Ilhas Marshall, continuam perigosas devido à contaminação radiológica.


Além dos impactos de saúde, as comunidades locais enfrentaram a perda de suas terras e a desestruturação de sua cultura e modos de vida.

Em 1996, o "Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares" foi proposto para banir de vez os testes nucleares e, hoje, um sistema de monitoramento global torna difícil a realização de testes secretos. Contudo, ainda falta a adesão de todas as potências nucleares.


Embora os tratados tenham reduzido significativamente as explosões nucleares, a ameaça permanece: mais de 13 mil ogivas nucleares estão em estoque, um lembrete constante do potencial destrutivo dessa tecnologia.

Qual é a ponte mais alta do mundo?

 Do site: https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/qual-e-a-ponte-mais-alta-do-mundo


Imagine atravessar uma ponte tão alta que olhar para baixo dá frio na barriga só de pensar. Essa é a Ponte Beipanjiang, a mais alta do mundo, localizada na China, a incríveis 565 metros acima do vale do rio Beipan.

Também conhecida como Ponte Duge, essa construção é um símbolo do talento humano e da capacidade de superar até os terrenos mais extremos. Inaugurada em 2016, ela conecta as províncias de Guizhou e Yunnan, áreas que antes pareciam isoladas no tempo e no espaço.

A ponte que desafia as alturas

Ponte Beipanjiang durante a construção. (Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)
Ponte Beipanjiang durante a construção. (Fonte: Wikimedia Commons/Reprodução)

A Ponte Beipanjiang é como uma joia cravada entre dois penhascos gigantes de calcário, estendendo-se por impressionantes 720 metros. Mas não se engane pela aparência calma da estrutura; construí-la foi um desafio daqueles que tiram o sono de engenheiros. Os ventos fortes, o terreno montanhoso e a altura absurda exigiram soluções inovadoras.

Ela foi a primeira ponte do mundo a superar os 500 metros de altura e é sustentada por cabos que se conectam a torres especialmente projetadas para equilibrar o peso de forma impecável. Sem esses detalhes, a ponte poderia literalmente "dançar" com o vento, o que, convenhamos, seria um pesadelo para quem tem medo de altura.

Não à toa, a construção recebeu a Medalha de Ouro Gustav Lindenthal, um prêmio prestigiado no universo das pontes. E, apesar de tudo isso, ela ainda consegue parecer simples, como se estivesse ali desde sempre, desafiando a gravidade com naturalidade.

Mais do que uma ponte, uma revolução

A Ponte Beipanjiang transformou o acesso e a economia de Guizhou e Yunnan. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
A Ponte Beipanjiang transformou o acesso e a economia de Guizhou e Yunnan. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Muito mais do que ligar um ponto A ao ponto B, a Ponte Beipanjiang mudou a vida de quem vive nas províncias de Guizhou e Yunnan. Antes de sua inauguração, muitas dessas áreas eram inacessíveis para veículos, o que dificultava o transporte e o desenvolvimento econômico. Hoje, graças a essa obra monumental, pessoas e mercadorias atravessam a região com facilidade.

E o impacto vai além da economia! A Beipanjiang também é um símbolo de como a engenharia pode transformar paisagens e aproximar comunidades. Mas será que ela vai continuar no topo por muito tempo?

A província de Guizhou já está trabalhando na construção da Ponte do Grand Canyon de Huajiang, que promete alcançar impressionantes 625 metros de altura. Parece que a China está em uma disputa consigo mesma para ver quem vai mais alto!

A Ponte Beipanjiang é um verdadeiro monumento da engenharia moderna. Cada detalhe, desde a superação dos desafios até o impacto na vida das comunidades, reforça sua importância. Mesmo que, no futuro, ela perca o título de ponte mais alta do mundo, sua relevância como um marco de inovação e desenvolvimento continuará sendo motivo de orgulho.

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Samsung Galaxy S24 vs iPhone 15: confira o que muda entre os celulares

 Do site: https://www.techtudo.com.br/comparativo/2024/11/samsung-galaxy-s24-vs-iphone-15-confira-o-que-muda-entre-os-celulares-edmobile.ghtml

Smartphones premium da Apple e Samsung se destacam por processadores rápidos, câmeras de qualidade e telas com tecnologias avançadas; compare e decida qual é o melhor



Capa de Comparativo: Galaxy S24 vs iPhone 15 — Foto: João Marcelo Rodrigues/TechTudo



Galaxy S24 e iPhone 15 são celulares premium da Samsung e Apple, respectivamente, com fichas técnicas competitivas. Ambos os smartphones têm telas de alta qualidade: o modelo da Maçã apresenta display Super Retina XDR OLED, enquanto o aparelho sul-coreano vem com display AMOLED Dinâmico 2X. Além disso, os dois celulares se destacam por seus conjuntos de câmeras de alta resolução, mas o Galaxy S24 sai à frente graças à presença de uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 3x. O desempenho de ambos os aparelhos é poderoso, mas há diferenças entre a velocidade e a arquitetura dos processadores: o Exynos 2400, do Galaxy S24, apresenta velocidade máxima de 3,2 GHz, e o A16 Bionic, do iPhone 15, chega a 3,46 GHz.

Lançado pelo preço sugerido de R$ 7.299 em 2023, o iPhone 15 pode ser encontrado por a partir de R$ 4.652 no Mercado Livre. Já o Galaxy S24, lançado a partir de R$ 5.999, aparece por preços que partem de R$ 4.139 na Amazon. A seguir, confira o comparativo entre o Galaxy S24 e o iPhone 15. Vale ressaltar que as considerações foram feitas com base na ficha técnica, sem a experiência de testes ou de uso diário — o que afeta diretamente o resultado. Os preços citados no texto foram verificados em outubro de 2024.

iPhone 15 na cor azul — Foto: Isadora Lima/TechTudo
iPhone 15 na cor azul — Foto: Isadora Lima/TechTudo

Especificações: Galaxy S24 vs iPhone 15

EspecificaçõesGalaxy S24iPhone 15
LançamentoJaneiro de 2024Setembro de 2023
Preço de lançamentoR$ 5.999R$ 7.299
Tamanho da tela6,2 polegadas6,1 polegadas
Resolução da telaFHD+ (1.080 x 2.340 pixels)FHD+ (2.556 x 1.179 pixels)
Painel da telaAMOLED Dinâmico 2XSuper Retina XDR OLED
ProcessadorExynos 2400A16 Bionic
Memória RAM8 GB6 GB (estimativa)
Armazenamento128 GB, 256 GB ou 512 GB128 GB, 256 GB ou 512 GB
Cartão de memóriaNão possuiNão possui
Câmera traseira50 MP + 10 MP + 12 MP48 MP + 12 MP
Câmera frontal12 MP12 MP
Sistema OperacionalAndroid 14iOS 17
Bateria4.000 mAh3349 mAh (estimativa)
Dimensões e peso70,6 x 147 x 7,6 mm; 167 gramas147,6 x 71,6 x 7,80 mm; 171 gramas
Cores disponíveisPreto, cinza, violeta, creme, azul, verde, laranjaPreto, azul, verde, amarelo e rosa


Tela e design

Ambos os celulares se destacam no quesito, com telas de boa qualidade e design atrativo. O iPhone 15 vem com display de 6,1 polegadas com tecnologia Super Retina XDR, HDR10, taxa de atualização de 60 Hz, pico de brilho de 2.000 nits e resolução Full HD+ (2.556 x 1.179 pixels).

Seu design segue o padrão clássico da marca, com acabamento liso e cantos arredondados, além do sistema de câmera sobre uma moldura quadrada. O smartphone traz estrutura em alumínio e vidro, com a parte frontal protegida pelo vidro Ceramic Shield. Ainda sobre resistência, o iPhone 15 conta com classificação IP68, que o protege contra submersão em até 1,5 metro de água doce por 30 minutos.

iPhone 15 em detalhes — Foto: Divulgação/Apple
iPhone 15 em detalhes — Foto: Divulgação/Apple

O Galaxy S24, por sua vez, vem com tela de 6,2 polegadas AMOLED Dinâmico 2X, HDR10+, taxa de atualização de 120 Hz, pico de brilho de 2.500 nits e resolução Full HD+. O painel do celular da Samsung também tem tecnologia Always On Display, ausente no modelo da Apple. Quanto ao design, trata-se de um modelo discreto e elegante, com acabamento liso e câmeras dispostas verticalmente.

O Galaxy S24 é fabricado em alumínio espacial, cuja resistência é superior à do material do iPhone 15, tem proteção Gorilla Glass Victus 2, que diminui as chances de riscos no display, e certificação IP68. Apesar de maior, o smartphone da Samsung é mais fino e mais leve que seu concorrente, com peso de apenas 167 gramas e dimensões de 147 x 70,6 x 7,6 milímetros (mm), contra os 171 gramas do iPhone 15, que mede 147,6 x 71,6 x 7,8 mm.


Qual é o melhor? Galaxy S24. O modelo da gigante sul-coreana vence neste quesito pelo seu design mais resistente e leve, além da tela com taxa de atualização maior e brilho superior, o que melhora a visibilidade do display sob o sol.

Câmera

O conjunto de câmeras é outro destaque de ambos os celulares. O iPhone 15 vem com um sistema mais simples, com lente principal de 48 megapixels (MP) e ultrawide de 12 MP, além da câmera frontal de 12 MP. Apesar de não haver uma lente teleobjetiva dedicada, a Apple garante aproximação de 2x com qualidade óptica.

O modelo traz recursos interessantes, como estabilização óptica de imagem por deslocamento de sensor, True Depth na câmera frontal para melhoria de foco e profundidade, e Focus Pixel nas outras câmeras, com foco automático mais eficiente. As câmeras filmam em 4K a até 60 frames por segundo (fps).


Com um conjunto triplo na parte traseira, o Galaxy S24 apresenta lente principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP, além de sensor frontal de 10 MP. A Samsung incluiu estabilização óptica de imagem e zoom óptico de até 3x na teleobjetiva. O que chama a atenção são os recursos de Inteligência Artificial (IA), os quais atuam no pós-processamento de imagens para melhorar aspectos como nitidez e brilho. A tecnologia ainda oferece recursos de edição, como apagador de objetos e expansor de cenários. A lente principal grava em 8K a 24/30 fps ou em 4K a até 60 fps.

Conjunto de câmeras do Galaxy S24 — Foto: Divulgação/Samsung
Conjunto de câmeras do Galaxy S24 — Foto: Divulgação/Samsung

iPhone 15:

  • Câmera principal de 48 MP e abertura de f/1.6;
  • Câmera ultrawide de 12 MP e abertura de f/2.4;
  • Câmera de selfies de 12 MP e abertura de f/1.9.

Galaxy S24:

  • Câmera principal de 50 MP e abertura de f/1.8;
  • Câmera ultrawide de 12 MP e abertura de f/2.2;
  • Câmera teleobjetiva de 10 MP e abertura de f/2.4;
  • Câmera frontal de 10 MP e abertura de f/2.2.

Qual é o melhor? Galaxy S24. Apesar de terem sistemas fotográficos parecidos, o smartphone da Samsung ganha a disputa por trazer uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 3x, bem como recursos de IA.

Desempenho e armazenamento

O Galaxy S24 conta com o processador Exynos 2400, chipset deca-core da Samsung com litografia de 4 nanômetros (nm) e velocidade máxima de 3,2 GHz. O iPhone 15, por sua vez, vem com o mesmo processador da geração anterior (iPhone 14 Pro), o A16 Bionic, lançado em setembro de 2022. Este processador contém com seis núcleos, foi fabricado no processo de 4 nanômetros e tem velocidade máxima de 3,46 GHz — número que chama a atenção pela potência.

Apesar de ter velocidade inferior ao A16 Bionic, o chipset da Samsung se destaca em testes de desempenho no AnTuTu Score, portal especializado em análises mobile. O processador ocupa o quarto lugar do ranking, atualizado em outubro de 2024, com 1.068.003 pontos. Ele fica atrás apenas dos chipsets MediaTek Dimensity 9300+ (1.336.338), MediaTek Dimensity 9300 (1.314.553) e Qualcomm Snapdragon 8 Gen 3 (1.272.265).

Chipset A16 Bionic no iPhone 15 — Foto: Apple/Reprodução
Chipset A16 Bionic no iPhone 15 — Foto: Apple/Reprodução

O armazenamento interno dos celulares é igual, cada um com versões de 128 GB, 256 GB ou 512 GB. Quanto à memória RAM dos smartphones, o Galaxy S24 vem com 8 GB de RAM, enquanto estima-se que o iPhone 15 apresente 6 GB de RAM.

Demonstração do Exynos 2400, processador do Galaxy S24 — Foto: Reprodução/Samsung
Demonstração do Exynos 2400, processador do Galaxy S24 — Foto: Reprodução/Samsung

Qual é o melhor? Galaxy S24. O smartphone da Samsung deve apresentar desempenho superior em multitarefas graças à maior memória RAM.

Bateria

A bateria é um ponto fraco dos dois modelos, que ficam longe dos 5.000 mAh vistos na maioria dos smartphones atuais. O Galaxy S24 apresenta capacidade de apenas 4.000 mAh, capaz de suportar até 29 horas de reprodução de vídeos. O celular vem com suporte para carregamento rápido de 25 W (com o conector incluso na caixa), carregamento sem fio de 15 W e reverso de 4,5 W.

Galaxy S24 de cima — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy S24 de cima — Foto: Divulgação/Samsung

A Apple, por sua vez, não divulga dados oficiais sobre o tamanho da bateria, mas estimativas de plataformas especializadas sugerem que ela seja de 3.349 mAh. Segundo a fabricante, o smartphone pode reproduzir vídeos por até 20 horas. O iPhone 15 tem suporte para carregamento de 20 W, sem fio de 15 W e reverso de 4,5 W. Vale destacar que o carregador do aparelho precisa ser comprado separadamente.

Qual é o melhor? Galaxy S24. O celular da Samsung contém uma bateria maior, suporte para carregamento mais rápido, menor tempo de carregamento e inclui o carregador na caixa do produto.

Versão do sistema e recursos adicionais

Ambos celulares vêm com um sistema de conectividade similar, que inclui Wi-Fi 802.11, Bluetooth 5.3, compatibilidade com 5G e tecnologia NFC (que permite pagamentos por aproximação). Além disso, os smartphones contam também com e-SIM.

O iPhone 15 vem com iOS 17 e pode ser atualizado para o iOS 18. O Galaxy S24, por sua vez, vem com Android 14 sob a interface One UI 6.1. O modelo se destaca pela presença da Galaxy AI, conjunto de ferramentas de IA que permitem traduzir chamadas, resumir textos, fazer buscas visuais sem tirar print de tela e realizar edições avançadas de imagens rapidamente, entre outras coisas.

Qual é o melhor? Galaxy S24, que se destaca pelos recursos extras de IA.

Preço

Lançado em setembro de 2023, pelo preço sugerido de R$ 7.299, o iPhone 15 já pode ser encontrado por a partir de R$ 4.652 no Mercado Livre, ou por R$ 4.649 na Amazon. Já o Galaxy S24 foi lançado em janeiro deste ano pela Samsung por R$ 5.999. Hoje, entretanto, aparece por a partir de R$ 4.139, também na Amazon.


Conclusão

Galaxy S24 é o vencedor da disputa. O smartphone da Samsung apresenta recursos mais atrativos que o iPhone 15, como melhor bateria, conjunto de câmeras superior e ferramentas de Inteligência Artificial. Além disso, o celular sul-coreano tem melhor custo-benefício, já que é mais barato.